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    Como começar uma estratégia de SEO?

    Para obter o tráfego orgânico que você tanto deseja, é essencial que o conteúdo publicado em seu blog seja relevante para alguém. Até aí você já sabe, mas como é que as pessoas encontrarão o seu conteúdo?

    Como qualquer estratégia de marketing, tudo começa com planejamento: quais resultados você quer atingir com SEO, quem deseja alcançar, como você pretende chegar lá?

    É isso que vai pavimentar o caminho para o sucesso da sua estratégia.

    Além disso, você também deve saber que uma estratégia de SEO geralmente dá resultados no médio e longo prazo.

    Não espere um retorno imediato, como pode acontecer com anúncios e links patrocinados, ok? Apesar disso, SEO costuma dar um retorno mais sustentável ao longo do tempo.

    Dito isso, vamos aos primeiros passos do SEO:

    Definição de objetivos

    O primeiro passo da estratégia é definir quais são os seus objetivos ao otimizar seu site, blog ou loja virtual. Para isso, é preciso saber o que o SEO é capaz de oferecer, por exemplo:

    • Aumentar o tráfego orgânico;
    • Gerar mais leads;
    • Gerar mais vendas;
    • Reduzir o custo de aquisição de clientes (CAC);
    • Educar o mercado;
    • Aumentar a autoridade da marca.

    Procure sempre alinhar esses objetivos de SEO aos macro objetivos da sua marca. Se ela quer aumentar o brand awareness, por exemplo, SEO pode ajudar nisso ao colocar o site da empresa em evidência nas primeiras posições do Google.

    Ao definir os objetivos, você também pode identificar metas e KPIs.

    Se você quer ter mais autoridade, por exemplo, pode usar as métricas de Domain Auhtority e Page Authority. Defina qual pontuação deseja alcançar nesses KPIs e em quanto tempo.

    Assim, durante e depois de executar a estratégia, você pode conferir esses indicadores para saber se tomou o caminho certo para alcançar seus objetivos.

    Definição da persona

    Outro passo importante do planejamento é a definição da persona.

    Afinal, para quem a sua estratégia se destina? Com quem você precisa se comunicar? Quem você quer atrair para o seu negócio?

    Como-começar-uma-estratégia-de-SEO

    A persona é a descrição de um personagem semifictício que represente um cliente ideal da sua marca, com dúvidas, dores e necessidades reais, que você pode ajudar a resolver. Ela deve ser construída com base em dados reais de clientes, por meio de pesquisas, questionários e entrevistas.

    Essa construção da persona deve considerar as etapas do funil de vendas, que geram diferentes demandas para as pessoas. Elas ficam evidentes nos tipos de palavras-chave que são utilizadas nas pesquisas: elas tendem a ser mais abrangentes no início e se tornam mais específicas até o final.

    Mais adiante você vai entender melhor sobre as palavras-chave.

    Ferramentas iniciais e básicas de SEO

    Para começar uma estratégia de SEO, é preciso contar pelo menos com as ferramentas básicas.

    Elas ajudam a fazer um diagnóstico da situação atual, embasar o planejamento, fazer as primeiras otimizações e começar a acompanhar os impactos de cada ação.

    Estamos falando, principalmente, de duas ferramentas indispensáveis para o SEO: Google Analytics e Google Search Console. Elas são fornecidas gratuitamente pelo Google e sempre vão acompanhar as suas estratégias. Vamos conhecê-las melhor:

    Google Analytics

    Google Analytics é uma ferramenta de análise de dados amplamente usada que oferece uma infinidade de recursos para avaliar o desempenho de estratégias digitais. No SEO, ela pode ajudar de diferentes formas:

    • Conhecer melhor seu público para construir a persona;
    • Identificar quais são as páginas mais visitadas e com melhor desempenho;
    • Monitorar os números de tráfego orgânico;
    • Identificar os canais que mais geram tráfego (e-mail, social, orgânico etc.);
    • Entender o engajamento (taxa de rejeição, páginas por visita, duração da sessão);
    • Monitorar as conversões geradas pela estratégia de SEO.
    Google Analytics dashboard

    Essas são apenas algumas análises que você pode fazer com o Google Analytics e que podem auxiliar desde o planejamento até o monitoramento do SEO.

    Mas você vai encontrar muitos outros dados na ferramenta para ajudar na sua estratégia.

    Google Search Console

    O Google Search Console é uma ferramenta que facilita a comunicação entre o site e o Google e oferece relatórios valiosos para SEO. Estes são alguns recursos que ele oferece:

    • Saber se existem problemas de indexação no site;
    • Saber se o site foi hackeado ou penalizado pelo Google;
    • Monitorar a posição média das suas páginas na SERP;
    • Identificar a taxa de cliques (CTR orgânico) das suas páginas na SERP;
    • Identificar quais palavras-chave ativaram o seu site na SERP;
    • Identificar quais sites direcionam backlinks para o seu;
    • Solicitar ao Google a rejeição de backlinks duvidosos para o seu site.

    O Google Search Console é um pouco mais técnico, por isso é voltado para webmasters.

    Mas a interface é bastante amigável, então qualquer pessoa pode usá-la para fazer diagnósticos e direcionar demandas mais complexas para profissionais especializados.

    A ferramenta também pode gerar vários insights para otimizações em conteúdos, além de ser a principal fonte para identificar as consultas que levam tráfego para suas páginas e a taxa de cliques das suas principais palavras-chave.

    Google Search Console

    Como fazer uma pesquisa de palavras-chave?

    Trata-se de uma das principais ferramentas de planejamento de uma estratégia de SEO e Marketing de Conteúdo. Afinal, ela permite identificar oportunidades de otimização e definir prioridades de produção de conteúdo.

    Uma pesquisa de palavras-chave costuma começar com uma listagem de termos relacionados à sua área de atuação, produtos e marca. Você pode obter ideias no Google Analytics e no Google Search Console, que vimos anteriormente, ou em ferramentas de palavras-chave, que vamos conhecer a seguir.

    Depois, é preciso organizar essa lista. Você pode separar os termos mais usados em cada etapa do funil de vendas e hierarquizar a lista de acordo com o maior potencial de retorno para a estratégia.

    Digamos que você esteja iniciando um blog no seu site e identifique a palavra que mais direciona tráfego para ele.

    Então, você pode começar por ela e produzir um post otimizado para essa palavra-chave para atrair mais visitantes.

    A seguir, você vai entender melhor o que são palavras-chave e quais são os tipos de termos com os quais você pode trabalhar.

    O que são palavras-chave

    Palavras-chave são a forma como o usuário escreve a sua dúvida em um motor de busca e que ativam a exibição das páginas indexadas no buscador.

    google palavra chave seo marketing digital

    Quando um usuário faz uma busca por determinados termos, o Google busca no seu índice as páginas que melhor correspondem a eles e as exibe nos resultados da pesquisa.

    Já a ordem em que elas aparecem é resultado de uma série de fatores de rankeamento, como vimos antes.

    Portanto, palavras-chave são essenciais na estratégia de SEO, pois revelam quais termos nossa persona tem procurado.

    Elas definem o foco de otimização de uma página, de maneira que o Google faça a indexação para os termos corretos, apresente para os usuários que buscam por eles e garanta que seus conteúdos tenham demanda.

    É importante saber que o Google já tem inteligência para entender as intenções das buscas, a linguagem humana e as variações de termos que podem ocorrer.

    Isso significa que, se você quer otimizar um blogpost para “bagagem de mão”, por exemplo, não precisa se preocupar em usar exatamente essa palavra-chave no seu texto, muito menos repeti-la insistentemente.

    Você pode usar sinônimos, como “mala de mão” ou “bagagem de bordo”, que tornam a leitura mais agradável.

    E, mesmo que o usuário digite o termo com erros ou variações, como “bagajem de mão” ou “bagagens de mão”, o Google vai compreender a intenção de busca do usuário e apresentar a sua página a ele.

    Como-começar-uma-estratégia-de-SEO

    Portanto, a correspondência exata da palavra-chave não precisa mais ser uma preocupação.

    Tipos de busca

    Durante uma jornada de compra, as pessoas podem adotar diferentes tipos de busca para resolver suas dúvidas.

    Para criar as suas estratégias de conteúdo e SEO, você precisa entender com qual intenção cada pesquisa é feita, para alinhar as consultas dos usuários ao que a sua marca tem a entregar para eles.

    Vamos ver quais são os principais tipos de busca:

    Navegacional

    A pesquisa navegacional acontece quando o usuário já sabe em qual site deseja navegar e dificilmente mudará seu destino final.

    Então, ele utiliza o Google como um atalho, uma forma de lembrar a URL completa ou sugerir uma busca relacionada dentro daquele site.

    Transacional

    A pesquisa transacional é uma busca relacionada a uma compra. O usuário pode estar a fim de comprar um produto, encontrar o endereço de uma loja ou comparar preços, por exemplo.

    Esse tipo de busca é valioso porque pode direcionar diretamente para a compra, já que o usuário está com a decisão mais avançada.

    Informacional

    Na pesquisa informacional, o usuário busca informações sobre algum assunto, produto ou marca. Aqui, ele ainda não sabe muito bem o que quer, o que mostra que ele está no começo da jornada de compra.

    A pesquisa abaixo, por exemplo, pode ser o início da jornada de compra de um tênis de corrida:

    infomarcial pesquisa palavra chave google
    Local

    Pesquisas locais são buscas com um componente geográfico, dentro de determinada região.

    Acontecem, por exemplo, quando o usuário busca por restaurantes, cinemas, lojas, hotéis, escolas, consultórios, entre outros tipos de estabelecimentos com uma localização física.

    local pesquisa palavra chave google
    Outros tipos de busca

    Existem ainda outros tipos de busca que os usuários podem realizar, como:

    • notícias;
    • institucionais;
    • músicas;
    • buscas acadêmicas;
    • informações pontuais (clima, data etc.);
    • imagens;
    • vídeos.

    Perceba que, para cada tipo de busca, o Google tem cada vez mais se esforçado para entregar resultados específicos.

    Nas buscas por produtos (transacional), já apresenta resultados do Google Shopping. Nas buscas por músicas, já traz o clipe no YouTube e a letra.

    A intenção é melhorar a experiência de busca com respostas mais ágeis e precisas para o usuário.

    Veja também:

    Como começar uma estratégia de SEO? via Rock Content

    Postado por Meme Digital | Agência de Marketing Digital & Desenvolvimento Web Campinas/São Paulo.
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  • EmMarketing Digital

    O que é tráfego orgânico e por que ele é essencial para sua estratégia

    O tráfego orgânico é o conjunto de visitas que foram conquistadas de forma espontânea, ou seja, quando não há investimento em anúncios. Quer saber por que ele é tão importante para sua empresa e como você pode potencializá-lo? Então confira este post!

    O Marketing Digital começa com a atração de pessoas. Se você não conseguir trazer o público certo para seus canais digitais, não terá resultados.

    Por um bom tempo, as principais maneiras de chamar a atenção de possíveis clientes eram pagas. Mas com o avanço da internet, esse cenário tem mudado para melhor.

