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    Como começar uma estratégia de SEO?

    Para obter o tráfego orgânico que você tanto deseja, é essencial que o conteúdo publicado em seu blog seja relevante para alguém. Até aí você já sabe, mas como é que as pessoas encontrarão o seu conteúdo?

    Como qualquer estratégia de marketing, tudo começa com planejamento: quais resultados você quer atingir com SEO, quem deseja alcançar, como você pretende chegar lá?

    É isso que vai pavimentar o caminho para o sucesso da sua estratégia.

    Além disso, você também deve saber que uma estratégia de SEO geralmente dá resultados no médio e longo prazo.

    Não espere um retorno imediato, como pode acontecer com anúncios e links patrocinados, ok? Apesar disso, SEO costuma dar um retorno mais sustentável ao longo do tempo.

    Dito isso, vamos aos primeiros passos do SEO:

    Definição de objetivos

    O primeiro passo da estratégia é definir quais são os seus objetivos ao otimizar seu site, blog ou loja virtual. Para isso, é preciso saber o que o SEO é capaz de oferecer, por exemplo:

    • Aumentar o tráfego orgânico;
    • Gerar mais leads;
    • Gerar mais vendas;
    • Reduzir o custo de aquisição de clientes (CAC);
    • Educar o mercado;
    • Aumentar a autoridade da marca.

    Procure sempre alinhar esses objetivos de SEO aos macro objetivos da sua marca. Se ela quer aumentar o brand awareness, por exemplo, SEO pode ajudar nisso ao colocar o site da empresa em evidência nas primeiras posições do Google.

    Ao definir os objetivos, você também pode identificar metas e KPIs.

    Se você quer ter mais autoridade, por exemplo, pode usar as métricas de Domain Auhtority e Page Authority. Defina qual pontuação deseja alcançar nesses KPIs e em quanto tempo.

    Assim, durante e depois de executar a estratégia, você pode conferir esses indicadores para saber se tomou o caminho certo para alcançar seus objetivos.

    Definição da persona

    Outro passo importante do planejamento é a definição da persona.

    Afinal, para quem a sua estratégia se destina? Com quem você precisa se comunicar? Quem você quer atrair para o seu negócio?

    Como-começar-uma-estratégia-de-SEO

    A persona é a descrição de um personagem semifictício que represente um cliente ideal da sua marca, com dúvidas, dores e necessidades reais, que você pode ajudar a resolver. Ela deve ser construída com base em dados reais de clientes, por meio de pesquisas, questionários e entrevistas.

    Essa construção da persona deve considerar as etapas do funil de vendas, que geram diferentes demandas para as pessoas. Elas ficam evidentes nos tipos de palavras-chave que são utilizadas nas pesquisas: elas tendem a ser mais abrangentes no início e se tornam mais específicas até o final.

    Mais adiante você vai entender melhor sobre as palavras-chave.

    Ferramentas iniciais e básicas de SEO

    Para começar uma estratégia de SEO, é preciso contar pelo menos com as ferramentas básicas.

    Elas ajudam a fazer um diagnóstico da situação atual, embasar o planejamento, fazer as primeiras otimizações e começar a acompanhar os impactos de cada ação.

    Estamos falando, principalmente, de duas ferramentas indispensáveis para o SEO: Google Analytics e Google Search Console. Elas são fornecidas gratuitamente pelo Google e sempre vão acompanhar as suas estratégias. Vamos conhecê-las melhor:

    Google Analytics

    Google Analytics é uma ferramenta de análise de dados amplamente usada que oferece uma infinidade de recursos para avaliar o desempenho de estratégias digitais. No SEO, ela pode ajudar de diferentes formas:

    • Conhecer melhor seu público para construir a persona;
    • Identificar quais são as páginas mais visitadas e com melhor desempenho;
    • Monitorar os números de tráfego orgânico;
    • Identificar os canais que mais geram tráfego (e-mail, social, orgânico etc.);
    • Entender o engajamento (taxa de rejeição, páginas por visita, duração da sessão);
    • Monitorar as conversões geradas pela estratégia de SEO.
    Google Analytics dashboard

    Essas são apenas algumas análises que você pode fazer com o Google Analytics e que podem auxiliar desde o planejamento até o monitoramento do SEO.

    Mas você vai encontrar muitos outros dados na ferramenta para ajudar na sua estratégia.

