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    5 Tipos de conteúdo para aumentar o tráfego orgânico

    Aumentar o tráfego orgânico está entre os principais objetivos das ações de marketing digital. E não é de se estranhar: um bom volume de tráfego orgânico reduz o custo para atrair visitantes e otimiza os resultados com a geração de leads.

    Entretanto, é preciso considerar que nem todos os tipos de conteúdo são criados iguais. Alguns impulsionam o tráfego de pesquisa, enquanto outros estão focados na conversão de leads ou na divulgação de notícias sobre sua empresa.

    Quando falamos sobre a atração de tráfego através da produção de conteúdos, estamos falando sobre a publicação de informações relevantes e atrativas para o seu público. Se produzir conteúdo de baixa qualidade, seus visitantes podem simplesmente encontrar o blog de um concorrente para obter conteúdo de qualidade.

    Como você já deve saber, quando seus clientes ou leitores começam a perder o interesse pelo conteúdo que você está divulgando, seu tráfego orgânico começa a sofrer. Então, aqui está uma questão a considerar: qual é o nível de poder do seu conteúdo para atrair visitas orgânicas ao seu site?

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    Neste artigo veremos 5 formatos de conteúdo que você pode explorar para aumentar o tráfego orgânico nas páginas da sua empresa. Acompanhe.

    Por que é importante aumentar o tráfego orgânico?

    O tráfego orgânico é o tráfego que chega ao seu website quando alguém faz uma consulta no Google e você é encontrado entre os resultados da pesquisa. Ou seja, é uma forma muito eficiente e gratuita de gerar visitantes para o seu site – sem a necessidade de pagar pelo impulsionamento nos mecanismos de busca.

    As empresas que conseguem aumentar o tráfego orgânico em suas páginas podem aproveitar diversas vantagens que impactam no sucesso de suas estratégias de marketing digital:

    Leads qualificados. Um usuário que encontra a sua página pesquisando por uma palavra-chave relacionada diretamente à sua empresa possui grandes chances de se transformar em uma oportunidade real de negócio.

    Tráfego orgânico é sustentável. Se você depende da busca paga para gerar tráfego, será preciso dedicar um orçamento mensal para o Google Ads. Já com o tráfego orgânico você garante bons resultados sem precisar se preocupar.

    Rentabilidade em longo prazo. Colocar uma página entre os primeiros resultados do Google pode ser uma tarefa complicada. Porém, em longo prazo você colhe ótimos resultados – gerando um grande volume de visitas diariamente sem fazer esforços.

    Vantagem competitiva. Em um mercado tão concorrido, qualquer diferencial pode colocá-lo à frente dos concorrentes. Aumentar o tráfego orgânico é uma ótima forma de ser encontrado de forma mais fácil pelo público.

    Combustível para a estratégia de marketing digital. Você deseja gerar mais leads através de e-books? Ou então criar campanhas de e-mail marketing e remarketing? O primeiro passo para isso é gerar um bom volume de visitantes – e aumentar o tráfego orgânico vai ajudá-lo nisso.

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    5 formatos de conteúdo que aumentam o tráfego orgânico

    Você ficou interessado em aumentar o tráfego orgânico nas suas páginas? Para colocar isso em prática, você pode apostar em alguns tipos de conteúdo que ajudam a ampliar a visibilidade do seu site nos mecanismos de busca:

    1. Postagens de “como fazer?”

    Conteúdos que estimulam a prática estão entre os formatos de conteúdo mais popular na web. Para visualizar isso, basta pensar nas suas próprias pesquisas. Você pode procurar pelas mais diversas informações dessa forma: como fazer arroz? Como consertar seu celular? Como criar uma planilha de fluxo de caixa? Como construir uma lista de e-mail marketing?

    Esses conteúdos são muito fáceis de criar e possuem um valor imenso, porque a maioria das pessoas vai aos motores de busca à procura de conselhos. A mágica nesse tipo de conteúdo é torná-lo rico e cheio de informações úteis. Caso contrário, você não conseguirá manter a atenção do público por muito tempo.

    2. Infográficos

    O mundo de hoje está constantemente em busca de dados, agora mais do que nunca. Ter dados relevantes e necessários dentro do seu conteúdo fará com que os rankings do mecanismo de busca sejam direcionados para você.

    Os infográficos ajudam bastante a resumir o conteúdo, utilizando representações gráficas e dados relevantes. Eles tornam divertido para os leitores assimilar os dados e compartilhar, porque combina visuais interessantes e informações úteis.

    Além de infográficos serem úteis para o leitor, muitas pessoas gostam de compartilhar esse tipo de conteúdo nas mídias sociais. Por isso, esse formato de conteúdo pode ser responsável por aumentar o tráfego orgânico em longo prazo.

    3. Resenhas de livros

    Antes de comprar um livro, você provavelmente analisa as recomendações de alguém que você admira ou de um especialista, não é? Esse é um hábito muito comum entre o público antes de fazer a compra de novos livros.

    É por essa razão que pode ser útil criar resenhas de livros sobre tópicos relacionados ao seu negócio. Além de ser encontrado por pessoas que pesquisam sobre esses livros ou autores, você ainda tem a oportunidade de demonstrar toda sua autoridade sobre o assunto.

    4. Reviews de produtos

    Os reviews de produtos são bastante semelhantes às resenhas de livros, entretanto, podem abranger vários aspectos – como itens físicos, softwares, ideias, serviços, entre outros.

    Os consumidores estão sempre procurando por avaliações de qualidade em qualquer produto antes de comprá-lo, certo? Você pode se posicionar como um conhecedor sobre o assunto e auxiliar o público na decisão de compra.

    Se você possui uma empresa de consultoria de marketing digital, pode escrever um artigo com prós e contras das principais ferramentas de pesquisa de palavras-chave. Geralmente, as pessoas que procuram por esse assunto também possuem interesse na solução que você tem a oferecer.

    https://memedigital.com.br/5-tipos-de-conteudo-para-aumentar-o-trafego-organico/
    5. Guest posts

    Uma das formas mais efetivas de aumentar o tráfego do seu site é fazer publicações em outros blogs confiáveis e com autoridade de domínio forte. Além de garantir vários cliques das pessoas que acompanham aquele blog, os mecanismos de busca avaliam positivamente esses links externos.

    Quando você cria um conteúdo que é útil o suficiente para ser publicado por um site com autoridade no mercado, você abre o caminho para um público mais amplo. E quando eles amam o que você mostrou, eles começam a pesquisar mais conteúdos na sua página.

    O que fazer depois de aumentar o tráfego orgânico?

    Você explorou esses tipos de conteúdo para aumentar o tráfego orgânico da sua empresa e obteve bons resultados. E agora? O que você deve fazer com base no aumento de visitantes que passam pelo site da sua empresa?

    A atração do público é apenas a primeira das etapas de uma estratégia de Inbound Marketing. Após isso, você deve se dedicar a converter os visitantes em leads, aumentar sua conexão com a base, identificar oportunidades para vendas e fidelizar os clientes.

    Veja também:

    5 Tipos de conteúdo para aumentar o tráfego orgânico via O Cara do Marketing

    Postado por Meme Digital | Agência de Marketing Digital & Desenvolvimento Web Campinas/São Paulo.
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  • EmMarketing Digital

    O que é tráfego orgânico e por que ele é essencial para sua estratégia

    O tráfego orgânico é o conjunto de visitas que foram conquistadas de forma espontânea, ou seja, quando não há investimento em anúncios. Quer saber por que ele é tão importante para sua empresa e como você pode potencializá-lo? Então confira este post!

    O Marketing Digital começa com a atração de pessoas. Se você não conseguir trazer o público certo para seus canais digitais, não terá resultados.

    Por um bom tempo, as principais maneiras de chamar a atenção de possíveis clientes eram pagas. Mas com o avanço da internet, esse cenário tem mudado para melhor.

    Hoje em dia, é possível gerar visitas para um site sem gastar dinheiro algum com anúncios ou compra de listas de e-mails — isso é o que chamamos de tráfego orgânico.

    O tráfego orgânico é, com razão, o principal objetivo de muitas empresas que investem na criação de uma estratégia digital de aquisição de clientes.

    Quer saber por que tanta gente se preocupa com isso, e como o seu negócio também pode se beneficiar do tráfego orgânico? É só continuar a leitura!