    Hoje em dia, é possível gerar visitas para um site sem gastar dinheiro algum com anúncios ou compra de listas de e-mails — isso é o que chamamos de tráfego orgânico.

    O tráfego orgânico é, com razão, o principal objetivo de muitas empresas que investem na criação de uma estratégia digital de aquisição de clientes.

    Quer saber por que tanta gente se preocupa com isso, e como o seu negócio também pode se beneficiar do tráfego orgânico? É só continuar a leitura!

    Entenda o conceito de tráfego orgânico

    Todas as visitas que um canal digital (como o site ou blog de uma empresa) recebe são chamadas de tráfego.

    O tráfego orgânico nada mais é que as visitas conquistadas de maneira espontânea, sem usar anúncios. Geralmente esse tipo de tráfego vem de mecanismos de busca, como o Google e o Bing.

    Não dá para dizer, exatamente, que o tráfego orgânico não envolve custo algum, até porque as estratégias para atrair visitas custam dinheiro e levam tempo.

    Mas a principal diferença do tráfego orgânico para o pago é que você gasta dinheiro uma vez para colher resultados por muito tempo.

    Um artigo de blog que você produzir vai levar tempo e custar dinheiro, mas poderá gerar resultados hoje e daqui a um ano. Enquanto isso, um anúncio dura apenas o tempo que você pagar por ele.

    Saiba quais são os outros 4 tipos de tráfego que você pode gerar

    Se você já acessou o painel do Google Analytics alguma vez, deve ter visto vários nomes de tráfego diferentes. O que eles significam?

    Basicamente, o tráfego se divide entre pago e orgânico, como explicado acima. Mas os termos usados ajudam a entender de forma mais específica como determinado visitante chegou a cada página.

    Além do tráfego orgânico, veja o que significa cada um dos outros nomes:

    • pago: atrair visitantes por colocar anúncios no Google ou sites que a sua audiência costuma acessar;
    • direto: é quando uma pessoa acessa seu site de forma direta, sem vir de outro site. Não deixa de ser uma forma de tráfego orgânico, já que não vem de fontes pagas;
    • social: são os acessos a partir de redes sociais, algo comum no caso de links compartilhados nesses canais, que direcionam tráfego para um site;
    • de referência: quando alguém visita uma página a partir de qualquer site que não seja um mecanismo de busca. É isso que acontece com backlinks para um artigo do seu blog, por exemplo.

    Veja 5 benefícios de investir no tráfego orgânico

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    No início do artigo, falamos que o tráfego orgânico se tornou o alvo principal de muitas empresas que resolvem investir em marketing digital.

    Agora é a hora de você entender o porquê. Veja os benefícios que essa estratégia pode trazer para o seu negócio!

    1.Custo- benefício

    Em primeiro lugar, o tráfego orgânico contribui com a redução de custos da sua estratégia de marketing, se comparado ao uso de anúncios.

    Por consequência, a margem de lucro sobre as vendas é maior. Com isso, dá para dizer que a relação custo-benefício do tráfego orgânico é imbatível.

    2. Escalabilidade

    Anúncios não são escaláveis. A partir do momento em que você parar de gastar com eles, seu tráfego vai diminuir.

    Além disso, o custo para atrair um grande número de visitantes qualificados pode ser inviável. Com o tráfego orgânico, acontece o contrário: quanto mais visitas, menor seu custo.

    3. Relevância

    O Google mostra quando um resultado é anúncio pago. Assim, os usuários já sabem que a página em questão está tentando vender algo para eles, o que diminui a confiança nas informações apresentadas.

    O resultado orgânico, por sua vez, é tido como genuíno e ganha uma credibilidade maior logo de início.

    4. Duração

    A duração dos resultados de uma estratégia orgânica não tem prazo de validade.

    Um único blog post pode gerar milhões em vendas durante um período longo, algo que beira o impossível se for comparado com o custo de manter uma campanha de tráfego pago rodando continuamente.

    5. Construção de relacionamento

    O tráfego pago tem seu valor, mas é mais indicado para quem deseja fazer uma venda imediata. Para construir relacionamentos próximos e acompanhar os clientes por toda a jornada de compra o tráfego orgânico é a melhor escolha.

    É só considerar o que falamos sobre o custo, a confiança dos usuários e a possibilidade de escalar os esforços.

    Conheça 3 estratégias focadas em tráfego orgânico para aplicar imediatamente

    Se você já está convencido de que o tráfego orgânico é mesmo uma boa estratégia para investir, a única pergunta na sua mente neste momento deve ser “Como conseguir visitas de forma orgânica?”.

    E a resposta é: com estratégias apropriadas para isso, como as que mostramos a seguir!

    1. Marketing de conteúdo

    O Marketing de Conteúdo é um dos pilares do Marketing Digital. A geração de tráfego orgânico, hoje, dificilmente acontece sem algum tipo de conteúdo que interessa à persona.

    Por isso, se você quer atrair visitas qualificadas sem precisar recorrer a fontes pagas, aprenda como o marketing de conteúdo funciona e o que precisa fazer para aplicá-lo de forma consistente.

    2. SEO

    O SEO (Search Engine Optimization) é a otimização de mecanismos de busca. Isso significa tornar seu site mais fácil de ser encontrado pelo Google.

    O SEO, assim como o marketing de conteúdo, é uma estratégia excelente, mas que leva tempo e requer disciplina. Dependendo de como seu site está hoje, muita coisa precisará ser mudada.

    Mas não tenha dúvidas de que o esforço vale a pena: um site bem visto pelo Google é forte candidato a gerar tráfego orgânico.

    3. E-mail marketing

    Construir um relacionamento com as pessoas que acessam seu conteúdo é a única forma de transformar simples visitantes em leads e, mais tarde, em clientes.

    O e-mail marketing é um dos melhores canais para cultivar o interesse do seu público cativo com conteúdo atualizado e relevante.

    E, com uma lista de e-mails, é mais fácil direcionar visitas para seu conteúdo do que só com promoção em redes.

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    Descubra 5 hacks básicos para potencializar sua geração de tráfego orgânico

    Além de estratégias completas focadas na aquisição de tráfego orgânico para o seu site ou blog, existem outras atitudes menores que também são essenciais para o sucesso.

    Confira abaixo os 5 hacks básicos que você precisa seguir para impulsionar a geração de tráfego orgânico qualificado da sua empresa.

    1. Foco total na persona

    Não adianta produzir conteúdo pensando no que o Google considera relevante e esquecer-se da persona. Lembre-se de que quem vai consumir o que você produz são pessoas.

    Pense no que a sua persona quer e precisa, aprenda como ela busca respostas para suas principais dúvidas ou problemas e molde seu planejamento com base nesses dados.

    2. Crie uma estratégia para suas palavras-chave

    As palavras-chave ainda são muito importantes para ranquear bem nos mecanismos de busca, pois são elas que ajudam esses sites a determinar o que o usuário busca e quais conteúdos atendem melhor à demanda.

    A Rock Content mesmo já conseguiu resultados incríveis por melhorar a estrutura das pesquisas de palavras-chave. Não importa o tamanho do seu blog, faça disso uma prioridade desde o início.

    3. Capriche na descrição do conteúdo para o Google

    O Google permite que um conteúdo apareça de forma diferente na página de busca, a fim de atrair a atenção dos usuários.

    Você pode personalizar o título de um artigo ou página, bem como a meta descrição do que a pessoa encontrará se clicar no link.

    Otimize seu conteúdo com técnicas de copywriting para persuadir o usuário e aumentar a taxa de cliques.

    4. Publique o mesmo conteúdo em diferentes formatos

    É muito importante que o seu conteúdo seja de alta relevância para o público, mas isso não significa que ele precisa ser distribuído em um formato só.

    Aliás, é recomendado que você modifique uma peça de conteúdo para publicá-la em diferentes formatos. O mesmo material pode ser usado como:

    • blog post;
    • infográfico;
    • apresentação de slides;
    • vídeo;
    • e-book e outros formatos.

    Cada formato desses pode ser publicado em canais que gerem tráfego orgânico.

    5. Gaste tanto tempo na promoção quanto na produção do conteúdo

    A dica acima tem tudo a ver com esse ponto, pois não deixa de ser um grande esforço de promover o mesmo conteúdo em várias fontes diferentes de tráfego.

    Faça isso com cada peça de conteúdo que produzir. Se criar um vídeo, porque publicá-lo em um lugar só? Publique no YouTube, Vimeo, Facebook, IGTV e no seu próprio site.

    Invista tempo promovendo seu conteúdo. Quanto mais fizer isso, mais pessoas encontrarão sua mensagem e entrarão em contato com a sua marca, sem que você precise usar anúncios.

    O tráfego orgânico exige tempo, pesquisa e regularidade na produção de conteúdo que gera valor para a persona. Mas todo o trabalho vale a pena, pois traz resultados consistentes, escaláveis e de longa duração.

    Escrito por Daniel Moraes

    Veja também:

    Entenda o que é tráfego orgânico e por que ele é essencial para sua estratégia online via Rock Content

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    8 Táticas para melhorar a eficácia de marketing e gerar resultados

    A eficácia do marketing se refere ao alcance dos resultados esperados. Muitas vezes, eficácia e eficiência se confundem, mas quando as estratégias conseguem alcançar os objetivos de marketing, falamos que elas são eficazes (não necessariamente eficientes). Agora, você vai entender o que é e como ter mais eficácia no marketing.

    Que atire a primeira pedra quem nunca comemorou o número de seguidores no Instagram ou o número de likes em um post no Facebook. Esses números encantam a gente! Mas sabemos que eles estão longe de provar e eficácia do marketing…

    Costumamos chamar esses números de métricas de vaidade. Eles até ajudam a entender se os conteúdos vão bem ou não, mas servem mais para inflar o ego. Eles não dizem, portanto, se as estratégias de marketing estão funcionando e trazendo resultados para a marca.

    É por isso que precisamos falar mais sobre a eficácia do marketing. Essa perspectiva de avaliação das estratégias coloca todo o foco no alcance dos objetivos para entender se o marketing fez a coisa certa e atingiu o melhor resultado possível.

    Neste artigo, você vai entender melhor o que é a eficácia do marketing e por que é importante avaliar suas estratégias com essa visão. Veja tudo o que vamos abordar:

    • O que é eficácia do marketing
    • Qual é a importância da eficácia do marketing
    • Como medir a eficácia do marketing
    • Quais são pilares da eficácia do marketing
    • 8 dicas de como melhorar a eficácia do marketing

    O que é eficácia do marketing?

    A eficácia do marketing mostra se as estratégias de marketing conseguiram alcançar os melhores resultados para a marca.

    Para entender melhor o que é eficácia do marketing, vamos voltar às aulas de português e falar sobre o significado das palavras eficácia e eficiência. Para muita gente, elas são a mesma coisa, mas há diferenças sutis que trazem grandes impactos para a gestão de marketing.

    Eficácia é fazer o que deve ser feito. Na administração, significa usar todos os recursos disponíveis para entregar o melhor resultado possível. Portanto, a eficácia foca na qualidade da entrega (ênfase nos fins).

    Já eficiência é fazer as coisas da melhor forma possível. Na administração, significa otimizar os recursos para fazer mais com menos. Então, o que importa para a eficiência é o rendimento do processo (ênfase nos meios).

