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    Streaming, no cinema ou na TV: Onde encontrar e assistir aos filmes do Oscar 2019

    Oscar 2019 | No dia 24 de fevereiro acontece a 91ª edição do Oscar, o prêmio mais popular do cinema. Ao contrário das últimas edições, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood apostou em temáticas diversificadas, o que inclui o primeiro filme de super-heróis (Pantera Negra), e o primeiro longa de uma empresa de streaming (Roma, produção da Netflix) indicados à estatueta dourada.

    Mas como fazer para ver os indicados ao Oscar? Fiz uma lista com os locais onde você pode assistir aos principais concorrentes. Escolha os seus preferidos e bom filme!

    Filmes do Oscar em streaming

    ‘Roma’ | Oscar 2019

    Indicado a 10 Oscars, incluindo melhor filme, filme estrangeiro, diretor (Alfonso Cuáron), atriz (Yalitza Aparicio) e atriz coadjuvante (Marina De Tavira). Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza do ano passado, o longa remete as lembranças da infância do cineasta Alfonso Cuáron no México dos anos 1970. É a primeira produção da Netflix a concorrer ao Oscar, e um dos favoritos aos principais prêmios. Está disponível no canal de streaming desde 14 de dezembro, quando também ganhou algumas sessões gratuitas em cinemas de São Paulo e do Rio de Janeiro. Atualmente a Netflix está programando exibições do filme, em sessões únicas, em outras cidades brasileiras. Para saber onde assistir no cinema, acesse aqui.

    ‘The Ballad of Buster Scruggs’ | Oscar 2019

    Com três indicações, era a aposta inicial da Netflix ao Oscar quando foi lançado no Festival de Veneza 2018, onde ganhou o prêmio de melhor roteiro. O longa dos irmãos Coen é uma antologia de faroeste em seis partes, onde cada capítulo conta uma história distinta e independente. Já disponível no canal de streaming desde novembro.

    Filmes do Oscar 2019 nos cinemas

    ‘A Favorita’ | Oscar 2019

    Indicado a 10 Oscars, incluindo melhor filme, diretor (Yorgos Lanthimos), atriz (Olivia Colman) e atriz coadjuvante (Emma Stone e Rachel Weisz). Vencedor da Coppa Volpi de melhor atriz (Colman) e Grande Prêmio do Júri no Festival de Veneza do ano passado, narra as manipulações e relações tendenciosas que acontecem no reino da rainha Anne, na Inglaterra do século 18. Forte candidato aos principais prêmios, estreia nesta quinta, 24 de janeiro.

    ‘Infiltrado na Klan’ | Oscar 2019

    Indicado em sete categorias, incluindo melhor filme, diretor (Spike Lee) e ator coadjuvante (Adam Driver). É a primeira indicação de Lee, um dos mais influentes cineastas americanos, ao Oscar de direção. Baseado em história real, narra como um policial negro conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan. Ganhou o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes 2018, e estreou nos cinemas brasileiros em novembro.

    ‘Vice’ | Oscar 2019

    Com oito indicações, incluindo melhor filme, diretor (Adam McKay) e ator coadjuvante (Sam Rockwell), é o favorito na categoria de ator, com Christian Bale. Ele interpreta o vice-presidente americano Dick Cheney, um dos homens mais influentes do mundo na Era Bush. Bale – ganhador do Oscar de ator coadjuvante em 2011 por “O Vencedor” – vem conquistando todos os prêmios desta temporada. O filme estreia no dia 31 de janeiro.

    ‘Green Book – O Guia’ | Oscar 2019

    Indicado a cinco Oscars, incluindo melhor filme, ator (Viggo Mortensen) e ator coadjuvante (Mahershala Ali). Vencedor do Festival de Toronto, do Globo de Ouro e do prêmio do Sindicato dos Produtores de Hollywood (considerado o melhor termômetro do Oscar). O longa se passa nos anos 1960 e conta a história real de um ítalo-americano que se torna motorista de um conceituado músico negro. Juntos, partem em uma viagem pelo sul dos EUA, em uma época de violenta segregação racial. Estreia nesta quinta, dia 24 de janeiro.

