• EmArte e Cultura

    Fotógrafa tira selfies com celebridades que já se foram

    Viagem no tempo? Não, é Photoshop! A fotógrafa Flóra Borsi, de 26 anos, criou uma série de montagens em preto e branco com celebridades que já não estão mais entre nós. O que chama atenção é quão realistas ficaram as fotos que, além de passarem pelo programa de edição de imagens, tiveram um estudo bem detalhado na pré produção: as posições de suas selfies e o figurino, por exemplo, ajudaram no resultado final.

    “Fiz pesquisa dos estilos de moda e cabelo apropriados, depois analisei os artefatos de iluminação, perspectiva e profundidade de cada imagem. Depois disso, tirei fotos correspondentes com os mesmos critérios técnicos”, explica.

    Recriando perfeitamente o estilo de cada época e situação, Flóra dá um impressionante show de edição que nos faz acreditar que ela realmente esteve com diversos ícones. Confira:

    E você, se pudesse viajar no tempo e encontrar com uma celebridade que já morreu para tirar uma selfie, quem escolheria?

    Postador por Meme Digital – Agência Digital em Campinas

  • Emcuriosidades

    Caramba, por que eu nunca saio bem em fotos?

    Caramba, por que eu nunca saio bem em fotos? | Descubra o real (e surpreendente) motivo pelo qual você nunca fica satisfeito quando se vê em uma foto. É tudo culpa do seu espelho.

    Se você é lindo e linda, sai fora. Esse post não é para você, leve essa sua simetria irritante para outro lugar, que o papo aqui é entre nós, os mortais.

    Bom, você já passou pela experiência: todo mundo bem na foto, menos quem? Você, que saiu torto. De novo.

    Esquisito.

    Como é que tira isso do Facebook, hein? Quem deixou publicarem isso?

    Afinal, por que sempre temos a impressão que saímos pior nas fotos do que realmente somos?

    Nem tô falando de sair bonito, mas sair pelo menos normal, do jeito que a gente é, né?

    Na vida real somos OK, mas é só alguém te mostrar em alguma foto que… “nossa, meudeusdocéuquéisso??!!!”

    A resposta é surpreendente e vai fazer você se sentir melhor: a imagem que você considera a sua “real”, NÃO É. É apenas aquela que você está mais acostumado a se enxergar: a do espelho. Só que a imagem que você vê no espelho é flipada (invertida) e quando você se vê em uma foto, sem estar flipado, estranha.

    Ou seja, (como é que eu nunca pensei nisso antes!!) você tá acostumado com o seu rosto FLIPADO! Você fica mais confortável com o seu “eu”, invertido.

    Vou explicar melhor.

    Kim Ayres, um fotógrafo especializado em retratos, fez uma pesquisa com seus clientes e descobriu que 90% deles se consideravam os menos fotogênicos quando se viam em fotos de grupo de amigos e familiares. Quando ele flipava as fotos, todos afirmavam que “tinha ficado melhor”.

    O que acontece é que quase ninguém tem um rosto absolutamente simétrico. Geralmente um olho é mais aberto que o outro, as sobrancelhas possuem um traçado diferente, as narinas não são idênticas. E quanto mais diferenças deste tipo a pessoa tiver, mais ela se estranha ao se ver flipada, porque o rosto fica diferente. Se você tiver uma marquinha logo abaixo do olho esquerdo, ao ver sua imagem flipada ela terá atravessado todo seu rosto, indo se alojar no extremo oposto, abaixo do olho direito.

    É uma grande diferença, que pode até passar despercebida em um primeiro momento, mas a sensação de que algo está errado é imediata.

    Veja a Monalisa, por exemplo.

    por que eu nunca saio bem em fotos - monalisa

    A da esquerda é a original, a que você está acostumado. A da direita, quanto mais você olha, mais acha estranha. O nariz tá esquisito, o rosto tá mais gordinho. E o sorriso, sua marca registrada com aquela levantadinha no canto, simplesmente ficou errado. Na verdade, o que acontece é que estamos mais acostumados com a Monalisa da esquerda, só isso.

    Se ao invés da Monalisa eu tivesse usado a foto da minha tia que você não conhece (normal e flipada), não haveria preferência por nenhuma das duas porque você não estaria acostumado com nenhuma delas.

    Pergunte para qualquer fotógrafo de casamento quais são as fotos que dão mais trabalho, e todos responderão que são as fotos de grupos. Quanto mais pessoas da família, pior, por causa do fenômeno da “auto-imagem flipada do espelho embutida na cabeça das pessoas”. Todas as pessoas da foto terão a mesma ilusão de ótica: vão achar que todos saíram normais, menos ela, que por algum motivo, saiu estranha. Internamente sentirá vergonha, a única da família que não é “fotogênica”.

