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    10 Coisas pra fazer em Campinas em Junho

    Então você está em Campinas e não tem ideia do que vai fazer este mês? Se liga nessa lista de rolês que vão te tirar do tédio:

    1. Varda por Agnès | Cinema

    (França, 2019, 115 min, 14 anos) De mãe da Nouvelle Vague a ícone feminista, a diretora francesa recém falecida Agnès Varda expõe seus processos de criação e revela sua experiência com o fazer cinematográfico. A cineasta dá um enfoque especial no método de storytelling que ela denomina de “cine-writing”, uma espécie de fórmula utilizada por ela na grande maioria de seus documentários e ficções.

    Quando? 05/06 e 13/06, às 19h
    Onde? Instituto CPFL

    2. “Heurói” | Espetáculo de Dança

    O espetáculo de dança “Heurói“, do projeto Núcleo Luz, terá duas apresentações em Campinas, nos dias 6 e 7 de junho, às 20h30, no Teatro Castro Mendes. A montagem traz como temática a capacidade humana de se reinventar, de seguir em frente diante das perdas para que não se está preparado.

    Quando? 06/06 e 07/06, às 20h30
    Onde? Teatro Municipal José de Castro Mendes

    3. Arraiá do Centro Cultural Casarão | Festa Junina

    O Centro Cultural Casarão entra no entra no clima junino com um forró arretado em homenagem a São João com uma programação especial, com muito forró e comidas típicas.

    Quando? 07/06, às 19h
    Onde? Centro Cultural Casarão – Barão Geraldo

    4. Sessão “Curta Campinas 2” | Cinema

    O Sesc Campinas exibe gratuitamente várias produções audiovisuais no Sessão “Curta Campinas 2”.

    Confira os títulos exibidos:

    Um Beijo para Sofia
    (2018 | Ficção | 16 min | Calleb Jangrossi)

    No Vale da Sombra da Morte
    (2017 | Ficção | 16 min | Rafael Augusto da Silva)

    Discurso Indigesto
    (2018 | Ficção | 3 min | Felipe Flaiban e Tomás Petriche)

    Preâmbulo
    (2017 | Documentário | 14 min | Marcelo Santa Rosa)

    Raiva
    (2019 | Ficção | 15 min | Bruno Adorno Alves)

    Quando? 08/06, às 16h
    Onde? Sesc Campinas – Rua Dom José I, 270/333 – Bonfim

    5. Festival do Japão | Cultura e Gastronomia

    O Instituto Cultural Nipo-Brasileiro de Campinas promove o 15º Festival do Japão, em comemoração à chegada da Era Reiwa (harmonia plena), iniciada com a entronização do novo imperador japonês, Naruhito, e aos 111 anos da imigração japonesa no Brasil. Aproveite para conhecer a cultura japonesa, além da gastronomia!

    Quando? 08/06 e 09/06, às 12h
    Onde? Instituto Cultural Nipo-Brasileiro de Campinas

    6. Concerto Especial “Dia dos Namorados” | Música

    A Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas se apresenta sob a regência do maestro titular Victor Hugo Toro, com solos de Sam Alves, Marcela Bueno e Ivanna Domenyco.

    Programa:
    Obras e canções populares
    (Arr. Fedor Vrtacnik e Rodrigo Morte)

    Quando? 15/06, às 20h
    Onde? Na Praça. das Bandeiras – Lagoa do Taquaral

    7. Cinema Italiano no MIS | Cinema

    A programação de cinema do MIS Campinas este mês trás o novo cinema italiano com filmes premiados nos mais importantes festivais do mundo.

    Programação:

    DOGMAN | direção de Matteo Garrone | 04/06
    FELIZ COMO LÁZARO | direção de Alice Rohrwacher | 11/06
    MINHA FILHA | direção de Laura Bispuri | 18/06
    UMA FAMÍLIA | direção de Sebastiano Riso | 25/06

    Quando? Todas as terças-feiras, às 14h
    Onde? Museu da Imagem e do Som (MIS)

    8. Rock Empire | Show

    O espetáculo “Rock Empire” reúne pela primeira vez no Brasil os melhores momentos das carreiras de ícones do rock: Elvis Presley, Beatles e da banda britânica Queen.