    Entenda o conceito de tráfego orgânico

    Todas as visitas que um canal digital (como o site ou blog de uma empresa) recebe são chamadas de tráfego.

    O tráfego orgânico nada mais é que as visitas conquistadas de maneira espontânea, sem usar anúncios. Geralmente esse tipo de tráfego vem de mecanismos de busca, como o Google e o Bing.

    Não dá para dizer, exatamente, que o tráfego orgânico não envolve custo algum, até porque as estratégias para atrair visitas custam dinheiro e levam tempo.

    Mas a principal diferença do tráfego orgânico para o pago é que você gasta dinheiro uma vez para colher resultados por muito tempo.

    Um artigo de blog que você produzir vai levar tempo e custar dinheiro, mas poderá gerar resultados hoje e daqui a um ano. Enquanto isso, um anúncio dura apenas o tempo que você pagar por ele.

    Saiba quais são os outros 4 tipos de tráfego que você pode gerar

    Se você já acessou o painel do Google Analytics alguma vez, deve ter visto vários nomes de tráfego diferentes. O que eles significam?

    Basicamente, o tráfego se divide entre pago e orgânico, como explicado acima. Mas os termos usados ajudam a entender de forma mais específica como determinado visitante chegou a cada página.

    Além do tráfego orgânico, veja o que significa cada um dos outros nomes:

    • pago: atrair visitantes por colocar anúncios no Google ou sites que a sua audiência costuma acessar;
    • direto: é quando uma pessoa acessa seu site de forma direta, sem vir de outro site. Não deixa de ser uma forma de tráfego orgânico, já que não vem de fontes pagas;
    • social: são os acessos a partir de redes sociais, algo comum no caso de links compartilhados nesses canais, que direcionam tráfego para um site;
    • de referência: quando alguém visita uma página a partir de qualquer site que não seja um mecanismo de busca. É isso que acontece com backlinks para um artigo do seu blog, por exemplo.

    Veja 5 benefícios de investir no tráfego orgânico

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    No início do artigo, falamos que o tráfego orgânico se tornou o alvo principal de muitas empresas que resolvem investir em marketing digital.

    Agora é a hora de você entender o porquê. Veja os benefícios que essa estratégia pode trazer para o seu negócio!

    1.Custo- benefício

    Em primeiro lugar, o tráfego orgânico contribui com a redução de custos da sua estratégia de marketing, se comparado ao uso de anúncios.

    Por consequência, a margem de lucro sobre as vendas é maior. Com isso, dá para dizer que a relação custo-benefício do tráfego orgânico é imbatível.

    2. Escalabilidade

    Anúncios não são escaláveis. A partir do momento em que você parar de gastar com eles, seu tráfego vai diminuir.

    Além disso, o custo para atrair um grande número de visitantes qualificados pode ser inviável. Com o tráfego orgânico, acontece o contrário: quanto mais visitas, menor seu custo.

    3. Relevância

    O Google mostra quando um resultado é anúncio pago. Assim, os usuários já sabem que a página em questão está tentando vender algo para eles, o que diminui a confiança nas informações apresentadas.

    O resultado orgânico, por sua vez, é tido como genuíno e ganha uma credibilidade maior logo de início.

    4. Duração

    A duração dos resultados de uma estratégia orgânica não tem prazo de validade.

    Um único blog post pode gerar milhões em vendas durante um período longo, algo que beira o impossível se for comparado com o custo de manter uma campanha de tráfego pago rodando continuamente.

    5. Construção de relacionamento

    O tráfego pago tem seu valor, mas é mais indicado para quem deseja fazer uma venda imediata. Para construir relacionamentos próximos e acompanhar os clientes por toda a jornada de compra o tráfego orgânico é a melhor escolha.

    É só considerar o que falamos sobre o custo, a confiança dos usuários e a possibilidade de escalar os esforços.

    Conheça 3 estratégias focadas em tráfego orgânico para aplicar imediatamente

    Se você já está convencido de que o tráfego orgânico é mesmo uma boa estratégia para investir, a única pergunta na sua mente neste momento deve ser “Como conseguir visitas de forma orgânica?”.

    E a resposta é: com estratégias apropriadas para isso, como as que mostramos a seguir!

    1. Marketing de conteúdo

    O Marketing de Conteúdo é um dos pilares do Marketing Digital. A geração de tráfego orgânico, hoje, dificilmente acontece sem algum tipo de conteúdo que interessa à persona.

    Por isso, se você quer atrair visitas qualificadas sem precisar recorrer a fontes pagas, aprenda como o marketing de conteúdo funciona e o que precisa fazer para aplicá-lo de forma consistente.

    2. SEO

    O SEO (Search Engine Optimization) é a otimização de mecanismos de busca. Isso significa tornar seu site mais fácil de ser encontrado pelo Google.

    O SEO, assim como o marketing de conteúdo, é uma estratégia excelente, mas que leva tempo e requer disciplina. Dependendo de como seu site está hoje, muita coisa precisará ser mudada.

    Mas não tenha dúvidas de que o esforço vale a pena: um site bem visto pelo Google é forte candidato a gerar tráfego orgânico.

    3. E-mail marketing

    Construir um relacionamento com as pessoas que acessam seu conteúdo é a única forma de transformar simples visitantes em leads e, mais tarde, em clientes.

    O e-mail marketing é um dos melhores canais para cultivar o interesse do seu público cativo com conteúdo atualizado e relevante.

    E, com uma lista de e-mails, é mais fácil direcionar visitas para seu conteúdo do que só com promoção em redes.

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    Descubra 5 hacks básicos para potencializar sua geração de tráfego orgânico

    Além de estratégias completas focadas na aquisição de tráfego orgânico para o seu site ou blog, existem outras atitudes menores que também são essenciais para o sucesso.

    Confira abaixo os 5 hacks básicos que você precisa seguir para impulsionar a geração de tráfego orgânico qualificado da sua empresa.

    1. Foco total na persona

    Não adianta produzir conteúdo pensando no que o Google considera relevante e esquecer-se da persona. Lembre-se de que quem vai consumir o que você produz são pessoas.

    Pense no que a sua persona quer e precisa, aprenda como ela busca respostas para suas principais dúvidas ou problemas e molde seu planejamento com base nesses dados.

    2. Crie uma estratégia para suas palavras-chave

    As palavras-chave ainda são muito importantes para ranquear bem nos mecanismos de busca, pois são elas que ajudam esses sites a determinar o que o usuário busca e quais conteúdos atendem melhor à demanda.

    A Rock Content mesmo já conseguiu resultados incríveis por melhorar a estrutura das pesquisas de palavras-chave. Não importa o tamanho do seu blog, faça disso uma prioridade desde o início.

    3. Capriche na descrição do conteúdo para o Google

    O Google permite que um conteúdo apareça de forma diferente na página de busca, a fim de atrair a atenção dos usuários.

    Você pode personalizar o título de um artigo ou página, bem como a meta descrição do que a pessoa encontrará se clicar no link.

    Otimize seu conteúdo com técnicas de copywriting para persuadir o usuário e aumentar a taxa de cliques.

    4. Publique o mesmo conteúdo em diferentes formatos

    É muito importante que o seu conteúdo seja de alta relevância para o público, mas isso não significa que ele precisa ser distribuído em um formato só.

    Aliás, é recomendado que você modifique uma peça de conteúdo para publicá-la em diferentes formatos. O mesmo material pode ser usado como:

    • blog post;
    • infográfico;
    • apresentação de slides;
    • vídeo;
    • e-book e outros formatos.

    Cada formato desses pode ser publicado em canais que gerem tráfego orgânico.

    5. Gaste tanto tempo na promoção quanto na produção do conteúdo

    A dica acima tem tudo a ver com esse ponto, pois não deixa de ser um grande esforço de promover o mesmo conteúdo em várias fontes diferentes de tráfego.

    Faça isso com cada peça de conteúdo que produzir. Se criar um vídeo, porque publicá-lo em um lugar só? Publique no YouTube, Vimeo, Facebook, IGTV e no seu próprio site.

    Invista tempo promovendo seu conteúdo. Quanto mais fizer isso, mais pessoas encontrarão sua mensagem e entrarão em contato com a sua marca, sem que você precise usar anúncios.