    É claro que as duas perspectivas são importantes para o marketing. Afinal, ninguém quer extrapolar os gastos para alcançar os resultados, mas reduzir os custos sem atingir os objetivos também não serve.

    Eficácia do marketing

    Portanto, quando falamos em ter eficácia e eficiência juntas, estamos falando em ter efetividade, que significa ter o melhor resultado possível com menos recursos.

    Porém, muitas vezes a gestão de marketing precisa fazer escolhas. Em determinados momentos, a eficácia deve ser o foco. Em outros, o que importa mais é a eficiência.

    Quando a eficácia é o foco, o marketing deve maximizar os recursos para garantir a melhor qualidade na entrega. Perceba que o foco é aumentar os ganhos, não exatamente economizar recursos.

    E, na hora de medir se o marketing foi realmente eficaz, são os indicadores de sucesso da estratégia que devem ser avaliados. Mais adiante você vai entender melhor como fazer essa mensuração.

    Qual é a importância da eficácia do marketing?

    Uma pesquisa nos Estados Unidos mostrou que 33% dos pequenos negócios não sabem se os seus esforços de marketing são eficazes, e 12% dizem que não têm resultados com eles.

    Sabe o que isso significa? Tem muita empresa por aí que está jogando dinheiro pela janela ao não medir seus resultados ou simplesmente investir em estratégias que não dão retorno.

    Fonte: Keap

    Entender a eficácia do marketing significa saber se os investimentos estão no caminho certo para atingir os objetivos. Ou seja, significa cuidar do seu dinheiro e da sua empresa.

    Tempos atrás, os profissionais de marketing costumavam atirar no escuro mesmo. Afinal, as informações que tinham de TV, rádio, jornais, revistas e outdoors eram o perfil da audiência e uma estimativa do alcance do veículo. Mas jamais eles saberiam quantas pessoas realmente viram o anúncio ou compraram um produto a partir dele.

    Os canais digitais, por sua vez, revolucionam o poder de mensuração dos resultados. Tudo pode ser rastreado e medido: as visualizações, os cliques, as conversões, o retorno sobre o investimento etc. Então, dá para saber exatamente quais resultados um anúncio ou uma campanha alcançou.

    Portanto, quem não mede a eficácia das estratégias atualmente está desperdiçando uma das grandes vantagens do Marketing Digital.

    A partir dessa mensuração, é possível avaliar os esforços de marketing e entender se eles atingiram os objetivos. Mais que isso, você entende se as estratégias estão contribuindo para o crescimento do negócio.

    De acordo com uma pesquisa da Forrester, os profissionais de marketing analisam e apresentam mais métricas de eficiência (como orçamento e produtividade) do que de eficácia (como aquisição e retenção de clientes).

    A conclusão é que essa miopia deve ser corrigida para que o marketing deixe de ser visto como um centro de custos e passe a mostrar como os investimentos na área estão gerando valor para a empresa.

    Essa avaliação de eficácia também serve para direcionar melhor os investimentos nos canais eas estratégias futuras. Elas podem ser ainda mais eficazes se você analisar o caminho traçado pelas estratégias atuais e em quais pontos podem melhorar.

    Além disso, muito se fala sobre foco em resultados como uma necessidade no mercado atual. Porém, esse foco pode se perder quando a empresa só pensa em economizar recursos (foco em eficiência), quando o marketing não está alinhado aos objetivos estratégicos do negócio ou quando só olha para as métricas de vaidade que mencionamos lá no começo.

    Portanto, ao se preocupar com a eficácia do marketing, os olhos se voltam novamente para os resultados de negócio. Muitas vezes, é isso que você precisa para retomar sua competitividade no mercado.

    Como medir a eficácia do marketing?

    Medir a eficácia do marketing exige que você olhe para as métricas certas. Estamos falando não apenas em deixar de lado as métricas de vaidade, mas também priorizar os indicadores de resultados em detrimento daqueles que consideram os custos da estratégia.

    Mais uma vez, retomamos a diferença entre eficácia e eficiência para explicar quais indicadores você deve considerar.

    Métricas de eficiência mensuram a otimização dos recursos, ou seja, o quanto você está eliminando custos ou fazendo os investimentos renderem. O Custo de Aquisição de Clientes (CAC), o Custo por Lead (CPL) e o Retorno sobre Investimento (ROI) são alguns exemplos.

    Porém, lembre-se de que a eficácia não está focada nos custos. Portanto, as métricas de eficácia medem o alcance de resultados, ou seja, o quanto as estratégias estão contribuindo para alcançar os objetivos de marketing.

    Perceba que elas não se relacionam diretamente aos custos, como acontece nas métricas de eficiência, e sim à qualidade da entrega. Então, você pode medir isso com métricas como estas:

    • Receita gerada (em geral ou por canal de marketing);
    • Número de pedidos/vendas (em geral ou por canal de marketing);
    • Lifetime Value (LTV);
    • NPS (índice de satisfação do cliente);
    • Taxa de recompra (índice de fidelização do cliente);
    • Participação (Share of Market, Share of Mind, Share of Heart, Share of Voice).

    Existem outras diversas métricas de marketing que você pode usar para avaliar a eficácia das suas estratégias, como o CTR orgânico para o SEO ou o engajamento para social media.

    Porém, ao acompanhar as métricas que citamos acima, você vai conseguir identificar a eficácia do marketing no alcance dos objetivos estratégicos — que, afinal, é o que importa para o negócio.

    Mas como saber se esses números realmente mostram a eficácia do marketing? Basicamente, o que vai dizer se as estratégias foram eficazes é comparar os números alcançados com as metas definidas no planejamento.

    E é claro que, para isso, você precisa saber definir metas plausíveis. Para isso, é importante considerar quais números a própria empresa e os seus concorrentes já conseguiram alcançar, bem analisar o seu potencial para o futuro. Essa análise vai mostrar o melhor resultado que a empresa pode esperar.

    E é esse é o parâmetro que você vai usar para saber se a estratégia foi eficaz ou não, ou seja, se alcançou o melhor resultado possível (ou quão perto dele chegou).

    Quais são os pilares da eficácia do marketing?

    Então, quais são os pilares da eficácia do marketing? O que uma estratégia precisa ter para ser eficaz? Vamos ver agora quatro pontos que sustentam esse conceito:

    Qualidade da entrega

    O foco da eficácia são os fins. Portanto, uma estratégia eficaz precisa entregar o melhor resultado possível para a organização. O caminho pode não ser o mais rápido ou mais econômico, mas o resultado precisa ser excelente.

    Maximização de uso dos recursos

    Estratégias eficazes devem explorar todos os recursos e oportunidades disponíveis para entregar os melhores resultados. O foco não é economizar ou reduzir — a intenção aqui é maximizar os lucros.

    Planejamento e estratégia

    Você só consegue obter eficácia no marketing se tiver uma estratégia com planejamento. Sem a definição de objetivos e metas, você sequer sabe quais resultados o marketing deve alcançar.

    Sem a definição de indicadores, você também não consegue determinar se chegou aonde gostaria. Então, uma estratégia eficaz pressupõe essas definições.

    Qualidade dos dados

    A eficácia do marketing também depende da qualidade dos dados que embasam as decisões. Eles são usados para avaliar as estratégias e direcionar os esforços e investimentos futuros.

    Então, os profissionais de marketing precisam ter certeza de que os dados que usam são precisos, atualizados e confiáveis e podem gerar inteligência para a estratégia.

    Eficácia do marketing

    8 dicas de como melhorar a eficácia do marketing

    Agora, vamos ver algumas dicas para potencializar os resultados das suas estratégias. Vale ressaltar que, neste artigo, estamos marcando bem a diferença entre eficiência e eficácia.

    Então, lembre-se de que o foco da eficácia é a qualidade da entrega, não exatamente a economia de recursos ou a redução de custos. Por isso, neste momento não vamos tratar de como tornar suas estratégias mais eficientes, e sim eficazes, ok?

    Apesar disso, muitas dicas de eficácia valem também para a eficiência, já que tornam o processo mais inteligente e acabam por otimizar recursos e investimentos. Então, vamos a elas:

    1. Defina metas e indicadores no planejamento de marketing

    Se a eficácia representa a capacidade de atingir os resultados esperados, é preciso definir previamente quais são eles. Isso deve ser feito no planejamento de marketing, com a definição das metas da estratégia, além da escolha de indicadores que digam se elas foram atingidas.

    Na definição de metas, é importante que elas sejam específicas, realizáveis, mensuráveis e com prazo definido. Basicamente, elas precisam ser SMART, um acrônimo que resume essas características.

    Dessa maneira, a equipe de marketing tem clareza sobre os resultados que precisa atingir e ganha sinergia para isso. Quanto mais determinados e produtivos os colaboradores estiverem, mais eficácia o marketing tende a ganhar.

    2. Alinhe objetivos de marketing e objetivos da empresa

    Os objetivos de marketing definidos no planejamento devem ser alinhados aos objetivos estratégicos do negócio. Caso contrário, as estratégias de marketing podem caminhar na direção errada e perder eficácia.

    Digamos que a equipe de marketing esteja focada em ter mais eficiência nos processos e, para isso, melhora os custos de aquisição de clientes. A empresa continua atraindo clientes no mesmo ritmo, mas com menos custos, o que parece vantajoso, não é?

    Mas qual é o objetivo estratégico do negócio? Se a empresa quer crescer as receitas e aumentar a participação de mercado, essa estratégia de marketing não é eficaz. No final das contas, o que importa é se o marketing resolve os problemas certos. É isso que prova o seu valor.

    3. Aproveite oportunidades em vez de problemas

    Em um artigo para a HBR, Peter Drucker, um dos principais autores de marketing e gestão, defende que os gestores eficazes estão focados em oportunidades, não em problemas.

    É claro que problemas devem ser resolvidos, mas eles não trazem resultados. O que traz resultado — e é o que importa para a eficácia do marketing — é explorar oportunidades.

    E o mercado está cheio de oportunidades. Geralmente elas aparecem em situações de transformações, como crises, inovações, novas tecnologias e mudanças de comportamento social.

    Muitos gestores olham para essas situações como ameaças ao seu negócio e apertam os cintos para evitar perdas. Já o marketing eficaz vê oportunidades para maximizar a utilização dos seus recursos e aumentar os ganhos da empresa. Perceba a diferença de visão.

    4. Escolha os canais prioritários

    Maximizar o uso dos recursos não significa gastar onde não deve. O marketing deve definir prioridades de canais, com base nos resultados que eles geram. Quanto mais vantajosos para o negócio, mais investimentos os canais devem receber.

    Portanto, é preciso identificar os canais que geram mais resultados. Isso deve ser feito por meio da análise de dados, de acordo com os objetivos que a empresa quer alcançar.

    Por exemplo: se a intenção é vender mais, os melhores canais são aqueles que geram mais conversões. Se a intenção é aumentar share of mind, os melhores canais são aqueles que geram mais visibilidade e engajamento.

    5. Modelos de atribuição

    Os modelos de atribuição ajudam a identificar como cada canal contribui para os resultados da estratégia. Eles servem para atribuir a responsabilidade por uma conversão aos diferentes canais de marketing que participam do processo.