    Quando? 13/06
    Quanto? de R$50 a R$100
    Onde? Teatro Iguatemi Campinas

    9. Mostra Cênica de Inverno 2019

    O Departamento de Artes Cênicas da Unicamp apresentará a Mostra de Inverno com uma programação gratuita composta por oficinas formativas, exercícios cênicos e espetáculos dos alunos do curso de graduação, orientados e dirigidos pelos docentes do departamento.
    A Mostra inclui atividades dentro e fora do campus da Unicamp: as apresentações ocorrerão no Paviartes, no CIS Guanabara e em praças da cidade, como a Praça da Catedral e a Praça do Coco.

    Espetáculo “Festa do Peixe”

    06* e 07/6*, às 14h e às 19h – Paviartes
    15/6 às 20h e 16/6 às 19h – CIS Guanabara

    Espetáculo “Entremeios”

    11* e 12/6*, às 14h e às 19h – Paviartes
    08/6 às 20h e 09/6 às 19h – CIS Guanabara
    https://www.facebook.com/events/444988242978745/

    Espetáculo “Perdoa-me por me traíres”

    17* e 18/6, às 14h e às 19h – Paviartes
    25 e 26/6* às 20h – CIS Guanabara

    Espetáculo “Caso de Matraca”

    25 e 26/6, às 14h e às 19h – Paviartes 29/6 às 20h e 30/6 às 19h – CIS Guanabara

    Espetáculo de rua “A torre em concurso”

    13/6 às 13h – Praça do Marco Zero da Unicamp
    14/6 às 17h – Praça do Coco
    17/6 às 16h – Praça da Catedral

    Mostra 0.18 (Mostra de cenas dos alunos do segundo ano)

    19 e 27/6 às 14h – Paviartes

    Quando? 06 a 30/06
    Onde? Conferir locais conforme a programação.

    10. Dirimbó | Música

    O novo trabalho da banda pernambucana traz a bagagem do grupo somada a ritmos como cadence lypso, zouk, afrobeat, rock psicodélico, brega-funk e experimentações de novos grooves.

    Quando? 29/06
    Onde? Sesc Campinas

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    10 Coisas pra fazer em Campinas em Dezembro

    Separamos 10 coisas legais pra você fazer em Campinas durante todo mês de dezembro! Pra fechar o ano com tudo!

    1. Uma História para Elise | Teatro

    O espetáculo conta a história de uma investigação acerca do desaparecimento de Elise, artista da boate da Rua XII. A tragicomédia é a conclusão do módulo de estudo do Curso Livre de Artes Cênicas.

    Uma História para Elise teatro campinas

    Quando? Dia 07/12 às 20h
    Quanto? De graça! Você pode contribuir se quiser!
    Onde? Na Sala dos Toninhos, na Estação Cultural de Campinas

     

    2. Improvável – Cia. Barbixas | Humor

    Após mais de 10 anos de sucesso, a Cia. Barbixas de Humor chega a Campinas para um fim-de-semana com 4 apresentações do espetáculo “Improvável”.

    Improvável - Cia. Barbixas campinas

    Quando? Dias 07/12, 08/12 e 09/12
    Quanto? Os ingressos variam de R$35 a R$70
    Onde? No Teatro Iguatemi Campinas

    3. Orquestra Filarmônica de Violas | Música

    Com a participação do clarinetista Alexandre Ribeiro, a orquestra apresenta o repertório do seu álbum “Encontro das Águas”.