    ‘Bohemian Rhapsody’ | Oscar 2019

    Concorre a cinco Oscars, incluindo melhor filme e ator (Rami Malek), categorias em que venceu o Globo de Ouro no início de janeiro. A cinebiografia de Freddie Mercury, vocalista do Queen, esteou nos cinemas em outubro do ano passado, e retornou à telona este ano devido ao grande sucesso de público. Malek é o mais forte adversário de Christian Bale na disputa pela estatueta dourada de ator.

    ‘Se a Rua Beale Falasse’ | Oscar 2019

    Com três indicações ao Oscar, é o favorito na categoria de atriz coadjuvante, graças a interpretação de Regina King. Novo filme de Barry Jenkins, diretor de “Moonlight: Sob a Luz do Luar” (vencedor do Oscar em 2017). Ambientado no Harlem da década de 1970, conta a história de amor de um casal afro-americano que se separa depois que o rapaz é acusado de um crime que não cometeu. Estreia no dia 7 de fevereiro.

    ‘Guerra Fria’ | Oscar 2019

    Com três indicações, é a grande surpresa do Oscar. O cineasta polonês Pawel Pawlikowski ganhou o prêmio de direção no Festival de Cannes do ano passado, categoria em que também foi indicado à estatueta dourada. Em 2015, ele ganhou o Oscar de filme estrangeiro com Ida. Dessa vez, Pawlikowski conta uma história de amor que se passa durante a Guerra Fria, entre um músico amante da liberdade e uma jovem cantora, ambos com histórias e temperamentos completamente diferentes. Estreia no dia 7 de fevereiro.

    ‘A Esposa’ | Oscar 2019

    Indicado ao Oscar de melhor atriz com Glenn Close, que é a favorita ao prêmio. É a sétima indicação de Close, que nunca ganhou a estatueta. Na trama, ela interpreta uma aparentemente submissa esposa, que questiona suas escolhas ao acompanhar seu marido, um escritor famoso, a uma viagem para que ele receba o Nobel de Literatura. Já em cartaz nos cinemas brasileiros.

    ‘Cafarnaum’ | Oscar 2019

    Indicado na categoria de filme estrangeiro, é o terceiro longa da atriz, roteirista e diretora libanesa Nadine Labaki. A história se passa em Beirute, entre guetos e cortiços, onde o menino Zain, de 12 anos, foge de casa depois que os pais abusivos vendem uma de suas irmãs. Em seu caminho nas ruas pobres da cidade ele acaba sendo acolhido pela refugiada Rahil, e recorre aos tribunais para processar seus pais. Vencedor do Prêmio Especial do Júri do Festival de Cannes 2018, já está em cartaz nos cinemas brasileiros.

    ‘Assunto de Família’ | Oscar 2019

    Indicado ao Oscar de filme estrangeiro, ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes 2018. O cineasta japonês Hirokazu Kore-eda, muito popular nos festivais de cinema, é conhecido por abordar temas familiares em suas produções. Dessa vez ele aponta para uma família pobre, que comete pequenos furtos e, mesmo diante das dificuldades financeiras, acolhe uma menina vítima de maus tratos. Já está em cartaz nos cinemas.

    Filmes do Oscar 2019 por compra avulsa e TV por Assinatura


    ‘Nasce uma Estrela’ | Oscar 2019

    Indicado a oito Oscars, incluindo melhor filme, ator (Bradley Cooper) e atriz (Lady Gaga), é favorito na categoria canção original com “Shallow”, composta por Gaga. Quarta versão da história de uma jovem cantora que se apaixona por um ídolo country, estreou nos cinemas em outubro, e ainda pode ser visto em diversas salas do país, mas também está disponível no Now (Net) em pré-lançamento.

    ‘Pantera Negra’ | Oscar 2019

    Com sete indicações, incluindo melhor filme, é a primeira história de super-heróis a concorrer nesta categoria, e grande favorito aos prêmios técnicos. O herói da Marvel em seu filme solo é apresentado como T’Challa, que regressa à isolada Wakanda e é testado enquanto rei e Pantera Negra, para salvar seu povo e o planeta. Já disponível no Now (Net) e no canal Telecine, foi uma das maiores bilheterias do cinema mundial em 2018.