    Digamos que um cliente vê um anúncio no Google, vai até a landing page e se cadastra. Depois de alguns dias, ele recebe um e-mail, clica no link de um produto e faz a compra no e-commerce. Qual canal de marketing é responsável pela venda?

    É o modelo de atribuição que vai dizer isso. Os créditos podem ir para o primeiro canal, para o último canal ou para todos os canais (de maneira igual ou desigual). Assim, ao identificar a contribuição de cada canal, você pode direcionar esforços e investimentos para os canais mais eficazes.

    6. Mire no público certo

    A eficácia do marketing também está na definição correta do público das estratégias. Não adianta você ganhar visibilidade junto a um público que não se interessa pela sua marca.

    Nas redes sociais, por exemplo, é muito comum as marcas entrarem na onda de memes. Só que a maioria dos memes se comunicam com um público jovem, enquanto muitas marcas miram em gerações mais velhas, que muitas vezes sequer entendem essa linguagem da internet. Assim, o marketing não tem nenhuma eficácia.

    Por isso, é importante direcionar as estratégias para quem tem potencial de se envolver com a marca e representa uma real oportunidade de negócio. Isso passa por pesquisas de mercado, segmentação de públicos e criação de personas.

    7. Utilize ferramentas de automação

    Algumas ações manuais são passíveis de erros e podem ser muito demoradas (ou até inviáveis) quando a demanda é muito grande. Estamos falando, por exemplo, do envio de e-mail marketing ou do acompanhamento de leads no funil de vendas.

    Já imaginou fazer isso manualmente para uma base de 10.000 contatos?

    Eficácia do marketing

    Então, as ferramentas de automação servem para transformar essas ações manuais em automáticas, a partir de regras e gatilhos pré-definidos. Dessa maneira, a equipe de marketing ganha agilidade e escalabilidade para entregar muito mais resultados em menos tempo.

    Além disso, a automação diminui os erros e aumenta a qualidade do processo. Na nutrição de leads, isso permite que o marketing entregue leads qualificados à equipe de vendas, o que aumenta as chances de sucesso dos vendedores.

    8. Foque nos leads qualificados

    Não perca tempo com leads que não geram vendas. O Inbound Marketing deve focar em reais oportunidades de negócio para ser realmente eficaz. Então, quanto mais qualificados forem os leads que a equipe de vendas receber, mais resultados você terá.

    Para isso, é importante promover o alinhamento entre os times de marketing e vendas — o que chamamos aqui de vendarketing.

    Os vendedores precisam informar o que consideram ser um lead qualificado, com mais chances de efetuar a venda, para que o marketing saiba o momento certo de passar os leads a eles.

    Enquanto isso, o time de marketing precisa passar informações completas sobre os leads para que os vendedores possam fazer a melhor abordagem.

    Com esse alinhamento, as equipes alcançam seu máximo potencial para não perder nenhuma oportunidade e maximizar as receitas da empresa.

    Perceba que essa também é uma medida de eficiência. Ao abordar apenas leads qualificados, você deixa de perder tempo e dinheiro com quem tem poucas chances de fechar negócio. Então, eficácia e eficiência podem andar juntas.

    Mas perceba também como a eficácia do marketing é essencial para não perder o foco nos resultados. Diante disso, podemos concluir que vale a pena se concentrar primeiramente na eficácia do marketing e, depois, na eficiência. A prioridade é atingir os objetivos — depois pensamos na melhor maneira de chegar até lá.

    Portanto, comece a dar mais importância para as métricas de eficácia. Enquanto a maioria das empresas está míope com a ênfase na eficiência, você pode provar o valor do seu trabalho ao ajustar o foco do marketing para os resultados.

    Escrito por Camila Casarotto

    Eficácia do marketing: como mensurar e 8 táticas para gerar mais resultados com a sua estratégia via Rock Content

    Veja também:

    Postado por Meme Digital | Agência de Marketing Digital & Desenvolvimento Web Campinas/São Paulo.
    Fotos/Reprodução

  • EmMarketing Digital

    Google Ads – O que é, como funciona e quanto custa anunciar?

    O Google Ads (Google AdWords) é a ferramenta do Google para anunciar produtos ou serviços na internet e no próprio buscador. Quando alguém faz uma pesquisa em google.com.br e os resultados patrocinados (anúncios) aparecem, é porque uma pessoa ou empresa usou o Google Ads para criar tais anúncios.

    O que é o Google Ads?

    De maneira simples, o Google Ads (antigo Google AdWords) é a ferramenta do Google para você anunciar seus produtos ou serviços no próprio Google. Ou seja, sempre que você faz uma busca no Google e os resultados patrocinados aparecem, alguém (pessoa ou empresa) usou o Google Ads para fazer com que este anúncio aparecesse para você.

    Os anúncios pagos, popularmente chamados de links patrocinados, são identificados por uma espécie de tarja verde, com o nome “anúncio” como mostro na imagem abaixo:

    Googles-Ads-O-que-é-como-funciona-e-quanto-custa-anunciar-1

    Observe que nesta imagem mostro dois resultados após a busca pela palavra “eletricista”, sendo um resultado pago (patrocinado através do Google Ads) e um resultado orgânico (nome que damos aos resultados que aparecem sem precisar pagar).

    A única coisa que diferencia um do outro é esta pequena tarja mostrando que é um anúncio. Em outras épocas o destaque para os links patrocinados no Google Ads já foram gritantes, com fundo laranja, bem chamativos. Era algo como dizer ao usuário: esses aqui só estão aparecendo porque estão pagando.

    Neste artigo você vai aprender:
    • O que é o Google Ads?
    • Se você tem um negócio local ou online, precisa anunciar
    • Por que anunciar no Google Ads?
    • Investir em marketing é um gasto, é jogar dinheiro fora
    • Mas já vi pessoas anunciando e jogando dinheiro fora
    • Vantagens em anunciar no Google Ads
    • Controle de investimento
    • Segmentação
    • Saber exatamente o que está trazendo resultados para a empresa
    • Como funciona o Google Ads?
    • O que acontece quando crio um anúncio?
    • Como meus anúncios aparecem?
    • Como serei cobrado e quanto vou pagar?
    • Quem tem mais dinheiro sempre vai aparecer primeiro?
    • Quanto custa anunciar, é gratuito?
    • Tenho medo de gastar mais do que eu posso
    • Não tenho site, posso anunciar?
    • Quanto precisa investir para ter resultados?
    • Onde os meus anúncios podem aparecer?
    • Rede de pesquisa
    • Rede de display
    • Youtube
    • Anúncios em aplicativos
    • Anúncios no Google Shopping
    • Remarketing
    • Criei a primeira campanha, começo a vender?
    • Como crio a primeira campanha no Google Ads?
    Googles-Ads-O-que-é-como-funciona-e-quanto-custa-anunciar1
    É como se a terra firme fosse o offline

    Se você tem um negócio local ou online, precisa anunciar no Google Ads

    Imagine que você tem um negócio, seja venda de produto físico ou serviço, e você precisa vender. O que você vai fazer? Será que as pessoas vão simplesmente descobrir que você abriu um negócio e vão começar a comprar de você? Claro que não.

    Em outras palavras, se você tem um negócio, quer seja ele online ou local, você tem uma necessidade gigante que todo negócio tem: atrair potenciais clientes para o seu negócio e fazer com que eles comprem de você. Mas convenhamos, isso já é assim há muito tempo, não é necessariamente uma novidade do marketing digital e do Google Ads.

    Antes mesmo dessas tecnologias aparecerem, quando uma empresa surgia ou quando decidia buscar clientes através de anúncios, elas usavam diferentes formas: panfletagem, rádio, TV (esta bem cara comparada a outras mídias), entre tantas outras opções. Ou seja, as empresas têm buscado aparecer há muito tempo, pagando por publicidade em mídias específicas. Este processo popularmente chamamos de “comprar tráfego”, quando pagamos para anunciar e trazer pessoas para nosso negócio, online ou presencial.

    E falando em negócios locais, presenciais, é importante você saber que o Google Ads não foi feito apenas para negócios online, lojas virtuais ou algo parecido, foi feito para quem tem um negócio. Inclusive sequer você precisa ter um site para anunciar no Google, basta ter um produto, um serviço ou um negócio local.

    Por que anunciar no Google Ads?

    Neste exato momento, enquanto você está lendo este artigo, existem pessoas no Google procurando por produtos ou serviços, dispostas a comprarem. Por melhor que seja o seu produto ou serviço, o que vai acontecer se não existirem pessoas visitando sua empresa? Exato, você não vai vender.

    E se o que estas pessoas estão procurando você tem para oferecer, significa que você está deixando de aparecer para quem deseja comprar de você. É o famoso deixar dinheiro na mesa.

    Investir em marketing é um gasto, é jogar dinheiro fora

    Muitas pessoas ficam com medo ao anunciarem no Google, através do Google Ads. Entre inúmeras incertezas, a principal é que pagar para aparecer não trás resultados. Imagine quantas milhões de pessoas vão comprar alguma coisa na Internet em pouco tempo? Imaginou? Você realmente acredita que as pessoas só clicam em anúncios orgânicos e não nos pagos?

    Se você é do grupo que não acredita que investir para aparecer no Google pode te trazer resultados, me permita falar um pouco sobre isso. Além de administrar minhas próprias campanhas, eu administro várias contas de vários clientes da minha consultoria, onde em muitos casos as vendas praticamente parariam, da noite para o dia, se eles deixassem de anunciar no Google.

    Já vi casos em que cerca de 90% das vendas da empresa só aconteciam através dos anúncios do Google, consegue ter uma ideia do poder disso?

    Mas já vi pessoas anunciando e jogando dinheiro fora

    Sim, é perfeitamente possível que alguém tenha anunciado e não tenha tido resultados satisfatórios. Mas será que somente no marketing as coisas podem dar errado? Será que toda receita resulta em comidas maravilhosas? Claro que não, mas seria culpa da receita ou da falta de habilidade de quem a fez?

    Marketing não é algo totalmente sistemático, logo é perfeitamente possível que você anuncie para o público errado, que faça uma oferta errada, e com isso não tenha resultados satisfatórios. Mas jamais será o Google Ads que fará a venda por você, logo se um anúncio não consegue chamar atenção ou até chama atenção, mas não consegue converter os visitantes em clientes, várias coisas podem ser responsáveis por esta performance ruim. Sua campanha, seu anúncio, o público que você segmentou e até mesmo o seu produto que não é visto como necessidade pelo mercado.

    Vantagens em Anunciar no Google Ads

    Existem inúmeras vantagens para você começar a anunciar no Google hoje mesmo. Conheça algumas dessas vantagens que certamente farão você mudar ideia sobre o assunto.

    Controle de Investimento

    São poucas mídias que permitem você verdadeiramente controlar quanto quer investir em publicidade, o Google Ads é uma delas. Você está e sempre estará no controle sobre os gastos com links patrocinados.

    É possível investir qualquer quantia, como 10 reais por dia por exemplo. É possível, inclusive, determinar em quais horários do dia esses anúncios aparecerão, dependendo do horário de funcionamento da sua empresa.