    Orquestra Filarmônica de Violas música campinas

    Quando? Dia 08/12 às 16h30
    Quanto? Os ingressos variam de R$5 a R$17
    Onde? No Sesc, no Galpão Multiuso

    4. Bodas de Sangue | Teatro

    O teatro é baseado em um assassinato ocorrido em 1928, na Espanha. Texto de Federico Garcia Lorca, a peça escrita em 1932 se passa num ambiente cheio de falsa moral e frustrações com as normas sociais.

    Bodas de Sangue Teatro Campinas

    Quando? 09/12 às 19h
    Quanto? De graça!
    Onde? No Instituto CPFL

    5. A Procissão | Teatro

    A história acontece durante uma romaria que, com muita poesia e humor, vai contando a vida dos participantes desse trajeto de fé. A peça é estrelada por Gero Camilo.

    Teatro_A-procissao-campinas

    Quando? Dia 12/12 às 20h
    Quanto? De graça!
    Onde? No Sesc, no Espaço Arena

    6. 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo | Cinema

    No mês de dezembro você vai poder apreciar um pouco do cinema internacional contemporâneo. Em Campinas serão exibidos os seguintes filmes:

    Guerra Fria [12/12]
    Meu Querido Filho [13/12]
    Pedro e Inês: O Amor Não Descansa [14/12]
    Utøya – 22 de Julho [18/12]
    Yomeddine [19/12]

    42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo Campinas

    Quando? De 12 a 19 de dezembro, sempre às 19h30
    Quanto? Todos os filmes são de graça!
    Onde? Sempre no Teatro do Sesc Campinas

    7. Lenine em Trânsito | Música

    O show apresenta o repertório de seu novo álbum intitulado “Em Trânsito”. Esse que é o 13º álbum de Lenine foi indicado ao Grammy de Melhor Disco de Rock em Português.

    Lenine Em Trânsito Campinas

    Quando? Dia 13/12 às 20h30
    Quanto? Os ingressos variam de R$9 a R$30
    Onde? No Sesc, no Galpão Multiuso

    8. Rubel | Música

    O cantor apresenta obras do seu segundo álbum “Casas”. A seguinte turnê já passou por várias cidades, incluindo Nova York e Lisboa.

    rubel - sesc campinas

    Quando? Dia 15/12 às 16h30
    Quanto? Os ingressos variam de R$9 a R$30
    Onde? No Sesc, no Teatro

    9. Concerto Especial de Natal | Música

    A Orquestra Sinfônica de Campinas apresenta um repertório bem variado, incluindo obras famosas de Puccini, Verdi, Strauss, Bernstein e John Williams.

    orquestra-campinas-Concerto Especial de Natal

    Quando? 16/12 às 19h
    Quanto? De graça!
    Onde? Na Concha Acústica da Lagoa do Taquaral

    10. Antonio Nóbrega – Quinteto | Música

    Um show bem brasileiro e variado no qual o grupo interpreta baiões, choros, frevos, maracatus e cocos. O espetáculo tem uma pegada livre de diversão que convida o público a participar.

    Antonio Nóbrega - Quinteto musica campinas

    Quando? Dia 20/12 às 20h30
    Quanto? Os ingressos variam de R$5 a R$17
    Onde? No Sesc, no Galpão Multiuso

     

    Redação Meme Digital – Agência de Marketing Digital em Campinas
    fotos/reprodução

  • EmArte e Cultura

    Stencil de Banksy é vendido por mais de 1 milhão e se autodestrói em seguida

    Bansky é genial. O anônimo mais famoso do mundo atacou novamente e deixou todo mundo surpreso ao destruir uma de suas obras de arte mais famosas.

    O quadro A Menina Com Balão acabara de ser leiloado pela bagatela de 1 milhão de libras (cerca de R$ 5 milhões), quando foi picotado por um cortador de papel escondido.

    A ação deixou todos os presentes na sala de leilão em Londres chocados. As pessoas ficaram pasmas ao ver a obra se transformando em pedaços. Funcionários do estabelecimento correram para evitar que o quadro desaparece. E Bansky? Bom, ele tirou onda como de costume.