    O tráfego orgânico exige tempo, pesquisa e regularidade na produção de conteúdo que gera valor para a persona. Mas todo o trabalho vale a pena, pois traz resultados consistentes, escaláveis e de longa duração.

    Escrito por Daniel Moraes

    Veja também:

    Entenda o que é tráfego orgânico e por que ele é essencial para sua estratégia online via Rock Content

    Postado por Meme Digital | Agência de Marketing Digital & Desenvolvimento Web Campinas/São Paulo.
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  • EmMarketing Digital

    Como UX contribui para sua estratégia de marketing digital

    Existem conceitos essenciais para construir uma boa experiência para o usuário, como atração, conexão, encantamento e aspectos sensoriais, por exemplo, seja no âmbito físico ou digital

    Mas afinal, do que se trata o termo “User Experience”, muito usado no marketing digital?

    Experiência do usuário, ou User Experience (UX), é o conjunto dos sentimentos e percepções que uma pessoa tem ao interagir com seu negócio/marca/produto/serviço.

    Normalmente é associado a usabilidade, a interface e ao design, porém, não se resume a isso. A experiência do usuário trata-se, então, do relacionamento entre cliente e marca.

    Como projetar uma boa experiência digital para o seu cliente?

    O requisito básico para uma excelente experiência do usuário é entender as necessidades e particularidades do cliente, garantindo uma experiência positiva a ele.

    Para fazer isso, algumas etapas devem ser seguidas:

    1. Segmente seu público

    Imagine que você já tem um produto/serviço que seja bom. Agora você precisa divulgá-lo para o mercado, mostrando o que ele é, o que ele faz e como pode ajudar a melhorar a vida das pessoas.

    A segmentação de mercado é uma forma de conhecer o público e otimizar as estratégias de comunicação e marketing.

    Como UX contribui para sua estratégia de marketing digital

    Para que seja bem-feita, identifique alguns critérios que afetam as decisões de compra, como:

    • Comportamento;
    • Demografia;
    • Estilo de vida;
    • Geografia;
    • Personalidade;
    • Índice socioeconômico;
    • Entre outros.

    Segmentar o mercado é determinar com quem vai negociar e, assim, direcionar os esforços no caminho certo.

    2.Faça um diagnóstico de comportamento

    Não é fácil entender o comportamento dos consumidores, que podem declarar as necessidades e desejos, mas agir de maneira diferente.

    Há fatores emocionais, sociais e psicológicos que influenciam na forma como uma mesma mensagem pode ser interpretada de formas diferentes.

    Criar uma conexão emocional é o ponto de partida de uma estratégia de comunicação, mas é preciso ter cautela para ter certeza que essas emoções são interpretadas corretamente pelo público-alvo.

    3.Estabeleça metas

    Trabalhar sem definição de metas é desperdício de esforço, tempo e dinheiro. Já ouviu falar que “pra quem não sabe onde vai, qualquer caminho serve”? É bem isso.

    Uma vez que você conhece seu público, é hora de traçar meios para chegar até a ele. Definir metas é quantificar o objetivo, seja ele lucro e/ou exposição de marca.

    4.Melhore seus serviços de interface

    Ao falarmos sobre design de interface, o apelo estético está mais ligado à clareza de informações do que ao conceito de beleza, que é relativo, por sinal.

    Como UX contribui para sua estratégia de marketing digital

    O que é bonito para um, pode ser feio para outro, mas o que funciona para um certamente também funcionará para todos.

    Invista na usabilidade, sem ignorar a identidade visual da sua marca, é claro.

    Site com uma boa UX é fácil de usar, intuitivo e impacta quem está navegando por ele positivamente pela aparência.

    É importante ter cuidado com as cores, tipografia e elementos visuais na hora de projetar seu site, sempre com foco no público-alvo.

    5.Experiência mobile

    Investir em Design Responsivo é ter um site em que a interface e todo conteúdo se adapta a diferentes resoluções de tela, proporcionando ao usuário uma boa experiência seja em desktop ou mobile.

    De acordo com o Google, mais de 40% das pessoas prefere fazer sua jornada de consumo pelo celular, da pesquisa à compra. Quando surge uma dúvida ou necessidade, 96% das pessoas recorrem a um smartphone.

    Investir na Experiência do Usuário como parte da estratégia de marketing digital, significa aumentar a confiabilidade na sua marca, agregar mais valor ao produto, impactar positivamente sua audiência, conquistar clientes, aumentar a taxa de conversão e, contudo, potencializar suas vendas.

    Escrito por Thuana Botelho e Thaís Gomes

    Veja também:

    Como a UX contribui para sua estratégia de marketing digital via DigiTalks

    Postado por Meme Digital | Agência de Marketing Digital & Desenvolvimento Web Campinas/São Paulo.
    Fotos/Reprodução

  • EmMarketing Digital

    Marketing 4.0: o que é, quais os impactos e como aplicar na sua empresa

    Já passamos pelo Marketing 1.0, 2.0 e 3.0. Agora, é a vez da economia digital, da revolução da Internet e de todas as transformações que a tecnologia traz para a sociedade e para as empresas. Saiba tudo agora sobre o Marketing 4.0!

    O Marketing 4.0 é o mais recente estágio do mercado. Estamos vivendo essa era do Marketing em que a tecnologia permeia as nossas vidas e se transforma em um meio necessário para conectar marcas e consumidores.

    Experimente lembrar as suas últimas compras. No último ano, você pode ter comprado um sapato, um celular ou até um carro. Certamente, em algum momento da sua jornada de compra (talvez em toda ela!), a Internet estava presente, não é?

    Na hora de pesquisar preços, conhecer as opções de marcas ou efetivamente comprar o produto, você provavelmente usou ferramentas digitais. Pesquisou no Google, consultou opiniões no Facebook, acessou sites de e-commerce e até blogs com avaliações do produto.

    Mas não pense que é só você que faz isso: esse é o comportamento padrão dos consumidores atualmente, que utilizam a tecnologia em todas as esferas da sua vida.

    E as empresas, o que têm a ver com isso? Elas precisam estar onde os consumidores estão, adotar a linguagem que eles estão usando. Por isso, elas precisam migrar para o Marketing 4.0.

    Quer entender melhor o que isso significa? Vamos falar agora sobre o Marketing 4.0: o que é isso, quais os impactos para o seu negócio e como se adaptar a ele. Boa leitura!

    O que é Marketing 4.0?

    Marketing 4.0 é um conceito desenvolvido por Philip Kotler, um dos mais importantes teóricos da Administração Moderna.

    O livro Marketing 4.0: do Tradicional ao Digital (2016), escrito em parceria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, destrincha todos os detalhes dessa nova era do Marketing.

    Segundo os autores, o Marketing 4.0 representa a revolução digital para as empresas. Se antes elas podiam simplesmente investir em anúncios de TV, jornais e revistas para conquistar clientes, hoje é preciso avançar na transformação digital.

    O que é Marketing 4.0?

    Novas tecnologias e novos comportamentos dos consumidores ― que já vivenciam uma transformação digital no seu cotidiano ― demandam uma nova abordagem do Marketing.

    Mas não se trata apenas de ter uma página no Facebook e enviar e-mail Marketing. Só isso não significa uma mudança profunda.

    A transformação é muito mais de mindset do que de ferramentas. Por isso, as empresas precisam entender a nova realidade que está aí, antes de aplicar o marketing digital. É com isso que Kotler introduz o conceito de Marketing 4.0.

    De acordo com o livro, a conectividade provoca mudanças drásticas na sociedade:

    1. em detrimento da exclusividade, o mundo se volta para a inclusão social e o senso de comunidade, ao eliminar barreiras geográficas e demográficas;
    2. estruturas de poder verticais estão se diluindo, aumentando a competitividade de pequenos negócios e dando lugar a relações horizontais entre marcas e consumidores;
    3. decisões individuais são cada vez mais influenciadas pelas opiniões sociais compartilhadas nas comunidades digitais.

    Todas essas transformações, provocadas pela Internet, impactam também nas empresas. Para entrar na era digital e se conectar com a sociedade, portanto, elas devem passar para uma lógica de negócios mais inclusiva, horizontal e social.

    Para isso, elas também devem entender os paradoxos que a conectividade traz.