    Você pode controlar os dias e horários de acordo com definições importantes para você. Imagine que você tem uma pizzaria e ela só começa a fazer entregas às 17 horas, todos os dias, porém exceto às segundas. Você consegue com o Google Ads criar um anúncio para aparecer somente em seu horário de funcionamento e nos dias ideais para você.

    Segmentação de Públicos

    Uma das grandes preocupações de quem está começando a investir é anunciar para o público errado, fazendo assim com que o pouco investimento que fez seja jogado no lixo.

    É possível escolher seu público (que chamamos de segmentar) através de diversas formas oferecidas pelo Google Ads. Embora isso pareça técnico demais, é algo simples e que com toda certeza você já sabe como funciona. Basicamente quanto mais você conhece sobre o seu cliente, mais informações você tem para segmentar.

    Vamos conhecer algumas possibilidades de segmentação de público na hora de anunciar.

    Segmentação por Dados Demográficos

    É possível anunciar somente para uma faixa etária específica e também para um gênero específico. Imagine que seu público está entre 25 e 34 anos e é do sexo masculino. O simples fato de escolher somente este público na hora de anunciar (segmentar), já fará com que você não jogue dinheiro fora anunciando para os demais públicos, que segundo seu entendimento, não comprariam de você.

    Segmentação por Dados Geográficos

    Se a sua pizzaria só faz entregas na sua cidade, é perfeitamente possível segmentar por local. Você pode escolher um país, um estado, uma cidade ou até mesmo um raio de quilometragem para anunciar.

    Segmentação por Dispositivos

    Se o seu público alvo só utiliza dispositivos móveis, você pode usar esta segmentação na hora de anunciar, evitando com que pessoas que estejam em computadores ou tablets vejam o seu anúncio.

    É importante, claro, que seu site seja otimizado para dispositivos móveis, tanto no design quanto na velocidade de carregamento, itens importante para os usuários de maneira geral e que certamente terão impacto nos seus resultados de venda.

    Segmentação por Palavras Chave

    Os termos que pesquisamos no Google revelam nosso interesse, não apenas sobre o produto, mas também se estamos buscando apenas informações sobre ele, algo mais informativo, ou se queremos comprar efetivamente. É possível exibir os seus anúncios apenas para que busca por palavras específicas, totalmente relacionadas com o seu produto ou serviço.

    Vejamos alguns exemplos. Imagine que você é um eletricista, residente em São Paulo e quer atrair mais clientes. Você pode anunciar para os termos:

    • eletricista sp
    • são paulo eletricista
    • eletricista telefone

    Todas as buscas acima indicam fortemente um interesse nos serviços de um eletricista, mas veja agora as palavras abaixo, não tão relevantes quanto as citadas acima:

    • vagas para eletricista
    • eletricista o que faz

    Por que não seria uma boa ideia anunciar para estes termos? O primeiro provavelmente é um profissional eletricista procurando emprego, enquanto o segundo é alguém querendo entender melhor o que faz a profissão. Mas nenhum deles indica o desejo de contratar um eletricista, logo não seria uma boa ideia anunciar para estas palavras.

    Percebeu? Os termos que pesquisamos indicam fortemente o que estamos procurando. Com o Google Ads é possível exibir anúncios somente quando a pesquisa usar termos relevantes com o que vendemos.

    Segmentação por Várias Segmentações

    O Google Ads permite ainda que você aplique diversas segmentações juntas, logo quanto mais você conhecer seu público, maiores são suas chances de criar anúncios para quem realmente vai comprar de você.

    Você pode criar, por exemplo, um anúncio para um público mais ou menos assim:

    • Idade entre 25 e 34 anos;
    • Sexo masculino;
    • Localizado em São Paulo;
    • Usuário de dispositivo móveis;
    • Pesquisando entre segunda e sexta, entre 8 da manhã e 18 horas;
    • E que pesquise por eletricista em são paulo.

    O poder de escolher diversas características sobre seu público, torna sua publicidade no Google muito mais direta e focada em seu público alvo comprador, evitando naturalmente que jogue dinheiro fora impactando diversos públicos que sequer se interessam pelo seu produto.

    Saiba exatamente o que está trazendo resultados para sua empresa

    Um dos maiores desafios e impedimentos ao mesmo tempo, que faz com as pessoas desistam de anunciar na internet, é não saber se seus investimentos estão trazendo retorno ou não. Algo como: como eu faço para saber se o investimento está trazendo clientes?

    Com o Google Ads você tem um conjunto gigantesco de métricas e informações, que permitem saber não apenas se está funcionando, mas saber exatamente o que está funcionando.

    É possível saber qual palavra chave trás mais clientes, qual faixa etária trás o cliente mais barato, qual anúncio vende mais, entre tantas outras informações.

    E com posse dessas informações, podemos a qualquer momento fazer ajustes e até interromper campanhas que não estejam trazendo o resultado esperado. Não é preciso gastar sua verba completa para que possa entender que não esteja performando bem.

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    Mas você parte em direção ao oceano de oportunidades: Online

    Como Funciona o Google Ads?

    Uma das grandes dúvidas de quem começa a anunciar é sobre a forma como o Google Ads funciona. O que acontece quando crio um anúncio? Como meus anúncios aparecem? Como serei cobrado e quanto vou pagar? Quem determina o valor que tenho que pagar para aparecer? Quem tem mais dinheiro sempre vai aparecer primeiro?

    Vamos entender cada um desses itens passo a passo agora.

    O que acontece quando crio um anúncio no Google Ads?

    A primeira coisa que acontece quando criamos um anúncio é que ele entra em um processo de revisão e aprovação. Por que isso acontece? Porque o Google possui várias políticas (regras) sobre o que pode e o que não pode anunciar no Google. Isto é necessário para garantir a ética, seriedade e transparência de todos que anunciam e também para proteger o consumidor de anúncios falsos ou ofertas boas demais para serem verdade.

    Por exemplo, você não pode anunciar um produto proibido por lei, não pode mentir para o seu usuário com ofertas que não consiga cumprir, entre outras regras. Exatamente por isso que seu anúncio entra em revisão sempre que criamos. Em média em até 3 dias, se estiver tudo dentro das regras do Google, seu anúncio é aprovado e começa a aparecer no Google.

    Como meus anúncios do Google Ads aparecem?

    Três coisas precisam acontecer para que seus futuros clientes comecem a ver os seus anúncios. A primeira é sua conta ter saldo financeiro suficiente, quer seja via boleto bancário ou via cartão de crédito. A segunda é ter um anúncio aprovado pelo Google. E a terceira é que sua segmentação seja atendida por algum usuário.

    Exemplo: se você segmentou sua campanha para pessoas que pesquisam pela palavra “curso de inglês”, quando alguém fizer esta pesquisa seu anúncio poderá ser exibido.

    Se você adicionou esta segmentação de palavra-chave e várias outras segmentações em conjunto (como idade, sexo, local, etc), quando todas elas forem atendidas seu anúncio aparecerá.

    Exemplo: se você segmentou sua campanha para pessoas que pesquisam pela palavra “curso de inglês”, que moram em São Paulo e apenas para horário comercial, somente quando tudo isso acontecer é que seu anúncio será mostrado para o futuro cliente.

    Como serei cobrado e quanto vou pagar por minhas campanhas?

    O Google trabalha com duas formas de pagamento, cartão de crédito e boleto bancário. Você pode decidir qual a melhor forma de faturamento para você no momento de criação da sua conta no Google Ads.

    O coração do Google Ads se chama “LEILÃO”. Como assim Adriano? Vamos entender, pois é super simples. A forma mais conhecida de cobrança do Google é chamada de PPC (Pague por Cliques). Em outras palavras, você não paga quando seu anúncio aparece, mas sim quando alguém clica nele. Logo, se seu anúncio aparecer um milhão de vezes e absolutamente ninguém clicar, você não pagará um centavo.

    Não existe um valor fixo, tabelado, de quanto devemos pagar por um clique para aparecermos na primeira página. Esse valor é definido através de um leilão que acontece e está sempre acontecendo no Google Ads. Vamos detalhar um pouco mais.

    Por dentro da cobrança do Google Ads

    Imagine que hoje é o primeiro dia do Google Ads e não existe absolutamente ninguém anunciando. Como o valor que eu quero pagar para aparecer é um leilão, eu resolvo dar um lance de um centavo por cada clique que eu receber. Isso já seria suficiente para eu aparecer em primeiro, afinal ninguém mais está oferecendo um lance maior no leilão, certo?

    Mas então você decidiu entrar no leilão, oferecendo dois centavos por clique, o dobro de mim. Quem tem mais vantagens em aparecer agora? Exato, você.

    É exatamente assim que o Google Ads funciona, com leilões de palavras-chave. E qual o valor então que você vai pagar? Isso vai depender do seu modelo de negócio/nicho. Já vi mercados onde o custo por clique está abaixo de R$ 0,10 e já vi o CPC (sigla comum que usamos para representar custo por clique) a R$ 150,00 (isso mesmo, cento e cinquenta reais por um único clique).

    Quanto mais concorrido é o mercado, maior é o valor que se paga por um clique. Mas fique tranquilo, esse processo é extremamente claro e transparente. Você já saberá quanto vai pagar no começo, estipulando o valor máximo por clique que está disposto a investir.

    Quem tem mais dinheiro sempre vai aparecer primeiro no Google?

    Não, definitivamente não. Existe um item, dentro do Google Ads, chamado Índice de Qualidade do Anúncio. É uma escala de 1 a 10, onde dez indica que seu anúncio é extremamente relevante, já um indica que seu anúncio é pouco ou quase nada relevante.

    Este índice é medido pela junção da análise de três coisas.

    1. Taxa de cliques esperada – o quanto o Google espera que seu anúncio receba de cliques;
    2. Relevância do anúncio – o quanto o público considera seu anúncio relevante;
    3. Página de destino – o quanto o público considera a sua página de destino relevante.

    Perceba que o valor que você está disposto a investir por clique NÃO É BASE para determinar se seu anúncio é relevante ou não. Anúncios com classificações muito baixas (3 ou menor por exemplo) raramente aparecem, não importa o valor que o usuário esteja disposto a pagar.

    Já anúncios com classificações ruins, mesmo aparecendo, pagarão mais caro que os demais por não terem um anúncio tão relevante. Se pensar bem, no final das contas o Google está preocupado com os consumidores que procuram empresas e produtos na Internet. Ou as empresas criam anúncios sérios, éticos e transparentes e buscam ser relevantes ou pagarão mais caro por anúncios, ou até não terão seus anúncios exibidos.

    Quanto custa anunciar? É gratuito?

    O Google Ads NÃO É GRATUITO. Embora criar uma conta no Google Ads seja um processo gratuito, é preciso pagar para anunciar. Como a gente viu aqui neste artigo, você paga sempre que alguém clica no seu anúncio. Esse valor pode ser de centavos, reais ou algumas dezenas de reais. Depende muito do nicho em que você atua e do quão concorrido ele está.