    Banksy destrói “A Menina Com Balão” após leilão

    Está indo, indo, foi…,

    disse ironicamente no Instagram.

    A casa de leilão Sotheby’s disse que o “inesperado acidente” se tornou um feito na história das artes. Interessante que A Menina com Balão – pintada em muro no Leste de Londres e eleita a obra predileta do Reino Unido, acabou valorizado depois do acidente. Agora vale o dobro.

    Banksy destrói “A Menina Com Balão” após leilão

    Por causa da repercussão, o artista postou no Instagram algumas pistas sobre os motivos da destruição da peça. “O desejo de destruir também é um impulso criativo”.

     

    Stencil de Banksy é vendido por mais de 1 milhão e se autodestrói em seguida via Hypeness

     

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  • EmArte e Cultura

    Animação baiana em stop motion retrata criação do mundo pelo ponto de vista do Orixá

    O Iorubá é uma língua falada em países como Benim e Nigéria e foi trazida para o lado de cá do Atlântico por negras e negros escravizados vindos de África. No Brasil o idioma se popularizou e foi preservado especialmente em função do Candomblé, religião de origem africana, mas que ganhou corpo e forma a partir da Bahia e seus terreiros que ajudaram e ajudam a manter vivo o culto ao Orixá e uma ligação espiritual entre o Brasil e o continente africano.

    Para além da fé, o Candomblé se coloca como um espaço de preservação de memória e também uma grande referência de comunidade no que diz respeito ao convívio social, respeito aos mais velhos e preservação da natureza. Poço inesgotável de cultura, o culto ao Orixá sobrevive firme e forte apesar de todo o preconceito que rodeia esta religião característica dos afrodescendentes brasileiros. Nesse sentido são muitos os trabalhos que tentam desmistificar e propor uma discussão e interpretação honesta acerca da beleza e conceitos que formam o Candomblé, caso da premiada animação baiana Òrun Àiyé, curta feito em stop motion e que de maneira delicada e cuidadosa narra a criação do mundo a partir do Orixá.

    Com trajetória de sucesso, o curta produzido pela Estandarte Produções já rodou o mundo desde seu lançamento, sendo exibido em países como Estados Unidos, Cuba, México, França, Espanha, Portugal, Suíça, Quênia e Colômbia, além de mais de 10 estados brasileiros.

    Em entrevista ao Hypeness Cintia Maria e Jamile Coelho, responsáveis pela produção e direção de Òrun Àiyé repercutem o sucesso do curta, além de enfatizarem urgência de uma multiplicidade de vozes para que seja possível alcançar um cenário mais democrático dentro do cinema brasileiro.

    “Òrun nos fez acreditar no impossível. Nos mostrou que por mais difícil que seja nós mulheres, negras, nordestinas e suburbanas também podemos trabalhar com o audiovisual, fazer animação e, o mais importante, podemos fazer sucesso contando histórias que fogem da linha eurocêntrica e hegemônica do audiovisual.

    O filme nos permitiu adentrar um território de autoconhecimento através da ancestralidade e nos mostrou a importância da arte enquanto mecanismo político de resistência. A fé no trabalho que a gente faz nos permitiu pensar um outro modelo de produção e narrativas na Estandarte Produções. Buscamos enegrecer o cinema nacional mostrando através de nossas lentes a diversidade do Brasil”, comentam.

    “Nós mulheres, negras, nordestinas e suburbanas também podemos trabalhar com o audiovisual”

    Além de Jamile Coelho e Cintia Maria, Òrun Àiyé conta com roteiro de Thyago Bezerra para trazer um ponto de vida diferente do usual sobre o surgimento da humanidade. Em função de diversos fatores, entre eles a discriminação racial, apenas uma narrativa, branca, cristã e eurocentrada teve espaço. Mas afinal, qual é a perspectiva dos seguidores de religiões negras sobre a existência?