    E quando uma comenta com a outra “vocês estão ótimos, eu é que saí horrível”, a outra pensa “que nada, eu é que estraguei a foto”.

    Fotógrafos de casamento chegam a se frustrar quando entregam os álbuns porque nunca conseguem agradar e – pior – a reclamação é geral.

    Para comprovar esse divertido fenômeno você pode fazer 2 testes:

    leve fotos suas para o banheiro e veja se prefere a foto original ou a refletida no espelho.
    leve sua família para frente do espelho. Desta vez, todo mundo vai parecer esquisito, menos você.

    Algo parecido acontece com as nossas vozes, quando nos escutamos em gravações. A referência que temos é a voz que ouvimos dentro do próprio corpo e ao ouvir uma gravação, fica diferente.

    Mas saiba que o diferente é você, porque aquela pessoa que você vê na foto e escuta na gravação, que você acha que é uma versão esquisita sua, é na verdade o que o resto do mundo enxerga e escuta de você. Em outras palavras, o único iludido é você mesmo.

    Bônus:

    Depois de ler sobre isso, fiquei imaginando se a coisa pode ficar diferente daqui para frente. Se você parar para pensar, nós temos nos enxergado muito mais por fotos do que no espelho ultimamente. Quantas vezes você vê seu avatar por dia? Quantas fotos suas no Instagram? Selfies pra todo lado? Provavelmente a referência que estamos construindo nas nossas cabeças sobre a nossa própria imagem tem sido reforçada mais na tela do computador e do celular do que no espelho.

    E aí não vai ter esse lance de estar flipado.

    E mais: se o nosso avatar é a nossa imagem mais espalhada por aí, e vista adNauseun por nós mesmos, amigos e familiares, será que a nossa expressão facial também não ficará mais associada a nossa personalidade? Se o seu avatar é ultra sorridente, será que devagarinho isso não vai se impregnando na imagem que as pessoas tem de você? Ou se você tá lá de cara feia, bad boy e bad girl… será que essa imagem repetida não gruda na sua persona?

    Esse assunto de persona digital, e o papel das nossas fotos na internet é bem mais profundo do que uma fotinho ali… pequenininha. Pode apostar, é bem mais que isso. Fica para um próximo post.

    Caramba, por que eu nunca saio bem em fotos? via Update Or Die

    Fotos/reprodução

    Postador por Meme Digital – Agência Digital em Campinas

  • EmArte e Cultura

    O contraste impactante entre os dois mundos em que vivemos é o tema desta série fotográfica

    Se você ainda duvidava do poder social da fotografia, é bom dar uma olhada no projeto Dollar Street, que clica crianças de diferentes realidades com seus brinquedos favoritos, ou analisar as impactantes fotos vencedoras deste prêmio de fotojornalismo. Os fanáticos por história podem até preferir imagens do dia-a-dia das Panteras Negras nos anos 60 e 70. Difícil mesmo é ficar imune ao poder de um bom clique.

    Esse é o recurso utilizado por Uğur Gallen para evidenciar as diferenças impactantes entre mundos contrastantes. De um lado, pessoas de classe média vivendo normalmente. De outro, vidas marcadas pela guerra e pela violência.

    Eu vivo na Turquia, que está localizada ao lado de uma das regiões mais perigosas no mundo moderno. O contraste entre esses territórios reflete dois mundos diferentes para mim, o que me inspirou a retratar isso em meu trabalho

    destaca Uğur em um texto escrito para o Bored Panda.

    Confira algumas das imagens impactantes reunidas pelo artista:

    contrastes entre os dois mundos em que vivemos - Uğur Gallen

    contrastes entre os dois mundos em que vivemos - Uğur Gallen

    contrastes entre os dois mundos em que vivemos - Uğur Gallen

    contrastes entre os dois mundos em que vivemos - Uğur Gallen

    contrastes entre os dois mundos em que vivemos - Uğur Gallen

    contrastes entre os dois mundos em que vivemos - Uğur Gallen

    contrastes entre os dois mundos em que vivemos - Uğur Gallen

    contrastes entre os dois mundos em que vivemos - Uğur Gallen

    contrastes entre os dois mundos em que vivemos - Uğur Gallen

    contrastes entre os dois mundos em que vivemos - Uğur Gallen

    contrastes entre os dois mundos em que vivemos - Uğur Gallen

    contrastes entre os dois mundos em que vivemos - Uğur Gallen

    contrastes entre os dois mundos em que vivemos - Uğur Gallen

     

    O contraste impactante entre os dois mundos em que vivemos é o tema desta série fotográfica via Hypeness

    Postador por

    Meme Digital – Agência Digital em Campinas

  • EmArte e Cultura

    Fotos históricas restauradas digitalmente

    Antes da década de 70, era praticamente impossível dar cores às fotos originalmente impressas em preto e branco. A colorização básica até existia, mas exigia pintar cuidadosamente a cor no filme e os resultados não ficavam muito fiéis.