    Primeiramente, o livro apresenta o paradoxo da interação online versus offline. Por mais que as pessoas estejam desenvolvendo novas relações pela Internet, elas dão valor para as experiências físicas. O futuro aponta, então, para uma convergência entre online e offline.

    Além disso, ao mesmo tempo em que a conectividade apresenta muito mais opções de consumo, ela também dificulta as escolhas do consumidor.

    Ele não tem mais tempo nem atenção para cada estímulo de marca que recebe. Ele se dedica apenas ao que oferece alguma utilidade para ele, seja como entretenimento, seja como informação.

    E o terceiro paradoxo é sobre defesa negativa versus positiva. A conectividade estimula que os consumidores exponham suas opiniões sobre as marcas. Só que elas podem ser negativas ou positivas, e isso não está sob controle da empresa.

    O que fazer, então, ao receber uma avaliação ruim? Não se desesperar: é preciso lidar com o paradoxo, já que as opiniões negativas incentivam que os defensores da marca se manifestem.

    Aí estão, portanto, os desafios das empresas no Marketing 4.0. A seguir, vamos ver como você pode superá-los para se adaptar a esse novo cenário.

    Do Marketing 1.0 até o 4.0: como o marketing evoluiu?

    Se o conceito é chamado de Marketing 4.0, imagina-se que antes já passamos pelo 1.0, 2.0 e 3.0, certo? É isso mesmo: Kotler teorizou sobre as transformações da sociedade e como as empresas se adaptaram a elas, desde os primeiros passos do Marketing. Acompanhe!

    Marketing 1.0

    Nesse primeiro estágio, o cenário era de poucas opções para o consumidor e baixa concorrência entre as empresas.

    Por isso, elas estavam focadas nos seus próprios produtos e produção. Nada de público-alvo, personalização ou diferenciação: bastava massificar a divulgação, focando nos atributos funcionais dos produtos.

    É fácil perceber como o Marketing 1.0 se manifesta na publicidade da época. Veja, por exemplo, este anúncio do Fusca, que ressalta as características do carro:

    Marketing 2.0

    Depois disso, vem o Marketing 2.0. Nesse estágio, a concorrência entre as empresas fica mais acirrada. Começa uma preocupação maior com a construção de uma marca, ou seja, uma identidade da empresa que a diferenciasse dos concorrentes.

    Nessa etapa, os consumidores também mudam. Eles se tornaram mais exigentes em relação às marcas, já que passaram a ter mais opções de escolha.

    Por isso, as marcas passaram a adotar a segmentação de mercado, com a intenção de se identificar com um grupo de consumidores ― o seu público-alvo. Ao se diferenciar dos concorrentes, então, cada empresa atende as necessidades e desejos de um segmento.

    Um bom exemplo desse estágio do Marketing são os comerciais da Bombril. A marca escolheu um personagem e uma linguagem pensando na dona de casa que utilizava o produto. O foco não é mais exatamente o produto, e sim a identificação da marca com o público-alvo.

    Marketing 3.0

    Mais recentemente, então, chegou o Marketing 3.0. Em vez da segmentação, as empresas passaram a apostar na personalização ― o Marketing one-to-one. Afinal, seres humanos se juntam em tribos, mas cada pessoa é única.

    Então, consumidores deixam de ser tratados como um alvo ou meros compradores. Eles passam a ser tratados como os seres humanos que são ― cada um com a sua própria história, os seus valores e toda a sua complexidade.

    Por esse motivo, as marcas hoje também assumem valores humanos. Para gerar identificação com cada pessoa, elas adotam um propósito e se identificam com causas.

    É isso que as pessoas esperam de uma marca, não que apenas criem e vendam produtos.

    Um exemplo dessa abordagem de marketing é a publicidade da Skol que defende as diferenças. A marca assume esse compromisso social e contraria os tradicionais anúncios sexistas de marcas de cerveja. E, assim, conquista a confiança do público.

    Marketing 4.0

    As transformações do Marketing 3.0 já acontecem no contexto da Internet, dos blogs, das redes sociais e da web colaborativa. Porém, a revolução digital foi tão impactante que Philip Kotler desenvolveu um novo conceito para esse cenário da economia digital.

    Portanto, o Marketing 4.0 não vem para substituir o 3.0. As empresas devem seguir focadas no ser humano e assumir uma personalidade para a sua marca. Mas agora a tecnologia assume um papel central nas transformações e o ser humano precisa ser entendido nesse contexto.

    Além disso, o surgimento de novos ciclos do Marketing também não extingue os estágios passados. Ou você acha que ainda não existem empresas focadas em seus próprios produtos? E setores de Marketing que ainda tratam o público como alvo, sem dar voz às pessoas?

    Tudo isso ainda existe no mercado. Mas as empresas que se adaptam mais rapidamente aos novos estágios do Marketing estão muitos passos à frente.

    Como o Marketing 4.0 impacta na sua empresa?

    Diante de todas essas transformações, já dá para entender: sua empresa precisa se adaptar o quanto antes à economia digital.

    Provavelmente você já sabe que precisa ter um site, um perfil nas redes sociais, um blog corporativo e uma plataforma de e-mail Marketing.

    Aqui no blog sempre mostramos a importância dessas ferramentas digitais. Mas elas são apenas ferramentas. Por isso, também sempre ressaltamos a necessidade de ter uma estratégia que embase o seu uso.

    Portanto, estamos falando muito mais que usar novas tecnologias. Adaptar-se de fato ao Marketing 4.0 significa compreender as transformações que a tecnologia traz e como se conectar com as pessoas dentro desse contexto.

    O que é Marketing 4.0?

    Para isso, é preciso se desprender das práticas antigas. Como diz o nome do livro escrito por Kotler, Marketing 4.0 representa a transição do tradicional para o digital.

    Ao compreender isso, você consegue montar estratégias completas e eficientes, que trazem resultados efetivos para o seu negócio. Você cria uma marca forte, que é reconhecida e valorizada pelas pessoas. Você entrega valor para o público consumidor, mas também gera impacto positivo para o mundo à sua volta.

    É isso que se espera de uma empresa no Marketing 4.0.

    Como aplicar o Marketing 4.0 na prática?

    Na teoria, você já entendeu o que é Marketing 4.0, certo? Mas, na hora de colocar em prática, as empresas podem se perder.

    Veja abaixo, então, as principais dicas para construir os pilares do Marketing 4.0 no seu negócio.

    Construa relações horizontais

    No estágio do Marketing 4.0, a conectividade permite a criação de relações mais horizontais e menos hierárquicas. Então, como a sua empresa deve se comportar?

    Para se relacionar de maneira horizontal com outras pessoas, nada melhor que se colocar também como uma pessoa, não é? Então, assuma uma identidade para a sua empresa, que evidencie o seu propósito e os seus valores. A construção de uma brand persona é a melhor ferramenta para isso.

    Assim, você pode conversar com os consumidores de igual para igual. Como nos relacionamentos pessoais, você deve ouvir o outro, entender as suas necessidades e tentar auxiliá-lo. Isso ajuda a construir uma relação de confiança, tão essencial no Marketing 4.0.

    Mas as relações horizontais não valem apenas para os consumidores. Pense nisso também ao se relacionar com os seus competidores.

    É claro que é difícil se desvencilhar da competitividade do mercado. Mas saiba que concorrentes que se unem só têm a ganhar. E isso é uma tendência cada vez mais forte.

    A cada ano vemos mais empresas de um mesmo nicho se reunindo em torno de uma causa. Quer um exemplo bacana? A reunião dos gigantes da Internet para combater o terrorismo.

    Outro exemplo são as ações de co-marketing. Elas geram conteúdos relevantes para o público de duas marcas, que se beneficiam mutuamente.

    Entenda que a sua marca não está totalmente sob o seu controle

    Outra característica do contexto do Marketing 4.0 é a influência das opiniões dos outros nas decisões pessoais.

    Os blogs e redes sociais deram voz a todos. Qualquer pessoa pode publicar na web, manifestar a sua opinião e influenciar nas decisões de outras pessoas. Portanto, as marcas não têm mais controle sobre o que falam dela. São os consumidores que constroem a reputação das marcas.

    Então, não adianta entrar em pânico toda vez que alguém publicar um comentário negativo. Assuma que empresas são feitas por pessoas, e pessoas erram. Afinal, não dissemos antes que você deveria humanizar a sua marca? Então: errar é humano.