    ‘Ilha dos Cachorros’ | Oscar 2019

    Indicado nas categorias animação e trilha sonora original, o stop-motion do cineasta Wes Anderson se passa no Japão, onde um político corrupto aprova uma lei que proíbe a presença de cachorros na cidade de Megasaki. Um menino de 12 anos se recusa a ficar longe do seu cachorro, e parte em uma aventura para resgatá-lo. Vencedor do Urso de Prata de melhor diretor do Festival de Berlim 2018, está disponível no Now (Net).

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    Postador por Meme Digital – Agência Digital em Campinas

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    Stencil de Banksy é vendido por mais de 1 milhão e se autodestrói em seguida

    Bansky é genial. O anônimo mais famoso do mundo atacou novamente e deixou todo mundo surpreso ao destruir uma de suas obras de arte mais famosas.

    O quadro A Menina Com Balão acabara de ser leiloado pela bagatela de 1 milhão de libras (cerca de R$ 5 milhões), quando foi picotado por um cortador de papel escondido.

    A ação deixou todos os presentes na sala de leilão em Londres chocados. As pessoas ficaram pasmas ao ver a obra se transformando em pedaços. Funcionários do estabelecimento correram para evitar que o quadro desaparece. E Bansky? Bom, ele tirou onda como de costume.

    Banksy destrói “A Menina Com Balão” após leilão

    Está indo, indo, foi…,

    disse ironicamente no Instagram.

    A casa de leilão Sotheby’s disse que o “inesperado acidente” se tornou um feito na história das artes. Interessante que A Menina com Balão – pintada em muro no Leste de Londres e eleita a obra predileta do Reino Unido, acabou valorizado depois do acidente. Agora vale o dobro.

    Banksy destrói “A Menina Com Balão” após leilão

    Por causa da repercussão, o artista postou no Instagram algumas pistas sobre os motivos da destruição da peça. “O desejo de destruir também é um impulso criativo”.

     

    Stencil de Banksy é vendido por mais de 1 milhão e se autodestrói em seguida via Hypeness

     

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    Designer cria versão engraçadona de candidatos à presidência

    Talvez você não conheça por nome, mas o designer e ilustrador Butcher Billy é um dos grandes nomes artísticos do momento.
    Você provavelmente já tenha visto alguns de seus trabalhos por aí, sempre citando direta ou indiretamente a cultura pop, ele traz com suas cores vivas e seus traços fortes todo estilo retrô que você sempre amou!

    Depois de criar várias versões divertidades de super-heróis e pôsteres incríveis para séries da Netflix, Butcher Billy resolveu criar arte com um dos maiores assuntos do momento no Brasil: a eleição 2018!

    É isso aí! Naquele estilão próprio lindo e marcante, Butcher Billy trouxe uma versão bem interessante dos principais candidatos à presidência!

    Dá só uma olhada!

    Butcher Billy cria cria versão engraçadona de candidatos à presidencia

    Butcher Billy cria cria versão engraçadona de candidatos à presidencia

    Butcher Billy cria cria versão engraçadona de candidatos à presidencia

    Butcher Billy cria cria versão engraçadona de candidatos à presidencia

    Butcher Billy cria cria versão engraçadona de candidatos à presidencia

    Butcher Billy cria cria versão engraçadona de candidatos à presidencia

    Butcher Billy cria cria versão engraçadona de candidatos à presidencia

     

     

    Redação Meme Digital – Agência de Marketing Digital em Campinas
    fotos/reprodução

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    Animação baiana em stop motion retrata criação do mundo pelo ponto de vista do Orixá

    O Iorubá é uma língua falada em países como Benim e Nigéria e foi trazida para o lado de cá do Atlântico por negras e negros escravizados vindos de África. No Brasil o idioma se popularizou e foi preservado especialmente em função do Candomblé, religião de origem africana, mas que ganhou corpo e forma a partir da Bahia e seus terreiros que ajudaram e ajudam a manter vivo o culto ao Orixá e uma ligação espiritual entre o Brasil e o continente africano.