    Mas é perfeitamente possível controlar o investimento que você quer fazer. Por exemplo, imagine que você quer começar anunciando 300 reais por mês, algo em torno de 10 reais por dia. É perfeitamente possível. Você pode distribuir a verba para o mês inteiro ou até mesmo escolher anunciar por um intervalo de dias. Digamos que as duas primeiras semanas são as melhores em vendas, seu orçamento de R$ 300,00 pode ser usado apenas nestes dias, para ter melhores resultados.

    Tenho medo de gastar mais do que eu posso

    Fique tranquilo, embora seja possível sim gastar mais do que você desejaria, se seguir todos os passos que ensino isso não acontecerá. Você pode definir quanto quer gastar e ainda usar boleto bancário como opção de pagamento, ao menos até se sentir seguro para usar cartão de crédito por exemplo.

    A vantagem é que quando usamos boleto bancário, ao acabar seu saldo todas as suas campanhas serão automaticamente pausadas.

    Não tenho site, posso anunciar?

    É perfeitamente possível anunciar sem ter um site. Você pode criar anúncios focados apenas em receber chamadas (ligações telefônicas) ou até mesmo usar uma fan page do Facebook como endereço.

    É claro que se você utilizar a segunda opção, fan page, é importante que ela tenha informações claras sobre seu negócio, produto ou serviço e principalmente um contato fácil e visível para os clientes.

    Quanto precisa investir para ter resultados?

    Pense em verba de marketing como a gasolina que você coloca em seu carro. Se você colocar 10 reais de gasolina todos os dias, o que dá pra fazer? Talvez resolver um problema ou outro (perto), ir ao supermercado e só. Agora se você colocar 100 reais de gasolina todos os dias, dá pra fazer muito mais coisas ao longo de um dia, concorda?

    Com verba de marketing é a mesma coisa. Quanto mais você colocar, maior será seu alcance e, se bem feito, maior será o resultado. Para quem está começando, honestamente não recomendo ficar preocupado com quanto precisa investir para ter resultados. Recomendo que destine uma verba fixa todos os meses para investir, um valor que seja confortável ao ponto de você não parar de investir no mês seguinte, caso não tenha resultado.

    Pode ser 200 reais, 500 reais, enfim. O importante é que comece e não pare. A cada mês que não conseguir bons resultados, aprenda mais sobre seu público alvo e como encontra-lo da maneira que transforme eles em clientes.

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    E tem modo melhor do que o Google?

    Onde os meus anúncios podem aparecer?

    Muito se fala sobre o buscador do Google (que chamamos de rede de pesquisa) como principal rede do Google para anunciar. Entretanto, hoje temos várias outras opções, chamadas de Rede de Publicidade do Google. Abaixo explicarei cada uma delas.

    Rede de Pesquisa

    A rede de pesquisa nada mais é que o famoso buscador do Google. Quando você acessa google.com.br e faz uma busca, está usando a rede que chamamos de rede de pesquisa. Nada mais claro que isso, afinal é uma imensa rede onde você faz buscas para encontrar o que deseja (produtos, serviços, locais, informações para aprendizado, etc).

    Cerca de 90% dos usuários do Google utilizam o buscador para se informarem e também para fazerem compras online. Um dos motivos pelos quais a grande massa de anunciantes prefere anunciar na rede de pesquisa, é que podemos entender o momento de compra do usuário pelo que ele busca.

    Em outras mídias, que citarei abaixo, até conseguimos impactar nosso público alvo, mas nada que se compare a intenção e momento de compra como a rede de pesquisa. Tanto que é comum falarmos que se você quer aumentar as vendas da noite para o dia, a rede de pesquisa é o lugar certo para isso.

    Rede de Display

    Esta rede é um conjunto de milhões de sites parceiros do Google, que exibem anúncios do Google em troca de uma espécie de comissão. Explicando de outra maneira. Imagine que você tem um site, esse site recebe milhares ou milhões de acessos todos os dias, mas você não faz muita ideia de como monetizar esta audiência. Através do Google AdSense, programa de sites parceiros do Google, você pode ceder espaço em seu site para que o Google exiba publicidade nele.

    De maneira simples, o Google recebe dos anunciantes um valor X e paga um valor Y para você, que não deseja se preocupar com toda a logística comercial de negociar espaços publicitários. Bom para todos no final das contas.

    Sendo assim, a rede de display é o conjunto de sites parceiros do Google, e esse conjunto é gigante, estamos falando de milhões de sites. Nesta rede temos duas grandes peculiaridades.

    Rede Reativa

    Ao contrário do buscador do Google, onde as pessoas estão propositalmente procurando por algo (e totalmente receptivas a publicidade paga), na segunda isso não acontece. As pessoas podem estar lendo uma matéria, estudando sobre um determinado assunto, e seu anúncio simplesmente interromperá a experiência dele. Falando um português mais claro ainda: você não é bem vindo, logo precisamos criar anúncios que além de chamativos, façam muito sentido com as dores e desejos do nosso potencial cliente.

    Encontrar quem não Procura por mim

    Uma grande vantagem da rede de display é que podemos impactar um público que não necessariamente está procurando por você. Quando sabemos o que o nosso cliente busca é relativamente simples criar uma campanha. Escolhemos as palavras-chave, criamos os anúncios e pronto, campanha no ar. Mas e quando meu cliente não pesquisa pelo meu produto?

    O fato do seu cliente não pesquisar por você, não impede você de impacta-lo. Quanto mais você souber sobre seu cliente, mais opções de alcance na publicidade do Google nós temos.

    Por exemplo, imagine que seu público costuma ler sites sobre alimentação saudável, é possível encontrar sites parceiros do Google sobre esse assunto e exibir seus anúncios lá.

    No bom e velho português, se você está em um restaurante japonês, há uma grande chance de você gostar de comida japonesa certo? Se meu produto é para quem gosta de comida japonesa, faria todo sentido anunciar em um restaurante japonês. Voltando para nossa realidade, o restaurante japonês seria o site parceiro do Google, exibindo meu anúncio para o meu público alvo.

    Youtube

    O Youtube, a rede de vídeos do Google, é uma rede gigante e que cresce a cada dia exponencialmente. Segundo pesquisa, 70% dos usuários preferem vídeos. As pessoas utilizam o Youtube para diversos fins: estudar, ver filmes, distração, avaliar produtos ou marcas, ver opiniões de consumidores, entre outras. Não há muito como negar, vivemos a era dos vídeos.

    Se prestar bem atenção, em vários desses momentos sua marca pode aparecer, influenciando a decisão de compra do consumidor. Por exemplo, se você vende câmeras digitais, você pode anunciar seu produto em vídeos onde usuários fazem review de câmeras que você vende.

    No Youtube conseguimos anunciar de diversas formas, são elas:

    • Busca do youtube – anúncio por palavras chave, sempre que alguém fizer uma pesquisa por um assunto, você pode exibir seu anúncio;
    • Anúncio em vídeo do YouTube (chamado In Stream) – anúncio que aparece antes do vídeo que queremos assistir, com um botão PULAR disponível, caso o usuário não queira ver a publicidade;
    • Em um vídeo do YouTube, sem a opção de pular (chamado Bumper) – anúncio de 6 segundos que aparece antes do vídeo que queremos assistir, neste caso sem o botão PULAR disponível. O usuário é obrigado a ver a publicidade.
    Anúncios em Aplicativos

    É possível anunciar em aplicativos parceiros do Google. Da mesma forma que na rede de display você consegue anunciar em sites parceiros, buscando pessoas que não estão procurando por você, mas que podem se interessar pelo seu produto, nos anúncios em aplicativos podemos fazer mesmo.

    Podemos anunciar tanto produtos e serviços, quanto aplicativos em geral (até jogos). O que faz todo sentido concorda? Se um usuário tem o aplicativo Uber, é possível que se interesse também por outros aplicativos desta categoria. Sua campanha pode ser focada em levar o usuário para o site ou baixar e instalar o seu aplicativo.

    Anúncios no Google Shopping

    O Google Shopping é a rede do Google exclusiva para lojas virtuais (e-commerces) com produtos físicos para venda. Sempre que buscamos algo no Google e esta busca é por produtos, antes dos anúncios tradicionais vemos os anúncios do Shopping, que contém foto do produto e preço.

    A grande vantagem dos anúncios do Shopping é que não precisamos clicar para ver as duas informações mais relevantes em uma busca: o produto e o preço. Veja um exemplo de resultado do Shopping:

    Googles-Ads-O-que-é-como-funciona-e-quanto-custa-anunciar-2
    Remarketing no Google Ads

    Segundo pesquisa, somente 3% das pessoas compram na primeira vez em que acessam um site. Com isso, impactar novamente quem acessou seu site, mas não comprou, pode ser uma estratégia que traga boas vendas para você.

    Imagine que você estava no Shopping da sua cidade e entrou em uma loja de tênis. Você olhou um modelo, provou, gostou, mas por alguma razão não comprou naquele momento. Você pode voltar e comprar? Sim, mas as chances são pequenas. Agora se algo te lembrasse dessa loja, por qualquer lugar que você andasse, seria mais fácil concorda?

    Isso é o remarketing, é impactar novamente alguém que já teve contato com você (ou seja, que já visitou seu site). Se você já entrou em algum site, especialmente algum que tenha algo pra vender, deve ter visto um anúncio do mesmo produto por onde quer que você fosse na internet. Algo como: este anúncio está realmente me seguindo? (sim, está…rsrs).

    Criei a primeira campanha no Google Ads, as vendas acontecem rápido?

    Não, infelizmente não é assim que funciona na realidade. Muitas vezes vemos nosso concorrente vendendo e achamos que é simples, algo como isso até eu faço. Mas o que não aparece para você, é o quanto ele já entendeu sobre o público alvo dele, sobre as dores e problemas que a audiência dele tem, que os motivam a comprar, e o principal: qual oferta feita por ele mais conectou ao ponto de começar ou explodir de vender.

    Se você é um iniciante em Google Ads, seu desafio não é vender, mas sim chamar atenção do seu usuário e fazer com que ele clique em seu anúncio. Ahh Adriano, mas isso é básico demais. Exato, a sua primeira missão é a mais básica de todas e poucos conseguem.

    Se você não consegue fazer o seu anúncio receber cliques, isso é um sinal grave de que você sequer sabe chamar atenção da sua audiência, como quer começar a vender desse jeito? Em outras palavras, comece aprendendo a andar, depois você pode correr.

    Escrito por Adriano Gianini

    Veja também:

    Googles Ads – O que é, como funciona e quanto custa anunciar? via Adriano Gianini

    Postado por Meme Digital | Agência de Marketing Digital & Desenvolvimento Web Campinas/São Paulo.
    Fotos/Reprodução

  • EmMarketing Digital

    A tática de remarketing do Google Ads que você não está usando

    A tática de remarketing do Google Ads que você não está usando mas deveria usar!

    Não há dúvida sobre o poder do bom remarketing. É uma segunda, terceira ou quarta chance de converter esse visitante perdido há muito tempo. Mas o simples remarketing de toda a sua origem de tráfego é uma maneira infalível de gerar taxas de conversão medíocres.

    Mesmo a segmentação de visitas específicas à página não proporcionará grandes ganhos. Felizmente, isso não é mais todas as ferramentas que temos à nossa disposição.