    Mas é claro que você pode minimizar os impactos de avaliações negativas. Ter um manual de gerenciamento para crises de imagem, por exemplo, é essencial para saber o que fazer em momentos de conflito. Também é interessante fazer um monitoramento das menções positivas e negativas da sua marca, para ter um termômetro da sua reputação.

    Dedique-se também a conversar com os consumidores, para entender (quando eles reclamarem) e agradecer (quando elogiarem).

    Integre o Marketing online e o offline

    Ao ler o título do livro, pode parecer que Philip Kotler quer extinguir o Marketing tradicional do mapa. Mas não é bem assim.

    O autor defende que, no Marketing 4.0, as estratégias online e offline devem convergir. Afinal, o consumidor vive o paradoxo de interagir cada vez mais pela Internet, mas valorizar as vivências no mundo físico.

    O que a sua marca deve fazer, então? Criar experiências completas, de maneira que as pessoas transitem entre os meios online e offline e fiquem felizes com a sua marca.

    Para isso, é preciso criar uma experiência omnichannel. Esse termo se refere à integração da operação de vendas de uma empresa ao longo de todos os seus canais, independentemente se eles são online ou offline.

    Se o consumidor quer pesquisar pela Internet e comprar na loja física ― e não há nada mais natural que isso hoje! ―, tudo bem. Ele deve transitar entre on e off sem sequer perceber que há uma fronteira.

    Aliás, será que ainda existe essa fronteira? Para quem compra, parece que não. Mas as empresas ainda precisam mudar sua mentalidade para integrar as operações.

    Conquiste atenção e confiança com Marketing de Conteúdo

    O Marketing 4.0 tem um grande desafio: conquistar a atenção e a confiança de um consumidor cada vez mais ocupado e informado.

    O que é Marketing 4.0?

    É por isso que hoje não basta mais pagar por um anúncio de 30 segundos na TV. As pessoas não querem mais ficar esperando os comerciais para assistir ao jornal da noite. Elas não têm mais tempo para isso, e a Internet oferece milhares de outros conteúdos mais interessantes.

    Então, como conquistar esse novo consumidor?

    O Marketing de Conteúdo é a solução. O estudo Content Trends mostra que a adoção dessa estratégia aumenta a cada ano. Em 2018, 73% das empresas entrevistadas adotam o Marketing de Conteúdo ― um aumento de 5,8% em relação a 2015.

    Mas por que esses resultados são tão expressivos? Porque, ao oferecer informações relevantes para as pessoas, você ganha a atenção delas.

    Mas esse conteúdo precisa entregar algo de valor a elas, para resolver alguma dúvida ou necessidade, despertar alguma emoção ou simplesmente divertir.

    Assim, ao longo da jornada de compra do consumidor, você conquista a confiança dele. E um relacionamento de confiança é muito mais difícil de quebrar do que uma relação meramente comercial.

    Em tempos de excesso de estímulos e marcas, tudo o que você quer é criar laços fortes com o público, certo?

    Estimule os advogados da marca

    Por muito tempo, utilizou-se a metodologia AIDA (Atenção, Interesse, Desejo e Ação) para descrever os passos do cliente até a compra.

    O professor Derek Rucker, da Kellogg School of Management, propôs um novo modelo, chamado de 4As: Assimilação, Atitude, Ação e Ação Nova. Essa perspectiva abrange também o pós-compra: uma recompra seria um sinal significativo da fidelidade do cliente.

    Mas Kotler, com base nesse modelo, propõe os 5As: Assimilação, Atração, Arguição, Ação e Apologia.

    Segundo o autor, esse modelo descreve a jornada do consumidor na era da conectividade. Em todas as etapas, ele é influenciado pela comunidade, especialmente na Internet.

    E, nessa perspectiva, o maior sinal de fidelidade do consumidor não é mais recompra: é a disposição em defender a marca (apologia).

    Afinal, a recompra representa apenas uma atitude individualizada. Mas, quando o consumidor se torna um advogado da marca, ele é capaz de influenciar a decisão de várias pessoas e ainda construir uma reputação positiva para a marca.

    Isso pode acontecer naturalmente, quando um cliente se sente satisfeito. Mas você pode estimular a defesa da marca ao oferecer uma experiência valiosa ao consumidor e satisfazê-lo em todas as etapas do seu caminho até a compra.

    Caminhe para a transformação digital

    Enfim, essa é a última dica, que sintetiza tudo o que foi dito até agora.

    Adotar a transformação digital no Marketing 4.0 significa mudar uma cultura construída durante anos. Por muito tempo, empresas e agências de Marketing se acostumaram a tratar o público como massa, escolher um veículo apenas por sua fama ou tomar decisões baseadas em achismos.

    No Marketing 4.0, porém, a conectividade exige uma nova postura. As empresas precisam se orientar pela compreensão do ser humano na economia digital e pela análise de dados para embasar decisões.

    Afinal, se a tecnologia e a sociedade evoluem, o Marketing precisa evoluir junto. É isso que Kotler nos ensina em seus livros.

    Mas a transformação digital não abrange apenas o Marketing. É uma mudança estrutural nas empresas, que coloca a tecnologia em um papel central para melhorar seu desempenho.

    Escrito por Camila Casarotto

    Veja também:

    Marketing 4.0: o que é, quais os impactos e como aplicar na sua empresa via Rock Content

    Postado por Meme Digital | Agência de Marketing Digital & Desenvolvimento Web Campinas/São Paulo.
    Fotos/Reprodução

  • EmMarketing Digital

    Quanto custa a publicidade no Google Ads? Você decide!

    O formato de anúncios no Google Ads tem ajudado empresas de todos os portes a alcançar suas metas de vendas no fim de mês. A facilidade na configuração das campanhas e flexibilidade no investimento são os fatores que fazem dessa mídia uma das maiores no mundo online de hoje. Mas como fazer, onde anunciar e quanto custa publicidade no Google?

    A resposta pra você que quer saber quanto custa anunciar no Ads é simples: você decide. É possível começar investindo R$10, R$50, R$1000 ou mais. Tudo vai depender de como está o planejamento da sua empresa para mídia paga e qual resultado deseja obter.

    Usar esse canal para trazer novos visitantes e clientes é uma estratégia complementar a outras que foquem em lugares onde anunciar na internet. E, para te ajudar a extrair o que essa mídia tem de melhor, vamos fazer um breve overview sobre a ferramenta nesse post. Quer saber mais? Continue lendo.

    Como funciona e quanto custa a publicidade no Google Ads

    O Google Ads é uma ferramenta de anúncios online que podem ser exibidos em três formatos principais: links patrocinados, banners (Google display network) e vídeos (Youtube).

    Todos as formas de campanhas seguem o mesmo raciocínio em sua estrutura de cobrança: o valor pago nos anúncios é baseado em um leilão online. Esse leilão acontece sem que o anunciante veja, em milésimos de segundos. No momento que se configura uma campanha no Ads, deve-se escolher o preço médio e máximo que você deseja pagar pela exibição daquele anúncio.

    Um preço médio muito abaixo do que os outros anunciantes estão oferecendo vai fazer com que seu anúncio não apareça, e no caso de ele estar muito alto, será um bom dinheiro que você estará desperdiçando.

    Fique atento a segmentação que será direcionada e otimize seu investimento nas campanhas.

    Links Patrocinados

    Os anúncios de links patrocinados são os mais comuns. Ao fazer uma busca no Google, você já deve ter reparado que os 3 ou 4 primeiros resultados aparecem com uma tag “Anúncio”, são eles.

    Essa opção de anúncio possui o formato de segmentação baseado principalmente em palavras chaves, podendo também ser segmentado por região, idioma, entre outros. Essas palavras não são nada mais que a forma como os usuários buscam a informação no Google.

    O poder de segmentação desse tipo de anúncio é enorme, imagine que você tenha uma loja online de produtos naturais. Você direcionar sua campanha para aparecer quando o usuário digitar “loja de produtos naturais online”, assim, você só irá pagar quando clicarem em seu anúncio, trazendo um público extremamente qualificado para sua loja online.