    Para além da fé, o Candomblé se coloca como um espaço de preservação de memória e também uma grande referência de comunidade no que diz respeito ao convívio social, respeito aos mais velhos e preservação da natureza. Poço inesgotável de cultura, o culto ao Orixá sobrevive firme e forte apesar de todo o preconceito que rodeia esta religião característica dos afrodescendentes brasileiros. Nesse sentido são muitos os trabalhos que tentam desmistificar e propor uma discussão e interpretação honesta acerca da beleza e conceitos que formam o Candomblé, caso da premiada animação baiana Òrun Àiyé, curta feito em stop motion e que de maneira delicada e cuidadosa narra a criação do mundo a partir do Orixá.

    Com trajetória de sucesso, o curta produzido pela Estandarte Produções já rodou o mundo desde seu lançamento, sendo exibido em países como Estados Unidos, Cuba, México, França, Espanha, Portugal, Suíça, Quênia e Colômbia, além de mais de 10 estados brasileiros.

    Em entrevista ao Hypeness Cintia Maria e Jamile Coelho, responsáveis pela produção e direção de Òrun Àiyé repercutem o sucesso do curta, além de enfatizarem urgência de uma multiplicidade de vozes para que seja possível alcançar um cenário mais democrático dentro do cinema brasileiro.

    “Òrun nos fez acreditar no impossível. Nos mostrou que por mais difícil que seja nós mulheres, negras, nordestinas e suburbanas também podemos trabalhar com o audiovisual, fazer animação e, o mais importante, podemos fazer sucesso contando histórias que fogem da linha eurocêntrica e hegemônica do audiovisual.

    O filme nos permitiu adentrar um território de autoconhecimento através da ancestralidade e nos mostrou a importância da arte enquanto mecanismo político de resistência. A fé no trabalho que a gente faz nos permitiu pensar um outro modelo de produção e narrativas na Estandarte Produções. Buscamos enegrecer o cinema nacional mostrando através de nossas lentes a diversidade do Brasil”, comentam.

    “Nós mulheres, negras, nordestinas e suburbanas também podemos trabalhar com o audiovisual”

    Além de Jamile Coelho e Cintia Maria, Òrun Àiyé conta com roteiro de Thyago Bezerra para trazer um ponto de vida diferente do usual sobre o surgimento da humanidade. Em função de diversos fatores, entre eles a discriminação racial, apenas uma narrativa, branca, cristã e eurocentrada teve espaço. Mas afinal, qual é a perspectiva dos seguidores de religiões negras sobre a existência?

    Para que este e outros questionamentos sejam respondidos é imprescindível a criação de uma agenda positiva do negro no Brasil. Ou seja, a comunicação deve exercer a responsabilidade de desassociar a população negra de situações de violência, prática comum desde o período da escravidão. Na mudança o cinema e o audiovisual são de grande valia.

    “O cinema serve a algo maior que a própria arte, por ajudar na construção de imaginário e subjetividades. Compreendendo a representação como um processo de significação histórica, socialmente construído e determinado por relações de poder, buscamos através de nossas produções reconstruir as representações sociais sobre os brasileiros negros, contestando as narrativas pejorativas e estereotipadas, reelaborando suas imagens e os papéis que assumiram/assumem na sociedade.

    Uma pauta positiva sobre negro no cinema e na TV promove o enfrentamento ao discurso homogêneo, trabalhando na reconstrução do simbólico e subjetivo, possibilitando narrativas diversas, humanizando o corpo negro e desmistificando todo o estereótipo construído pela religião e ciência para justificar a escravidão e o massacre do continente africano”, concluem Jamile Coelho e Cintia Maria.


    Para as duas profissionais do cinema que vivem em Salvador, cidade com uma grande porcentagem de negras e negros, é preciso estar “consciente do potencial transformador e qualificador das relações sociais que a televisão e o cinema desempenham”.

    Em Òrun Àiyé temos Vovô Bira, um griot que divide seus saberes de como os de Orixás africanos como Olodumaré, Orunmilá, Oduduwa, Oxalá (dublado pelo músico Carlinhos Brown), Nanã e Exú, que trocam experiências sobre a descoberta do universo. Repleto de detalhes e fiel aos arquétipos e características do Orixá, o início do filme foca na tarefa dada por Olodumaré ao Orixá do branco e da pureza, Oxalá, que caminha pelos desertos de África em busca de relatos de como as lendas africanas retratam a criação dos seres humanos, da natureza e de todo o mundo.