    Embora esse seja um bom começo, você pode estar deixando grandes oportunidades em cima da mesa. E se você nunca ouviu falar do remarketing de anúncios do Google por meio de Ações do usuário no Google Analytics, provavelmente está.

    Veja como remarketing o tráfego do Google Ads por definições de público específicas para obter melhores resultados.

    O que são definições de público/ações do usuário e como você pode revendê-las?

    O remarketing geral geralmente consiste em uma das seguintes medidas de segmentação:

    • Redirecionamento de visitas ao site
    • Redirecionamento de todo o tráfego
    • Redirecionamento de URLs específicos

    Embora esse seja um ótimo começo, ele produz apenas uma taxa de conversão de 1 a 2% em média.

    Isso está muito abaixo do que você pode produzir, segmentando fatores mais detalhados e combinando esses fatores com o conteúdo ou a oferta certa. O remarketing geralmente falha porque lança uma ampla rede – assim como o marketing de entrada.

    O marketing de entrada geralmente tem baixas taxas de conversão. Apenas alguns por cento ou mais. Por quê? Porque nos concentramos em lançar uma rede enorme para atrair clientes e converter apenas o melhor deles. Nem todos serão receptivos à mesma oferta ou desejarão as mesmas coisas.

    E é por isso que o remarketing geral é péssimo: você assume que todo o seu tráfego deseja a mesma oferta ou está no mesmo estágio de decisão. Mas aqui está a verdade: eles não são. Então, como você cria essas listas de remarketing de ação do usuário? Você pode fazer isso no Google Analytics com definições de público-alvo.

    As definições de público-alvo permitem que você aproveite a grande quantidade de dados que o Google Analytics possui e o Google Ads não possui. Os dados do Google Ads podem fornecer apenas algumas medidas de remarketing. Mas o Google Analytics possui dados sobre praticamente toda e qualquer métrica existente.

    As definições de público são sequências personalizadas de variáveis ​​que você alinha para criar coortes (grupos de usuários com comportamento semelhante). Veja como utilizá-las para listas de remarketing mais específicas e poderosas. Vamos mergulhar.

    Consultas de remarketing por pesquisa no site para peças criativas fáceis

    As consultas de pesquisa no site são minas de ouro para dados sobre o que os clientes estão pesquisando:

    Estes são detalhes específicos do que seus clientes desejam. O conteúdo que eles querem consumir, ler e curtir. Aproveite isso!

    Aproveite essas informações criando um público de remarketing de pesquisa no site no Google Analytics. Você pode literalmente segmentar todos os que pesquisaram consultas específicas e, em seguida, fornecer o conteúdo exato (ou conteúdo / ofertas relacionados) a eles. Essa é uma maneira infalível de personalizar seu remarketing. Está mirando exatamente o que eles querem.

    Aqui está como fazê-lo. Para começar, vá para a seção de administrador do painel do Google Analytics e localize a guia “Definições de público-alvo”:

    Clique em “Definições de público-alvo” e selecione “Públicos-alvo”.

    A partir daqui, crie um novo público:

    Isso criará uma nova definição de público, onde você poderá começar a personalizar diversos públicos. As seleções básicas serão as que você costuma ver no Google Ads: todos os usuários, novos usuários, usuários recorrentes etc.

    Pule estas definições básicas e crie um novo público:

    Criar uma nova definição de público irá exibir o construtor de públicos. Role para baixo até a seção de condições avançadas do seu construtor de público-alvo. Em seguida, digite “pesquisa no site” na barra e selecione “Categoria de pesquisa no site” como sua condição:

    Na caixa de texto, digite uma consulta de pesquisa de site comum que você deseja direcionar. Em seguida, salve seu público:

    Lembre-se: verifique os relatórios de pesquisa do site na sua conta do Google Analytics antes de atingir esse público. Concentre-se em termos populares o suficiente para ter um público decentemente grande.

    Se você ainda não possui uma “pesquisa no site” , está perdendo oportunidades de ouro para entregar literalmente manualmente o conteúdo que os usuários estão solicitando. Você deve habilitá-lo imediatamente.

    Depois de salvar seu público, você verá a seguinte qualificação:

    Verifique se ele está ativado para a exibição em anúncios do Google e o público da RLSA.

    Agora, como você coloca esse público no Google Ads? Vá para a etapa três: Destinos de audiência. A partir daqui, você pode selecionar a conta específica do Google Ads para a qual deseja importar seu público-alvo:

    Voila! Você conseguiu! Agora, comece a usar o criativo e gerará enormes taxas de conversão com base em uma ação detalhada do usuário.

    Pronto para outro?

    Desenvolva sequências complexas para remarketing semelhante a laser

    O melhor do construtor de público-alvo personalizado no Google Analytics é o que seu nome promete: personalização. Você pode usá-lo para criar públicos-alvo muito mais complexos do que no Google Ads. Em vez de encadear visitas de URL, você pode encadear ações de comportamento.

    Aqui estão algumas sequências impressionantes de remarketing semelhante a laser que você pode replicar em apenas alguns minutos no criador de público-alvo. Redirecione os visitantes que retornaram originalmente originários do tráfego de referência. O tráfego de referência é o padrão-ouro de tráfego. Você sabe – visitantes de backlinks ou menções de marcas em outros sites.

    Esses são alguns dos melhores clientes em potencial e leads que você obterá (supondo que o site de referência esteja em seu nicho ou fale com seu público). Porém, as pessoas geralmente não conseguem maximizar o sucesso no tráfego de referência.

    Eles apenas assumem que ele será convertido. O que não vai. A menos que você realmente trabalhe para isso. Em vez de permitir que seu tráfego de referência visite e saia, faça a remarketing com anúncios.

    No criador de público-alvo, selecione “Origem / mídia” e insira a fonte de referência de tráfego para remarketing:

    Se você quiser obter ainda mais detalhes, poderá selecionar um caminho de referência exato, como em um link específico que mencionou você:

    Em seguida, clique em “e” para inserir um novo filtro. No novo filtro, selecione “Tipo de usuário contém visitante recorrente”.

    Isso garante que você esteja direcionando o melhor dos melhores: Visitantes de referência que vieram de fontes específicas e voltaram ao seu site mais de uma vez. É um tráfego de alto nível e interessado.

    Recupere o tráfego da página de destino para celular que não foi convertido em metas específicas. O tráfego para celular é complicado: se você não tiver uma página de destino perfeitamente otimizada para celular, ela provavelmente não será convertida.

    Os sites para computadores parecem terríveis no celular, e tentar convertê-los é um pesadelo em termos de UX. Mesmo que o tráfego mostre interesse, eles ainda podem não ser convertidos devido apenas a más experiências. Cabe a você mudar a opinião deles.

    Usando uma sequência detalhada no criador de público-alvo, você pode criar um segmento que permita direcionar o tráfego para uma página de destino móvel personalizada:

    • Crie um público de remarketing baseado primeiro na categoria do dispositivo. Para fazer isso, selecione “móvel”.
    • Selecione uma página de destino específica para segmentar que obtenha tráfego para celular.
    • Por fim, selecione uma meta de conversão do Google Analytics e defina o valor como 0, o que significa que não há conversões.
    • E assim, você criou um público móvel de usuários que não fizeram conversões em páginas de destino específicas.

    Agora você pode ajustar o criativo e a estratégia para se concentrar na otimização móvel e na melhor experiência móvel. Seja trazendo-os para uma nova página específica para celular ou para o download de um aplicativo, você os converterá com facilidade.

    Remarketing por profundidade de página para segmentar o tráfego quente

    Conhecer métricas de tráfego generalizadas, como visitas e KPIs de tempo de permanência, é um bom começo para segmentar o tráfego. Mas você não pode fazer o remarketing direto daqueles no Google Ads.

    Além disso, as taxas de rejeição às vezes podem ser enganosas. As durações médias da sessão também podem ser enganosas. Só porque alguém passou dez minutos no seu site, isso não significa que eles realmente gostaram. Talvez eles tenham passado dez minutos lutando para descobrir o que você estava dizendo ou onde eles poderiam localizar as informações que eles queriam. Além disso, as taxas de rejeição do tráfego orgânico do blog são ruins. Portanto, os usuários de remarketing são difíceis.

    Mas há uma métrica que pode produzir grandes vitórias: profundidade da página. Quantas páginas eles visitaram em uma sessão ou em várias sessões. Eles visitaram dezenas de páginas no seu site? Eles provavelmente acharam seu conteúdo interessante e é a sua vez de dar o próximo passo. E agora você pode segmentar a profundidade da página diretamente no Google Ads através dos públicos-alvo do Analytics.

    Ao criar seu novo público-alvo no criador de público-alvo, selecione a profundidade da página como sua métrica comportamental de ação do usuário:

    Na caixa de texto, você pode decidir quantas páginas deseja definir para o seu destino. À medida que você aumenta a profundidade da página, seu público-alvo diminui de tamanho. Eu recomendo criar entre um e três públicos diferentes com base em diferentes profundidades da página.

    Por exemplo, começando com duas ou três páginas e criando um público altamente específico de quatro a cinco páginas. Isso permite que você converta menos tráfego quente e ferva o tráfego quente que vem vasculhando seu site como um louco.

    Avançado: remarketing de usuários por ações incompletas do formulário

    Os formulários são críticos para a conversão de leads para a maioria de nós no espaço de marketing de entrada. Eles são uma das maneiras mais fáceis de coletar informações do cliente. Mas isso não significa que os clientes sempre as completem. É como o abandono do carrinho de comércio eletrônico: as pessoas não se comprometem totalmente e você fica na poeira sem uma venda ou um lead.

    Os formulários podem ser imprevisíveis. E até fatores simples podem impedir que alguém os preencha. Talvez você não tenha otimizado seu formulário no celular. Isso pode estar fazendo com que as pessoas saiam no meio do caminho. Ou talvez seus visitantes simplesmente tenham se distraído e se tenham esquecido de terminar o formulário. Até as menores coisas podem atrapalhar o sucesso das formas. Mas isso não significa que você precisa se sentar e deixar isso acontecer.

    Veja como configurar um público de remarketing com base naqueles que não preencheram seus formulários. Essa configuração pode ficar um pouco complexa. E, graças ao Analytics Mania, você pode seguir as instruções exatas de configuração com seu próprio código HTML personalizado.

    Para resumir as instruções, você usará o HTML personalizado do Analytics Mania para criar uma nova tag no Gerenciador de tags do Google. Depois de fazer isso, você pode importar essa tag de rastreamento de formulário para o Google Analytics e usá-la para desenvolver um novo público de remarketing.

    Essencialmente, você copiará e colará o código HTML em uma nova configuração de tag HTML personalizada:

    Em seguida, você configurará o gatilho com base nas visualizações de página de uma página de destino com um formulário.

    Em seguida, você copiará um segundo código e criará mais duas variáveis ​​de dados.

    Embora isso seja complexo e exija algum tempo e esforço, você pode concluí-lo em apenas 15 minutos. E confie em mim: vale a pena. O guia deles para no momento de integrar esses novos dados de rastreamento no Google Analytics, mas você não deve sair agora. Isso seria bom e elegante para rastrear dados. Mas queremos capitalizar esse segmento de público.