    Quanto custa publicidade no Google por campanhas de Links Patrocinados? Varia de acordo com a escolha das palavras chaves, quanto mais concorrida, mais caro será. Uma campanha direcionada para uma palavra com concorrência normal fica em média de R$0,30 a R$0,60 centavos o clique.

    Banners

    O Google possui uma rede de mais de 2 milhões de sites parceiros. Eles cedem espaço para anúncios de banners e ganham uma comissão do Google por isso.

    Para empresas que desejam anunciar, a opção de anúncios gráficos como banners comuns ou animados pode ser também uma boa alternativa. A campanha pode ser configurada para ser exibida somente em sites que alcancem seu público alvo, aposte na criatividade na hora de criar seu banner digital e tenha melhores resultados.

    Quanto custa a publicidade no Google através de campanhas de banners? Da mesma forma como os Links Patrocinados, vai depender da segmentação que você escolhe. Nesse tipo de anúncio, você pode escolher pagar por mil impressões (CPM) ou por clique (CPC). As campanhas com concorrência normal de CPM variam de R$0,10 a R$0,40 centavos, já as de CPC vão de R$0,35 a R$,70 centavos, em média.

    Vídeos

    Desde que o Google comprou o Youtube em 2006, ficou muito mais fácil anunciar nesse canal. Hoje é possível criar campanhas através da própria ferramenta do Google Ads, direcionada ao segmento que você deseja atingir. Com mais de 1 bilhão de usuários, pode ter certeza que o Youtube é uma mídia na qual as empresas devem estar.

    O que limita ainda a participação de novos negócios nessa mídia é que o principal formato de anúncio é o vídeo, ou seja, você precisar criar uma propaganda em forma de anúncio para atingir mais pessoas.

    O interessante desse tipo de campanha é que você pode optar por pagar os anúncios que somente sejam assistidos completamente por seu público, que é chamado de Custo por Visualização (CPV).

    Quanto custa a publicidade no Google através do Youtube? Por ainda ser pouco explorada, essa mídia possui um custo médio de R$0,05 a R$0,20 centavos por visualização.

    Dicas para otimizar seus custos de publicidade no Google

    Antes mesmo de iniciar criar campanhas no Google Ads, fique ligado nessas dicas que separamos para seu negócio alcançar os melhores resultados.

    • Melhore seu site: de nada adianta trazer milhares de visitantes se seu site não está de acordo com o anúncio e bem estruturado para conversões. Por isso, otimize as landing pages do seu site, deixe-as prontas para converter visitantes em leads e clientes!
    • Acompanhe os resultados: você poderá definir seu orçamento diário para as campanhas, assim, fique de olho (pelo menos) semanalmente quanto está seu custo por visitante, quais anúncios estão trazendo os melhores clientes e quais você pode pausar da campanha.
    • Ajuda profissional: se não tem tempo para acompanhar de perto os resultados, procure uma agência como a Links Experts para anunciar sua empresa no Google Ads, Facebook Ads, Instagram e outras mídias.

    Estamos prontos para esclarecer todas suas dúvidas e criar a melhor estratégia de mídia paga para seu negócio.

    Ficou alguma dúvida sobre quanto custa publicidade no Google? Deixe seu comentário aqui embaixo, vamos adorar te ajudar nessa!

    Veja também:

    Quanto custa a publicidade no Google Ads? Você decide! via Links Experts

    Postado por Meme Digital | Agência de Marketing Digital & Desenvolvimento Web Campinas/São Paulo
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  • EmMarketing Digital

    O que é Growth Hacking, o futuro do marketing digital?

    Já ouviu falar de Growth Hacking? Ainda não? Sem problemas, porque este artigo vai explicar tudo que você precisa saber sobre o assunto.

    Mas se você ainda está pensando porque deve aprender mais sobre um assunto que você nem sabe ao certo para que serve, vou dar um único motivo.

    Growth Hacking é o futuro do Marketing Digital. E mais. Empresas como o Facebook, Uber e IBM usam as estratégias e o expertise de profissionais de Growth para alavancar seus negócios. Parece que está funcionando, não?

    Mas antes que você pense que Growth só serve para gigantes da indústria de tecnologia ou para startups, eu preciso avisar você que este é apenas mais um dos mitos que envolvem esta prática que ainda não é tão utilizada em larga escala.

    As estratégias de Growth Hacking podem e devem ser usadas em blogs, sites e pequenos negócios para atingir um crescimento rápido, de forma inovadora e otimizando recursos financeiros e de tempo.

    Parece bom, não?

    Portanto, se o assunto pareceu bastante interessante, eu recomendo a leitura do artigo completo “O que é Growth Hacking? O conceito inovador para o crescimento exponencial do seu site (o futuro do Marketing Digital já começou).”

    Você vai encontrar uma abordagem completa sobre Growth Hacking e como usar as melhores táticas para alavancar seu lugar na internet.

    Mas primeiro, vamos entender melhor o que é Growth Hacking.

    O-que-é-Growth-Hacking

    Como surgiu o termo Growth Hacking?

    Sean Ellis, o criador do termo era um especialista em fazer startups crescerem de forma rápida e com métodos inovadores.

    Esta habilidade não passou despercebida do mercado, principalmente depois de Sean obter resultados excelentes trabalhando com a Dropbox.

    Ele implementava processos e entregava resultados, porém ao final de cada trabalho aparecia a dúvida: quem, dentro da empresa, seria o profissional mais adequado para dar andamento aos projetos com foco em crescimento. Os profissionais de marketing pareciam os mais indicados para isso.

    No entanto, as habilidades e táticas usadas tradicionalmente na área de marketing, não eram muito adequadas na busca do crescimento rápido e acima da média.

    Seria necessário um profissional com determinadas características, mas que ainda não existia no mercado. Pelo menos não com um nome “formal”. E assim foram criados os Growth Hackers!

    O que um Growth Hacker precisa saber?

    Três grandes áreas de conhecimento, essenciais para o trabalho de Growth Hacking, assim como para o Marketing são:

    1. Psicologia do Consumidor: para entender o cliente através de experimentos baseados em métodos científicos;
    2. Tecnologia de Marketing: como meio facilitador para fazer os experimentos;
    3. Processos: permitem estruturar os passos de um experimento e fazer com que seja possível mensurar e escalar as atividades.

    Porém, a grande diferença está no fato do Growth Hacker buscar meios alternativos de atingir os objetivos estabelecidos. Usa criatividade para encontrar soluções inovadoras sem comprometer tanto os recursos financeiros.

    O-que-é-Growth-Hacking

    Como funciona o trabalho de Growth Hacking: Entendendo o ciclo de melhoria contínua

    O trabalho do Growth Hacker começa na definição clara de metas e objetivos. Sem isso, o ciclo de GH não terá início.

    Os fatores a serem considerados são:

    1. Quais os principais objetivos e resultados-chave a serem alcançados;
    2. Os dados que devem ser analisados (tanto quantitativos quanto qualitativos)
    3. Identificar qual modelo de alavancagem utilizar (por exemplo uma pesquisa com a audiência para descobrir possíveis brechas que não estão sendo aproveitadas).

    Após a importante fase de coleta de dados e definição de metas, o Growth Hacker dá início às atividades que fazem parte do ciclo de vida de Growth Hacking. As 5 etapas que fazem parte deste ciclo são:

    1. Brainstorming (geração de ideias): sugestões para atingir as metas estabelecidas são apresentadas. O foco dessas ideias é sempre o crescimento;
    2. Estabelecimento de prioridades: nem todas as ideias iniciais poderão ser testadas. Portanto, as prioridades são definidas nessa etapa do processo;
    3. Condução e documentação de experimentos: esta é a etapa mais importante do processo, onde tudo é documentado para ser analisado no futuro;
    4. Implementação de testes: o Minimum Viable Test (MVT) ou Teste Mínimo Viável é usado para testar uma hipótese em um projeto de Growth Hacking, comprometendo menos recursos e tempo possíveis;
    5. Análise de dados e aprendizado: a comparação dos números obtidos durante o teste com as hipóteses levantadas no documento de experimento.

    Ao final de cada ciclo de Growth Hacking, a ideia é atuar sempre visando a melhoria contínua. Seja aplicando os resultados ou identificando os erros a serem corrigidos em um novo projeto para obter crescimento.

    Um ciclo de Growth Hacking pode ser definido como infinito.