    Graças aos computadores, a colorização digital revolucionou esse processo. O trabalho ainda é difícil e demorado, mas o resultado é fiel e, muitas vezes, transforma as fotos em verdadeiras obras de arte, especialmente registros históricos.

    O trabalho é conduzido de forma a combinar as cores da maneira mais próxima possível e, muitas vezes, os artistas precisam adivinhar as cores e escolhê-las de forma a harmonizar com o restante da imagem.

    Confira abaixo dez registros históricos que impressionam em suas versões coloridas:

    Soldados em um abrigo cheio de escombros na França durante a Primeira Guerra Mundial, em 1917.
    Soldados em um abrigo cheio de escombros na França durante a Primeira Guerra Mundial, em 1917.

    A caça submarina de um índio nativo americano de Ojibwe, em Minnesota, em 1908.
    A caça submarina de um índio nativo americano de Ojibwe, em Minnesota, em 1908.

    Alojamentos lotados no campo de prisioneiros de Buchenwald, em abril de 1945.
    Alojamentos lotados no campo de prisioneiros de Buchenwald, em abril de 1945.

    Audrey Hepburn, em 1953.
    Audrey Hepburn, em 1953.

    Crianças lambendo blocos de gelo durante uma onda de calor em Nova York, no ano de 1912.
    Crianças lambendo blocos de gelo durante uma onda de calor em Nova York, no ano de 1912.

    Homens desempregados ao lado de fora do restaurante de sopa de Al Capone em Chicago, durante a Grande Depressão, em 1931.
    Homens desempregados ao lado de fora do restaurante de sopa de Al Capone em Chicago, durante a Grande Depressão, em 1931.

    Jornal vespertino noticia o afundamento do Titanic no dia 15 de abril de 1912.
    Jornal vespertino noticia o afundamento do Titanic no dia 15 de abril de 1912.

    Mary Winson, fundadora e presidente da Limited Suffrage Society durante o movimento de sufrágio americano por volta de 1910.
    Mary Winson, fundadora e presidente da Limited Suffrage Society durante o movimento de sufrágio americano por volta de 1910.

    Menina russa de 18 anos olha para a lente da câmera durante a libertação do campo de concentração de Dachau em 1945.
    Menina russa de 18 anos olha para a lente da câmera durante a libertação do campo de concentração de Dachau em 1945.

    O Pelé, em São Paulo, em 1958.
    O Pelé, em São Paulo, em 1958.

    Fotos históricas restauradas digitalmente via Updated Or Die

    Postador por

    Meme Digital – Agência Digital em Campinas

  • EmArte e Cultura

    Alguém resolveu provar que fotos do Instagram são todas iguais e é assustador

    Algumas vez você já teve a sensação de ter visto uma foto antes?

    Ao deslizar pelo feed do Instagram, esse sentimento parece se tornar mais e mais comum. A explicação é simples: as fotos postadas na rede social realmente se parecem bastante.

    fotos iguais do instagram

    O perfil Insta Repeat faz montagens com fotos similares justamente para mostrar a falta de originalidade na plataforma. Criado em junho deste ano, o perfil soma mais de 43 mil seguidores.

    Os culpados são geralmente perfis de pessoas ou contas profissionais que buscam propagar um estilo de vida autêntico, livre e criativo. Irônico, não?

    A compilação de fotos é feita por um fotógrafo anônimo de 27 anos, que vive no Alaska. Graças a isso, a maior parte das imagens reflete cenários gélidos ou invernais – mas a sensação é de que muitas dessas paisagens seriam substituídas facilmente por praias e piscinas aqui no Brasil.

    Quando postas lado a lado, as imagens expõem mais do que a falta de criatividade. Muitas vezes, as pessoas por trás do clique sequer percebem que estão apenas repetindo uma fórmula ao invés de se ocupar em criar algo novo e realmente original.

    “Estou interessado em explorar a escolha de fazer uma imagem que já foi, em essência, feita antes. A coisa mais incrível que aconteceu desde que comecei essa conta são as pessoas se engajando no debate crítico sobre originalidade e criação da mídia“, disse o autor das compilações ao Bored Panda.

    Espia só algumas destas fotos que são mais do mesmo – e confessa que você já curtiu muitas iguais a elas na rede social!

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

    fotos iguais do instagram

     

    Alguém resolveu provar que fotos do Instagram são todas iguais e é assustador via Hypeness

    Postador por

    Meme Digital – Agência Digital em Campinas

  • EmArte e Cultura

    As impressionantes imagens vencedoras do maior Prêmio Anual de Fotojornalismo

    Lugar certo, hora certa e muita experiência para dizer a hora certa de clicar. Grandes fotos não são tiradas por acaso, e, quando se trata das escolhidas como melhores trabalhos do fotojornalismo em 2017, fica claro que imagens têm um poder único de informar e impressionar.