    No criador de público-alvo, selecione a nova ação do evento e crie uma audiência de remarketing a partir dela:

    Com base na codificação, isso segmentará os abandonadores de formulários que não preencheram todos os campos do formulário. Deseja dar um passo adiante? Depois de direcionar as conclusões do formulário à remarketing na sua lista de abandono de formulários, compile esse segmento de público em uma campanha de email para enviar emails personalizados com o conteúdo que eles desejam.

    Como os formulários podem não ser o seu forte (com base no comportamento anterior), combine remarketing com esforços de email. Por exemplo, você pode criar uma planilha simples no Google Docs com itens de personalização:

    Em seguida, execute uma campanha rápida no Gmail e selecione os parâmetros exatos de personalização:

    Para direcionar o abandono de formulário, você pode personalizar sua oferta com base nos formulários que eles abandonaram no meio do caminho. Personalize sua oferta com base no conteúdo que achou interessante.

    Vamos recapitular o plano:

    • Etapa 1: crie um público de remarketing com base no abandono do formulário.
    • Etapa 2: segmente-os em uma lista de email.
    • Etapa 3: combine esforços de remarketing do Google Ads e segmentação por e-mail para obter grandes vitórias.

    Conclusão

    O remarketing pode ser eficaz. Mas as taxas de conversão geralmente não são nada para levar para casa e colar na geladeira. Em vez de optar por um desempenho ruim, porque é a norma, tente remarketing por ações do usuário.

    Esses recursos detalhados e extremamente personalizáveis ​​no Google Analytics são perfeitos para remarketing. Você pode ir tão simples quanto as consultas de pesquisa do site até as sequências complexas do comportamento do usuário.

    As ações do usuário ajudam a restringir seu foco e direcionar o conteúdo certo para o usuário certo. As visitas a páginas da Web só podem lhe dizer muito. Uma análise mais profunda da profundidade da página e do preenchimento do formulário (ou falta de preenchimento) informa mais.

    Teste as ações dos usuários em sua própria campanha de remarketing e veja a diferença.

    Veja também:

    A tática de remarketing do Google Ads que você não está usando (mas deveria usar) definições de público-alvo do Analytics via Go Marketing School

    Postado por Meme Digital | Agência de Marketing Digital & Desenvolvimento Web Campinas/São Paulo.
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    6 Erros no Google Ads Para Você Evitar

    O Google Ads é uma ferramenta extremamente útil para o marketing digital de uma empresa. Por outro lado, utilizar a ferramenta sem o conhecimento necessário pode trazer prejuízos e atrapalhar sua campanha. Neste texto, você vai conhecer alguns dos erros mais comuns e aprender como evitá-los.

    É difícil falar de marketing digital sem mencionar o Google Ads. A plataforma de anúncios é, certamente, uma das melhores ferramentas que podem ser utilizadas por uma empresa para aumentar a geração de leads e potencializar o seu volume de vendas na internet.

    Para tirar proveito dos benefícios disponíveis, porém, é necessário entender como aplicar boas práticas e evitar erros comuns que podem comprometer toda uma estratégia.

    Em um ambiente competitivo, como é a disputa por espaço na era da transformação digital, todo detalhe importa.

    Pensando nisso, compilamos neste artigo 6 erros no Google Ads que são cometidos com frequência por empresas de todos os tamanhos.

    Vamos explicar o impacto negativo que podem causar e indicar o caminho para não repeti-los. Aproveite a leitura!

    erros no Google Ads para você evitar marketing digital campinas são paulo

    #1 – Não explorar a segmentação de público

    Uma das grandes vantagens de usar uma plataforma como o Google Ads é a possibilidade de realizar uma segmentação, ou seja, definir o perfil do público que você quer atingir na campanha.

    Além de um grande desperdício, não explorar essa função pode representar um prejuízo considerável para a sua estratégia.

    Isso porque a segmentação é parte essencial para o sucesso da campanha. Você pode investir uma grande quantia para criar o anúncio perfeito, oferecer os melhores produtos do mercado e, ainda assim, não ser bem-sucedido.

    Para que isso não aconteça, é preciso exibir a peça para as pessoas corretas, no momento certo e no canal adequado.

    Então, antes de lançar sua campanha, tenha a certeza de realizar uma segmentação eficiente.

    Para facilitar o processo, a ferramenta permite filtrar os visualizadores do anúncio de acordo com diferentes características:

    • informações demográficas: com base no desempenho de seus produtos e serviços com usuários em determinados locais, sexo, idade etc.;
    • palavras-chave: com base em palavras-chave e termos relacionados ao público que tem maior potencial de engajamento;
    • remarketing: direcionado aos usuários que já interagiram com seus produtos ou serviços no passado e têm possibilidade de retorno;
    • público semelhante: direcionado a usuários com características semelhantes aos integrantes da sua lista de remarketing.

    #2 – Realizar uma pesquisa de palavras-chave ineficiente

    As palavras-chave são os termos que identificam usuários mais propícios a se engajar com sua campanha.

    Como têm relação direta com a forma que a sua persona realiza suas buscas no Google, é fundamental dar atenção especial a elas.

    Se a sua campanha foca a palavra-chave X, mas a audiência pesquisa sobre Y, a efetividade é comprometida.

    Vamos imaginar que você quer lançar uma campanha para divulgar o lançamento de um novo creme de barbear.

    É crucial entender quais são os termos de busca utilizados por potenciais consumidores do produto. Só assim, é possível criar um anúncio capaz de alcançar a audiência bem no momento em que ela busca por produtos do tipo.

    Parece simples, mas o erro cometido aqui é que muitos anunciantes definem suas palavras-chave com base em suas intuições ou pesquisas muito rasas.

    Não adianta imaginar o que o consumidor está pesquisando — é preciso ter completa certeza.

    Portanto, faz-se necessário um verdadeiro estudo, que pode ser embasado pelo uso de planejadores de palavra-chave, como o Google Keyword Planner.

    Essa ferramenta traz insights valiosos para a definição dos termos mais relevantes para o seu caso.

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    #3 – Não contar com um planejamento bem definido

    Por mais que seja simples de operar, o Google Ads não faz todo o trabalho pela sua empresa.

    Apenas você é capaz de traçar um planejamento que esteja alinhado com suas metas e, ao mesmo tempo, dentro do orçamento disponível para tal investimento.

    Então, um dos erros no Google Ads mais comuns é a falsa impressão de que é possível atingir resultados do dia para a noite.

    Assim como acontece com um bom plano de marketing, o planejamento aqui passa pela definição do público que você quer atingir e da quantia que está disposto a investir, devendo terminar com o estabelecimento de metas que podem ser mensuradas.

    O que seriam essas metas? Vamos imaginar: sem levar em conta outros fatores, uma campanha que alcançou um alto número de cliques deve ser considerada bem-sucedida?

    A resposta é não. Por mais que sejam atrativos, cliques não significam sucesso.

    Se o seu anúncio gera um aumento no número de cliques, mas esse crescimento não se reflete em mais leads e vendas, seu dinheiro está sendo desperdiçado.

    Tendo isso em vista, é essencial contar com uma meta real e bem definida, como a atração de novos clientes ou o aumento no número de leads gerados. Entender essa diferença é essencial para manter o seu ROI em um nível satisfatório.

    #4 – Não mensurar os resultados

    Se um dos erros mais comuns é não realizar um planejamento com metas mensuráveis, outro é ignorar a análise dos resultados.

    Essa etapa é fundamental para avaliar o sucesso de uma campanha e decidir o que precisa ser ajustado e o que pode ser mantido da maneira como está.

    Para que essa etapa seja realizada, é fundamental que você e sua equipe estejam na mesma página sobre o objetivo final de sua campanha.

    Assim, é possível sentar e analisar se os investimentos estão valendo a pena ou não. Ignorar essa etapa pode levar a sua empresa a gastar dinheiro com campanhas inefetivas sem nem mesmo notar.

    A análise dos resultados é facilitada pelos insights fornecidos pela própria plataforma.

    Basta definir as métricas mais importantes para sua campanha, observar os relatórios e cruzar com o que você esperava antes de realizar o investimento.

    Sem a realização dessa etapa, o uso do Google Ads perde grande parte do seu sentido.

    Com isso em mente, estabeleça datas para analisar os resultados. Como está o ROI? O número de clientes está aumentando? E o de leads? Quantos clientes foram adquiridos por meio do investimento no Google Ads?

    As respostas para essas perguntas servem como norte para ajustar e otimizar a eficiência da sua estratégia de marketing digital.

    #5 – Criar apenas uma variação de anúncio

    Outro dos erros no Google Ads é criar apenas uma variação de anúncio. Se o seu objetivo é — e deve ser — potencializar a taxa de conversão e minimizar os custos envolvidos, é crucial gerar diversas variações da mesma peça.

    O objetivo? Testar e definir aquela que exerce maior eficiência sobre a sua audiência.

    Mesmo que sejam usados o mesmo título e descrição, variar o conteúdo do anúncio permite que você observe qual obtém uma taxa de conversão mais relevante.

    Lembra que falamos da importância de sempre acompanhar e mensurar os resultados? Esse é mais um motivo.

    Após um bom período de testes, você será capaz de definir o tipo de conteúdo que melhor engaja seu público.

    Então, é possível deixar de lado as outras variações e focar seus esforços em criar variações mais semelhantes ao “vencedor”.

    Mesmo assim, é importante continuar realizando testes e mais testes. Trata-se de um processo contínuo que tem como objetivo otimizar seu investimento.

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    #6 – Focar apenas o fundo de funil

    O fundo do funil de vendas trata do momento em que a sua persona já descobriu que precisa adquirir algum produto ou serviço, e está pronta para tomar a decisão de compra.

    É o momento mais esperado pelos profissionais de marketing e vendas, mas focar apenas ele em campanhas do Google Ads é um erro comum e prejudicial.

    Isso acontece porque, em muitos casos, o visualizador do anúncio ainda não está pronto para fechar o negócio — ou seja, se encontra em outra etapa do funil.

    Assim, a campanha não o atingirá da forma correta, diminuindo bastante as chances de conversão. Esse processo gera um sentimento de frustração no anunciante, que se vê obrigado a realizar mudanças no anúncio.

    A ocorrência desse erro, então, é consequência direta da falta de um planejamento bem definido.

    Antes de definir sua campanha, certifique-se de que seu conteúdo está condizente com o estágio do funil em que sua persona se encontra. Caso contrário, mesmo um anúncio bem elaborado terá dificuldades em converter.

    Utilizar as ferramentas de anúncios do Google é fundamental para a criação de campanhas efetivas de marketing digital para a sua empresa.

    A plataforma permite a segmentação do público, o disparo de campanhas personalizadas, e fornece insights valiosos para a avaliação da efetividade dos anúncios.

    Contudo, a ocorrência de erros no Google Ads é maior do que se imagina. Esses desvios podem comprometer toda uma estratégia de marketing digital e causar prejuízos financeiros para a empresa.

    Utilizando as informações apresentadas neste post, você pode otimizar suas campanhas e tornar o investimento muito mais lucrativo.

    6 erros no Google Ads para você evitar via Rock Content

    Veja também:

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