    O-que-é-Growth-Hacking

    O funil de Growth Hacking

    Nenhum negócio irá crescer somente porque traz uma enorme quantidade de tráfego. Mas sim porque consegue gerar um receita significativa.

    A mágica acontece quando você transforma tráfego em audiência engajada e a audiência engajada em compradores de seus produtos ou serviços.

    Antes de conseguir concretizar uma venda sequer, você precisa levar o usuário por uma jornada até chegar na etapa final de geração de receita. Ou qualquer outro objetivo que você julgue interessante para seu negócio.

    A grande maioria dos profissionais de Marketing concentra seus esforços na atração de novos clientes.

    Já o Growth Hacker se utiliza de uma espécie de modelo de funil, criado por Dave McClure, que contempla as seguintes etapas:

    1. Aquisição de clientes: números de visitas mensais ou de curtidas em uma página, são muitas vezes consideradas apenas métricas da vaidade e não são suficientes para avaliar os reais resultados que um negócio pode gerar. Já o critério de engajamento está relacionado muito mais ao que você espera que um novo visitante faça em seu site.
    2. Ativação: a ativação estará completa se o novo usuário decidir se cadastrar em sua lista de emails, baixar algum conteúdo gratuito ou até mesmo comprar um produto seu. Você é quem decide o critério de ativação ideal.
    3. Retenção: estes clientes estão voltando? Estão usando seu produto mais de uma vez? Para o Twitter, por exemplo, retenção bem sucedida significa conseguir com que um novo usuário siga pelo menos outras 30 pessoas. A retenção pode ser a parte mais importante do trabalho de Growth Hacking.
    4. Recomendação: a internet acabou por amplificar o poder de alcance da propaganda boca a boca, seja por causa das redes sociais ou pelo aumento do uso de mecanismos de busca para encontrar conteúdos relevantes. Uma recomendação que vem de alguém que conhecemos e confiamos, possui muito mais valor do que um anúncio feito por uma marca com o único intuito de gerar vendas.
    5. Faturamento: monitorar sua receita serve para não cair na armadilha das “métricas da vaidade” e entender de fato se os resultados alcançados são significativos para seu negócio.

    Ao dividir a jornada em etapas, é possível estimar metas para cada uma delas e assim muitas vezes avaliar em qual parte do processo podem ser efetuadas melhorias.

    O-que-é-Growth-Hacking

    Growth Hacking não é o mesmo que Marketing Digital

    O Growth Hacking basicamente surgiu por uma necessidade do mercado que não poderia ser atendida com as estratégias de Marketing.

    Marketing baseia suas ações no produto pronto, enquanto Growth analisa todas as partes do processo e procura encontrar melhorias em cada etapa. Tanto os profissionais de Marketing quanto os de Growth, possuem metas em comum.

    A diferença entre eles está no fato de Growth Hackers procurarem crescimento através da utilização e interação com o produto enquanto os profissionais de marketing focam mais nas estratégias já com o produto pronto.

    Podemos dizer que as duas são importantes, mas que para pequenas empresas e startups que focam em inovação e crescimento rápido, o Growth pode ser uma melhor escolha de estratégia.

    Esta foi apenas uma introdução ao inovador e complexo mundo do Growth Hacking. Ainda há muito mais para você descobrir sobre o tema.

    Escrito por Henrique Carvalho

    Veja também:

    O que é growth hacking, o futuro do marketing digital? via HubSpot

    Postado por Meme Digital | Agência de Marketing Digital & Desenvolvimento Web Campinas/São Paulo.
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  • EmMarketing Digital

    Hacks de marketing digital combinados com prospecção

    Hacks de marketing digital | É preciso pensar na estratégia. Aquele lance de colocar uma graninha no Google e esperar os leads chegarem, já era!

    Se, de um lado, temos um aumento na complexidade e no custo de operar nos meios tradicionais, de outro, temos a oportunidade de sair na frente dos concorrentes, enquanto eles se digladiam nos meios saturados.

    Minha expectativa com esse artigo é conseguir fazer que, ao lê-lo, você não fique com a sensação de que perdeu seu precioso tempo com mais um artigo sobre marketing que fala mais do mesmo. Preparei uma seleção especial de hacks de marketing e prospecção – apresentadas logo após essa introdução – para mostrar soluções efetivas, com foco em resultados, que você pode aplicar em seu negócio a partir de amanhã!

    Já tem um tempo que vemos que a receita padrão de marketing digital – colocar um pouco de dinheiro no Adwords, concentrar alguns esforços em posicionar o site na busca orgânica e fazer conteúdos de blog – está cada vez mais saturada e cansativa. Assim como prospectar novos clientes com métodos do passado – construir listas manualmente, fazer cold calls etc – está cada vez menos efetivo.

    Tenho visto muita gente desestimulada a investir em geração de leads por ter experimentado alguns meios e se frustrado – muitos até conseguiram gerar leads, mas o que foi realmente concretizado em vendas é muito pouco, não justifica o investimento.

    A boa notícia é que, mesmo com a saturação desses meios, ainda é possível gerar bons resultados em leads e vendas. A má notícia é que hoje é preciso pensar muito mais na estratégia. Aquele lance de colocar uma graninha no Google e esperar os leads chegarem já era!

    Hacks de marketing digital | Photo by Tim Mossholder on Unsplash

    Os meios que conhecemos – Google, Facebook, Linkedin, prospecção, conteúdo – continuam funcionando, só que as regras do jogo ficaram mais complexas, na medida em que uma tonelada de competidores entram no jogo a cada mês.

    Se de um lado temos um aumento na complexidade e no custo de operar nos meios tradicionais, de outro, temos a oportunidade de sair na frente dos concorrentes, enquanto eles se digladiam nos meios saturados.

    Campanhas com micro audiências em redes sociais

    Hacks de marketing digital

    Redes sociais, como o Facebook e o LinkedIn, possuem formas de segmentação extremamente poderosas e que ainda pouca gente explora.

    Engana-se quem pensa que o Facebook Ads não funciona no B2B. Nele, é possível filtrar pessoas pelo cargo e pelo lugar que a pessoa trabalha, ou seja, é possível impactar exatamente quem você quer, dentro das empresas que você deseja prospectar – acertar na mosca branca.

    Claro que fazer um anúncio diferente para impactar cada pessoa que você deseja é pouco escalável, só será viável caso sua empresa sobreviva com alguns poucos leads por mês. Por isso, no Facebook Ads, é possível criar grupos de pessoas através de combinações de cargo, afinidade com marcas (várias marcas B2B estão disponíveis na segmentação), segmentos de mercado e região geográfica.

    Para calibrar ainda mais, é possível excluir alguns públicos, por exemplo: quero impactar pessoas que curtem a marca de ERP “ABC” e remover desse grupo aquelas que curtem a marca de ERP “XPTO”. Isso possibilita impactar algumas centenas de pessoas com um anúncio muito dirigido. Não há limitação para segmentar, fica por conta da criatividade.

    O LinkedIn também possui critérios de segmentação bem poderosos: tempo de experiência, departamento e cargo do profissional, bem como o porte, setor e região geográfica da empresa que ele trabalha.

    Ambas as redes são boas, mas eu tenho visto resultados melhores no Facebook Ads. Minha percepção é que a entrega de anúncios é melhor e o custo é menor. O LinkedIn tem uma preocupação com o público (completamente compreensível) que dificulta um pouco a vida do anunciante.

    Técnicas avançadas de prospecção

    Hacks de marketing digital

    Não é novidade que fazer cold call para alguém que nunca ouviu falar de você e da sua empresa não está com nada. É desgastante para quem faz e para quem recebe a prospecção, e puro desperdício de dinheiro para quem está financiando a estratégia.

    O problema da prospecção não está no ato de buscar novos clientes, e sim na forma como isso foi feito por muito tempo. Hoje, com tanta informação disponível sobre os prospects na internet, é preocupante ver que empresas ainda gastam tempo fazendo ligações sem embasamento nenhum.

    Investindo pouco tempo, é possível mapear do prospect o tempo que ele trabalha na empresa, as outras empresas que ele trabalhou, se a empresa que ele trabalha está crescendo, contratando pessoas, entre outras. A partir dessa massa de informações, combinada com o conhecimento que você possui no seu setor, é possível fazer uma prospecção bem direcionada e pertinente.