    O maior concurso de fotojornalismo do mundo é promovido pela World Press Photo, organização criada em 1955 na Holanda para expor os trabalhos de profissionais locais a colegas estrangeiros. Hoje, ela é referência na promoção do jornalismo visual de qualidade, e o prêmio pode ser considerado o mais tradicional do planeta.

    Dezoito jurados foram os responsáveis por escolher as melhores entre as mais de oitenta mil imagens inscritas por mais de cinco mil fotógrafos de 125 países. Cada categoria é dividida em duas: Individuais e Histórias, para trabalhos que incluem várias imagens sobre o mesmo tema (as galerias da categoria Histórias podem ser vistas no site)

    O grande vencedor foi o registro que Burhan Ozbilici fez em Ancara, na Turquia, quando um jovem local assassinou Andrey Karlov, embaixador da Rússia no país. Mary F. Calvin, membro do júri, comenta que se trata de “uma imagem explosiva, que realmente fala sobre o ódio dos nossos tempos”. E completa: “Sentimos que ela sintetiza o que o prêmio World Press Photo of the Year é e significa”.

    Confira os vencedores dos prêmios individuais de cada categoria:

    Foto do ano

    Burhan Ozbilici

    Atirador grita após assassinar embaixador russo na Turquia

     

    Problemas Contemporâneos

    Jonathan Bachman

    Manifestante mantém a serenidade enquanto é presa durante manifestação nos EUA

     

    Vida Diária

    Paula Bronstein

    Mulher segura o sobrinho de 2 anos, ferido em ataque a bomba na capital do Afeganistão

     

    Notícias Gerais

    Laurent Van der Stockt

    Família espera enquanto forças policiais iraquianas procuram membros do Estado Islâmico

     

    Natureza

    Francis Pérez

    Tartaruga marinha pega por rede nada após escapar de pescadores

     

    Pessoas

    Magnus Wennman

    Menina de 5 anos exausta após família fugir de aldeia por causa do Estado Islâmico

     

    Esportes

    Tom Jenkins

    Jóquei Nina Carberry voa de cavalo após ele atingir uma barreira

     

    Hard News

    Jamal Taraqai

    Ataque a bomba em hospital do Paquistão: advogados tinham se reunido para visitar colega que tinha sido alvo de tiros

     

     

    As impressionantes imagens vencedoras do maior Prêmio Anual de Fotojornalismo via Hypeness

     

    Postador por

    Meme Digital – Agência Digital em Campinas

  • EmArte e Cultura

    Fotógrafo muda aparência de casal em situação de rua para questionar preconceitos

    Um talentoso fotógrafo de Nairobi, no Quênia, trabalhando sob o nome de Muchiri Frames, recentemente fez uma sessão de fotos inspiradora que provou que o amor é puro e incondicional na sua forma mais simples. Juntamente com sua equipe, eles decidiram fazer algo especial para o dia dos Namorados. E é quando eles conheceram Sammy, também conhecido como Blackie, nos parques de Nairobi, que vive nas ruas há um tempo agora.

    Quando perguntado se ele estava apaixonado, Sammy começou a descrever sua namorada, que de repente acendeu um brilho em seus olhos. Eles se conheceram nas ruas de Nairobi, onde ambos vivem, e sua amizade logo se transformou em uma inspiradora história de amor. O fotógrafo decidiu dar-lhes uma incrível transformação para celebrar seu relacionamento especial em um dia especial.

    “Sob a inspiração do amor em sua forma mais simples, celebramos o Dia dos Namorados (Valentine´s Day) com essas almas surpreendentes e saímos com ótimos testemunhos. Na verdade, sob toda a sujeira, roupas esfarrapadas e discursos arruinados, há pessoas bonitas que prosperariam como o resto de nós se oferecêssemos as oportunidades “, diz o autor em seu site. “O amor não discrimina, isso aqui é a prova“.

     

    Fotógrafo muda aparência de casal em situação de rua para questionar preconceitos via Hypeness

     

    Postador por

    Meme Digital – Agência Digital em Campinas

  • EmDesign e Inovação

    Em série fotográfica, artista insere personagens de Star Wars no mundo real

    Laurent Pons se define não como um fotógrafo ou um artista, ele se define como um “fotografista”. Talvez pareça um termo um tanto confuso mas, ao ver sua mais nova série fotográfica, o “fotografismo” se auto explica.

    Combinando cores com excelência via Photoshop e câmera, Pons nos leva a crer que o mundo criado por George Lucas realmente invadiu nosso planeta.

     

     

    Meme Digital – Agência Digital em Campinas