    Para que este e outros questionamentos sejam respondidos é imprescindível a criação de uma agenda positiva do negro no Brasil. Ou seja, a comunicação deve exercer a responsabilidade de desassociar a população negra de situações de violência, prática comum desde o período da escravidão. Na mudança o cinema e o audiovisual são de grande valia.

    “O cinema serve a algo maior que a própria arte, por ajudar na construção de imaginário e subjetividades. Compreendendo a representação como um processo de significação histórica, socialmente construído e determinado por relações de poder, buscamos através de nossas produções reconstruir as representações sociais sobre os brasileiros negros, contestando as narrativas pejorativas e estereotipadas, reelaborando suas imagens e os papéis que assumiram/assumem na sociedade.

    Uma pauta positiva sobre negro no cinema e na TV promove o enfrentamento ao discurso homogêneo, trabalhando na reconstrução do simbólico e subjetivo, possibilitando narrativas diversas, humanizando o corpo negro e desmistificando todo o estereótipo construído pela religião e ciência para justificar a escravidão e o massacre do continente africano”, concluem Jamile Coelho e Cintia Maria.


    Para as duas profissionais do cinema que vivem em Salvador, cidade com uma grande porcentagem de negras e negros, é preciso estar “consciente do potencial transformador e qualificador das relações sociais que a televisão e o cinema desempenham”.

    Em Òrun Àiyé temos Vovô Bira, um griot que divide seus saberes de como os de Orixás africanos como Olodumaré, Orunmilá, Oduduwa, Oxalá (dublado pelo músico Carlinhos Brown), Nanã e Exú, que trocam experiências sobre a descoberta do universo. Repleto de detalhes e fiel aos arquétipos e características do Orixá, o início do filme foca na tarefa dada por Olodumaré ao Orixá do branco e da pureza, Oxalá, que caminha pelos desertos de África em busca de relatos de como as lendas africanas retratam a criação dos seres humanos, da natureza e de todo o mundo.

    Ao todo foram 455 dias, mais de 2500 fotografias e 45 profissionais envolvidos em um trabalho que resultou em 12 minutos de pura magia. Òrun Àiyé é uma novidade bem-vinda e imprescindível para o fomento e continuidade de uma discussão madura acerca da presença africana, não só na constituição da base, mas em todos os momentos da vida brasileira.

    “Deveria ser comum num país com mais 50% da população negra filmes dirigidos e protagonizados por negros, com temática baseada nas experiências desse segmento da população brasileira e sem incorrer em imagens e representações estereotipada, no entanto, os dados mostram uma outra realidade e apenas reforçam o quanto o racismo segmenta e invisibiliza essa parte da população”, analisam as duas profissionais do audiovisual.

    Diante da receptividade mais que positiva e de um sucesso estrondoso, Jamile e Cintia já estão em processo de finalização de um episódio independente da série, Òrun Àiyé: as Águas de Oxalá, que apresenta as aventuras de Luna, uma menina repleta de dúvidas sobre a mitologia africana.

    “Apesar de toda a repercussão do piloto, ainda temos muita dificuldade na captação de recursos, sabemos que a via possível para financiamento é através dos editais públicos, pois existem poucas instituições privadas no Brasil, dispostas a patrocinar iniciativas que discutem racismo e intolerância religiosa, além do protagonismo de mulheres negras na frente e trás das câmeras”.

    É importante que, em um país formado a partir de uma visão racista, eugenista e marcado pelo sangue derramado de negras e negros arrancados de suas origens, jovens afrodescendentes usem a arte e a educação para mudar um conceito equivocado e ignorante sobre a cultura afro-brasileira. Mais representativo ainda é o fato da animação ter sido produzida por profissionais de Salvador, cidade onde o negro ainda ocupa um espaço estereotipado, que teima em colocá-lo como um adereço para agradar e atrair turistas. Òrun Àiyé chega para fazer jus ao negro e sua cultura. Sempre na justiça de Xangô!