    Ao todo foram 455 dias, mais de 2500 fotografias e 45 profissionais envolvidos em um trabalho que resultou em 12 minutos de pura magia. Òrun Àiyé é uma novidade bem-vinda e imprescindível para o fomento e continuidade de uma discussão madura acerca da presença africana, não só na constituição da base, mas em todos os momentos da vida brasileira.

    “Deveria ser comum num país com mais 50% da população negra filmes dirigidos e protagonizados por negros, com temática baseada nas experiências desse segmento da população brasileira e sem incorrer em imagens e representações estereotipada, no entanto, os dados mostram uma outra realidade e apenas reforçam o quanto o racismo segmenta e invisibiliza essa parte da população”, analisam as duas profissionais do audiovisual.

    Diante da receptividade mais que positiva e de um sucesso estrondoso, Jamile e Cintia já estão em processo de finalização de um episódio independente da série, Òrun Àiyé: as Águas de Oxalá, que apresenta as aventuras de Luna, uma menina repleta de dúvidas sobre a mitologia africana.

    “Apesar de toda a repercussão do piloto, ainda temos muita dificuldade na captação de recursos, sabemos que a via possível para financiamento é através dos editais públicos, pois existem poucas instituições privadas no Brasil, dispostas a patrocinar iniciativas que discutem racismo e intolerância religiosa, além do protagonismo de mulheres negras na frente e trás das câmeras”.

    É importante que, em um país formado a partir de uma visão racista, eugenista e marcado pelo sangue derramado de negras e negros arrancados de suas origens, jovens afrodescendentes usem a arte e a educação para mudar um conceito equivocado e ignorante sobre a cultura afro-brasileira. Mais representativo ainda é o fato da animação ter sido produzida por profissionais de Salvador, cidade onde o negro ainda ocupa um espaço estereotipado, que teima em colocá-lo como um adereço para agradar e atrair turistas. Òrun Àiyé chega para fazer jus ao negro e sua cultura. Sempre na justiça de Xangô!

     

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    As impressionantes imagens vencedoras do maior Prêmio Anual de Fotojornalismo

    Lugar certo, hora certa e muita experiência para dizer a hora certa de clicar. Grandes fotos não são tiradas por acaso, e, quando se trata das escolhidas como melhores trabalhos do fotojornalismo em 2017, fica claro que imagens têm um poder único de informar e impressionar.

    O maior concurso de fotojornalismo do mundo é promovido pela World Press Photo, organização criada em 1955 na Holanda para expor os trabalhos de profissionais locais a colegas estrangeiros. Hoje, ela é referência na promoção do jornalismo visual de qualidade, e o prêmio pode ser considerado o mais tradicional do planeta.

    Dezoito jurados foram os responsáveis por escolher as melhores entre as mais de oitenta mil imagens inscritas por mais de cinco mil fotógrafos de 125 países. Cada categoria é dividida em duas: Individuais e Histórias, para trabalhos que incluem várias imagens sobre o mesmo tema (as galerias da categoria Histórias podem ser vistas no site)

    O grande vencedor foi o registro que Burhan Ozbilici fez em Ancara, na Turquia, quando um jovem local assassinou Andrey Karlov, embaixador da Rússia no país. Mary F. Calvin, membro do júri, comenta que se trata de “uma imagem explosiva, que realmente fala sobre o ódio dos nossos tempos”. E completa: “Sentimos que ela sintetiza o que o prêmio World Press Photo of the Year é e significa”.