    Uma das razões para uma campanha de prospecção fracassar é fazer contato com um público que nunca ouviu falar de você ou da sua empresa. Agora, se de alguma forma você já causou algum impacto positivo nesse prospect, de modo que ele fixou sua marca na cabeça, existe uma propensão maior de ele te receber bem, concorda?

    Hacks de marketing digital | Photo by Tim Mossholder on Unsplash

    Coloque-se no lugar do seu prospect. Imagine que nas últimas semanas aconteceram os seguintes eventos:

    Você estava no Facebook e viu o anúncio de uma empresa que oferece soluções para o seu setor. Você parou para ver o anúncio, porém não chegou a acessar o site ou fazer um contato;
    Alguns dias depois, um profissional daquela empresa adicionou você no LinkedIn. Na hora, você lembrou e até achou curioso o fato de ter visto um anúncio daquela empresa, e agora uma pessoa estar lhe adicionando no LinkedIn;
    Mais uns dias se passaram e você recebeu um e-mail de uma pessoa daquela empresa, mas não é um e-mail qualquer. Aquele profissional demonstra conhecer do seu segmento e, mais do que isso, entende os desafios que você enfrenta e parece saber resolvê-los.
    Você foi prospectado, ou seja, uma empresa fez contato com você sem autorização. Soou mal? Creio que não. Caso você não tenha interesse, irá responder educadamente ou ignorar. Aquela prospecção não irritou você, te interrompeu ou tomou seu tempo. Na verdade, ela despertou sua curiosidade.

    Como combinar essas técnicas e colocá-las em prática

    Hacks de marketing digital

    Creio que você já tenha matado a charada: antes de prospectar um grupo de pessoas via e-mail, criar uma campanha de anúncios direcionada para esse mesmo público alguns dias antes. Na prática, não é tão simples assim e é preciso considerar algumas técnicas e ferramentas na hora de implementar:

    • Escolha do público
      A primeira coisa, obviamente, é determinar o público a ser impactado, considerando que quanto maior o nível de detalhe, melhor será a segmentação da campanha e mais assertiva será a abordagem do anúncio e, posteriormente, do e-mail.

    Você pode criar o seu público utilizando a pesquisa avançada no LinkedIn, combinando os diversos critérios, e depois salvá-lo. Uma dica neste caso é usar a busca boolena do LinkedIn – digamos que queremos impactar gestores de logística. Neste caso, devemos usar a seguinte combinação:

    title: “gerente de logística” OR “diretor de logística” OR “gerente de suprimentos” OR “diretor de suprimentos” OR “gerente de supply chain” OR “diretor de supply chain”*

    Depois de feita essa busca no canto de pesquisa, basta usar a barra lateral do LinkedIn para filtrar por critérios como região geográfica e setor de mercado.

    • Criação de campanhas de anúncios
      Tendo em vista as características do público, é hora de criar a campanha no Facebook e/ou no LinkedIn. Como eu disse ambas as redes possuem vantagens e desvantagens, mas possuem um nível de segmentação bem alto.

    Um tipo de campanha bem aderente com a estratégia que estamos falando neste artigo é o Facebook Custom Audience. Ele possibilita que você importe uma lista com os e-mails de prospects para exibir anúncios para eles, e ainda usar a função de lookalike para impactar pessoas com um perfil parecido. Falaremos sobre captura de e-mails mais adiante.

    Uma dica é fazer campanhas baseadas em impressões, que tendem a ser mais baratas que campanhas baseadas em cliques e conversões. Lembrando que o foco aqui é fazer o prospect tomar conhecimento, e não converter em uma landing page, por exemplo. Campanhas feitas para pequenos grupos (micro-segmentação), não deverá gastar muito – e se gastar, tem algo errado.

    A dica final é quebrar ao máximo os públicos dentro dessas redes e criar anúncios o mais direcionados o possível para cada público. Nada de caprichar nas segmentações e depois usar um anúncio extremamente genérico.

    • Campanha de Google Display
      A Rede Display do Google, normalmente pouco explorada por empresas B2B, oferece uma série de possibilidades para fazermos uma campanha segmentada. Confira abaixo algumas delas:

    Canais + keywords: nesse formato de campanha você pode escolher os sites onde deseja exibir os anúncios e ainda combinar com keywords que a página precisa conter para que seu anúncio seja exibido no contexto certo para o prospect;
    Gmail: possivelmente, você já foi impactado por anúncios no seu e-mail e ficou pensativo sobre o Google estar usando suas trocas de e-mail para vender publicidade. A verdade é que é possível exibir anúncios para clientes Gmail baseados em keywords usadas nas conversas;
    Remarketing: você pode criar públicos específicos para perseguir com anúncios em sites e ajudar a fixar ainda mais a sua marca e sua mensagem. Pode criar, por exemplo, remarketing somente para quem veio para o seu site via Facebook, de forma a afunilar mais para o público já impactado na campanha que falamos acima.

    • Captura dos e-mails dos prospects
      Caso você não tenha uma boa base de e-mails para fazer a campanha, não se preocupe. Você pode usar o Ramper ou alguma alternativa gringa (Hunter, FTL ou Sellhack) para essa função.

    De modo geral, o que essas ferramentas fazem é capturar contatos com e-mail corporativo no LinkedIn através de uma extensão de Google Chrome. Você faz as segmentações de profissionais que deseja no Linkedin, seja sua conta normal (grátis) ou Sales Navigator, e captura os contatos que deseja.

    • Adicionar e recomendar os prospects no LinkedIn
      Caso a base seja pequena, você conseguirá fazer isso manualmente e com pouco esforço. Além de adicionar os contatos, é interessante fazer recomendações das habilidades técnicas que eles divulgam no LinkedIn. Pode parecer “puxa-saquismo”, mas ajuda o prospect a memorizar você.

    Neste tópico, nem é preciso dizer que o seu perfil de LinkedIn precisa estar apresentável, certo? Com informações atualizadas, uma foto boa, descrição clara, coisas que estamos cansados de saber.

    Caso queira fazer essa operação em escala, existe uma ferramenta chamada Dux-Soup. O que ela faz é visitar perfis de pessoas, dentro de um perfil que você determinou, de forma automática. Isso gera um recall, pois as pessoas ficam curiosas e muitas adicionam após terem recebido uma “visita”, principalmente quando há algum fit. Eu particularmente não uso essa ferramenta.

    Não recomendo fazer contato via InMail por várias razões. Em resumo, é muito mais caro e menos efetivo do que abordar pelo e-mail profissional.

    • Abordagem via e-mail
      Novamente, se o público é pequeno, é possível fazer os envios “na mão”. É importante ter em mente que o prospect pode não responder logo ao primeiro e-mail, por isso é necessário fazer follow-ups e diferentes abordagens na expectativa de obter a resposta.

    Tome cuidado, pois mesmo com grupos pequenos de prospects, pode ficar difícil fazer tudo manualmente. Um grupo de 100 prospects em uma campanha de 5 e-mails diferentes pode representar até 500 atividades que acontecem em dias diferentes. Não fazer essas ações de forma coordenada pode comprometer toda a campanha.

    Existem ferramentas para automatizar o envio de e-mails. O Ramper é uma delas, e assim como para a captura de e-mails, existem alternativas gringas (Reply, Woodpecker etc). Essas ferramentas integram-se com a conta de e-mail e podem enviar centenas de e-mails personalizados por dia, e ainda automatizar o envios dos próximos e-mails até o momento que o prospect responder.

    Hacks de marketing digital | Photo by Tim Mossholder on Unsplash

    Fazer tudo isso pode parecer complexo e custoso em um primeiro momento, mas acredite – se feito da forma certa, não custará caro, e o retorno tende a recompensar muito o esforço aplicado.

    Caso não queira se dar o trabalho, pode continuar na sua estratégia “papai mamãe” de post semanal no blog e investimento mensal no Google Adwords. 🙂

    Este artigo contou com a colaboração dos growth hackers Bruno Etchepare e Henrique Caner.

    Escrito por Ricardo Corrêa

    Hacks de marketing digital combinados com prospecção via Ramper

    Postado por Meme Digital | Agência de Marketing Digital & Desenvolvimento Web Campinas/São Paulo.
    Fotos/Reprodução