     

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    As impressionantes imagens vencedoras do maior Prêmio Anual de Fotojornalismo

    Lugar certo, hora certa e muita experiência para dizer a hora certa de clicar. Grandes fotos não são tiradas por acaso, e, quando se trata das escolhidas como melhores trabalhos do fotojornalismo em 2017, fica claro que imagens têm um poder único de informar e impressionar.

    O maior concurso de fotojornalismo do mundo é promovido pela World Press Photo, organização criada em 1955 na Holanda para expor os trabalhos de profissionais locais a colegas estrangeiros. Hoje, ela é referência na promoção do jornalismo visual de qualidade, e o prêmio pode ser considerado o mais tradicional do planeta.

    Dezoito jurados foram os responsáveis por escolher as melhores entre as mais de oitenta mil imagens inscritas por mais de cinco mil fotógrafos de 125 países. Cada categoria é dividida em duas: Individuais e Histórias, para trabalhos que incluem várias imagens sobre o mesmo tema (as galerias da categoria Histórias podem ser vistas no site)

    O grande vencedor foi o registro que Burhan Ozbilici fez em Ancara, na Turquia, quando um jovem local assassinou Andrey Karlov, embaixador da Rússia no país. Mary F. Calvin, membro do júri, comenta que se trata de “uma imagem explosiva, que realmente fala sobre o ódio dos nossos tempos”. E completa: “Sentimos que ela sintetiza o que o prêmio World Press Photo of the Year é e significa”.

    Confira os vencedores dos prêmios individuais de cada categoria:

    Foto do ano

    Burhan Ozbilici

    Atirador grita após assassinar embaixador russo na Turquia

     

    Problemas Contemporâneos

    Jonathan Bachman

    Manifestante mantém a serenidade enquanto é presa durante manifestação nos EUA

     

    Vida Diária

    Paula Bronstein

    Mulher segura o sobrinho de 2 anos, ferido em ataque a bomba na capital do Afeganistão

     

    Notícias Gerais

    Laurent Van der Stockt

    Família espera enquanto forças policiais iraquianas procuram membros do Estado Islâmico

     

    Natureza

    Francis Pérez

    Tartaruga marinha pega por rede nada após escapar de pescadores

     

    Pessoas

    Magnus Wennman

    Menina de 5 anos exausta após família fugir de aldeia por causa do Estado Islâmico

     

    Esportes

    Tom Jenkins

    Jóquei Nina Carberry voa de cavalo após ele atingir uma barreira

     

    Hard News

    Jamal Taraqai

    Ataque a bomba em hospital do Paquistão: advogados tinham se reunido para visitar colega que tinha sido alvo de tiros

     

     

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    Fotógrafo muda aparência de casal em situação de rua para questionar preconceitos

    Um talentoso fotógrafo de Nairobi, no Quênia, trabalhando sob o nome de Muchiri Frames, recentemente fez uma sessão de fotos inspiradora que provou que o amor é puro e incondicional na sua forma mais simples. Juntamente com sua equipe, eles decidiram fazer algo especial para o dia dos Namorados. E é quando eles conheceram Sammy, também conhecido como Blackie, nos parques de Nairobi, que vive nas ruas há um tempo agora.

    Quando perguntado se ele estava apaixonado, Sammy começou a descrever sua namorada, que de repente acendeu um brilho em seus olhos. Eles se conheceram nas ruas de Nairobi, onde ambos vivem, e sua amizade logo se transformou em uma inspiradora história de amor. O fotógrafo decidiu dar-lhes uma incrível transformação para celebrar seu relacionamento especial em um dia especial.

    “Sob a inspiração do amor em sua forma mais simples, celebramos o Dia dos Namorados (Valentine´s Day) com essas almas surpreendentes e saímos com ótimos testemunhos. Na verdade, sob toda a sujeira, roupas esfarrapadas e discursos arruinados, há pessoas bonitas que prosperariam como o resto de nós se oferecêssemos as oportunidades “, diz o autor em seu site. “O amor não discrimina, isso aqui é a prova“.

     

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