    Confira os vencedores dos prêmios individuais de cada categoria:

    Foto do ano

    Burhan Ozbilici

    Atirador grita após assassinar embaixador russo na Turquia

     

    Problemas Contemporâneos

    Jonathan Bachman

    Manifestante mantém a serenidade enquanto é presa durante manifestação nos EUA

     

    Vida Diária

    Paula Bronstein

    Mulher segura o sobrinho de 2 anos, ferido em ataque a bomba na capital do Afeganistão

     

    Notícias Gerais

    Laurent Van der Stockt

    Família espera enquanto forças policiais iraquianas procuram membros do Estado Islâmico

     

    Natureza

    Francis Pérez

    Tartaruga marinha pega por rede nada após escapar de pescadores

     

    Pessoas

    Magnus Wennman

    Menina de 5 anos exausta após família fugir de aldeia por causa do Estado Islâmico

     

    Esportes

    Tom Jenkins

    Jóquei Nina Carberry voa de cavalo após ele atingir uma barreira

     

    Hard News

    Jamal Taraqai

    Ataque a bomba em hospital do Paquistão: advogados tinham se reunido para visitar colega que tinha sido alvo de tiros

     

     

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  • EmAplicativos

    App testa tattoo no corpo para evitar arrependimentos

    Alguma vez você pensou em fazer um desenho ou uma frase no corpo, mas teve medo de como a marca ficaria na pele? A solução pode estar em um app gratuito que projeta a tattoo no corpo para ajudar na decisão e evitar arrependimentos.

    Ink Hunter permite que usuário teste a tattoo no corpo e evite arrependimentos

    Por meio da tecnologia de realidade aumentada, o InkHunter possibilita que usuário faça um upload de seus próprios esboços, olhe os desenhos na pele em diferentes ângulos e compartilhe o resultado com os amigos.

    E, caso não o resultado final não agrade, o usuário também pode fazer pequenas edições na tattoo, como mudança de tamanho ou de cor.

    O aplicativo é em inglês, mas bastante intuitivo e fácil de usar. Após fazer o download dele, é preciso fazer três traços na pele (como um sorriso) e ligar a câmera do smartphone para o Ink Hunter fazer a leitura do local onde a tattoo será projetada.

    Para quem não tiver um desenho pronto no celular, o app também acompanha uma galeria de tatuagens femininas e masculinas, com modelos compartilhados por tatuadores que desejam ganhar visibilidade na área.

    Aplicativo acompanha galeria de desenhos feitos por tatuadores de todo o mundo

    O programa foi criado por três jovens ucranianos durante um programa de empreendedorismo de verão em Nova York (EUA).

    Segundo os empresários, o app foi desenvolvido inicialmente para artistas e entusiastas da arte do corpo. No entanto, o sistema teve sucesso acima do esperado entre o público final e “mostrou, de forma divertida, que é possível e indolor testar a tatuagem que a pessoa tanto quer mas tem medo de fazer e se arrepender depois”,

    O Ink Hunter está disponível gratuitamente para Android e iOS. Mais informações sobre o app e sobre o envio de desenhos estão disponíveis no site.

     

    App testa tattoo no corpo para evitar arrependimentos via As Coisas Mais Criativas Do Mundo

     

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    Fotógrafo muda aparência de casal em situação de rua para questionar preconceitos

    Um talentoso fotógrafo de Nairobi, no Quênia, trabalhando sob o nome de Muchiri Frames, recentemente fez uma sessão de fotos inspiradora que provou que o amor é puro e incondicional na sua forma mais simples. Juntamente com sua equipe, eles decidiram fazer algo especial para o dia dos Namorados. E é quando eles conheceram Sammy, também conhecido como Blackie, nos parques de Nairobi, que vive nas ruas há um tempo agora.

    Quando perguntado se ele estava apaixonado, Sammy começou a descrever sua namorada, que de repente acendeu um brilho em seus olhos. Eles se conheceram nas ruas de Nairobi, onde ambos vivem, e sua amizade logo se transformou em uma inspiradora história de amor. O fotógrafo decidiu dar-lhes uma incrível transformação para celebrar seu relacionamento especial em um dia especial.

    “Sob a inspiração do amor em sua forma mais simples, celebramos o Dia dos Namorados (Valentine´s Day) com essas almas surpreendentes e saímos com ótimos testemunhos. Na verdade, sob toda a sujeira, roupas esfarrapadas e discursos arruinados, há pessoas bonitas que prosperariam como o resto de nós se oferecêssemos as oportunidades “, diz o autor em seu site. “O amor não discrimina, isso aqui é a prova“.

     

    Fotógrafo muda aparência de casal em situação de rua para questionar preconceitos via Hypeness

     

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