    Google Search Console

    O Google Search Console é uma ferramenta que facilita a comunicação entre o site e o Google e oferece relatórios valiosos para SEO. Estes são alguns recursos que ele oferece:

    • Saber se existem problemas de indexação no site;
    • Saber se o site foi hackeado ou penalizado pelo Google;
    • Monitorar a posição média das suas páginas na SERP;
    • Identificar a taxa de cliques (CTR orgânico) das suas páginas na SERP;
    • Identificar quais palavras-chave ativaram o seu site na SERP;
    • Identificar quais sites direcionam backlinks para o seu;
    • Solicitar ao Google a rejeição de backlinks duvidosos para o seu site.

    O Google Search Console é um pouco mais técnico, por isso é voltado para webmasters.

    Mas a interface é bastante amigável, então qualquer pessoa pode usá-la para fazer diagnósticos e direcionar demandas mais complexas para profissionais especializados.

    A ferramenta também pode gerar vários insights para otimizações em conteúdos, além de ser a principal fonte para identificar as consultas que levam tráfego para suas páginas e a taxa de cliques das suas principais palavras-chave.

    Google Search Console

    Como fazer uma pesquisa de palavras-chave?

    Trata-se de uma das principais ferramentas de planejamento de uma estratégia de SEO e Marketing de Conteúdo. Afinal, ela permite identificar oportunidades de otimização e definir prioridades de produção de conteúdo.

    Uma pesquisa de palavras-chave costuma começar com uma listagem de termos relacionados à sua área de atuação, produtos e marca. Você pode obter ideias no Google Analytics e no Google Search Console, que vimos anteriormente, ou em ferramentas de palavras-chave, que vamos conhecer a seguir.

    Depois, é preciso organizar essa lista. Você pode separar os termos mais usados em cada etapa do funil de vendas e hierarquizar a lista de acordo com o maior potencial de retorno para a estratégia.

    Digamos que você esteja iniciando um blog no seu site e identifique a palavra que mais direciona tráfego para ele.

    Então, você pode começar por ela e produzir um post otimizado para essa palavra-chave para atrair mais visitantes.

    A seguir, você vai entender melhor o que são palavras-chave e quais são os tipos de termos com os quais você pode trabalhar.

    O que são palavras-chave

    Palavras-chave são a forma como o usuário escreve a sua dúvida em um motor de busca e que ativam a exibição das páginas indexadas no buscador.

    google palavra chave seo marketing digital

    Quando um usuário faz uma busca por determinados termos, o Google busca no seu índice as páginas que melhor correspondem a eles e as exibe nos resultados da pesquisa.

    Já a ordem em que elas aparecem é resultado de uma série de fatores de rankeamento, como vimos antes.

    Portanto, palavras-chave são essenciais na estratégia de SEO, pois revelam quais termos nossa persona tem procurado.

    Elas definem o foco de otimização de uma página, de maneira que o Google faça a indexação para os termos corretos, apresente para os usuários que buscam por eles e garanta que seus conteúdos tenham demanda.

    É importante saber que o Google já tem inteligência para entender as intenções das buscas, a linguagem humana e as variações de termos que podem ocorrer.

    Isso significa que, se você quer otimizar um blogpost para “bagagem de mão”, por exemplo, não precisa se preocupar em usar exatamente essa palavra-chave no seu texto, muito menos repeti-la insistentemente.

    Você pode usar sinônimos, como “mala de mão” ou “bagagem de bordo”, que tornam a leitura mais agradável.

    E, mesmo que o usuário digite o termo com erros ou variações, como “bagajem de mão” ou “bagagens de mão”, o Google vai compreender a intenção de busca do usuário e apresentar a sua página a ele.

    Como-começar-uma-estratégia-de-SEO

    Portanto, a correspondência exata da palavra-chave não precisa mais ser uma preocupação.

    Tipos de busca

    Durante uma jornada de compra, as pessoas podem adotar diferentes tipos de busca para resolver suas dúvidas.

    Para criar as suas estratégias de conteúdo e SEO, você precisa entender com qual intenção cada pesquisa é feita, para alinhar as consultas dos usuários ao que a sua marca tem a entregar para eles.

    Vamos ver quais são os principais tipos de busca:

    Navegacional

    A pesquisa navegacional acontece quando o usuário já sabe em qual site deseja navegar e dificilmente mudará seu destino final.

    Então, ele utiliza o Google como um atalho, uma forma de lembrar a URL completa ou sugerir uma busca relacionada dentro daquele site.

    Transacional

    A pesquisa transacional é uma busca relacionada a uma compra. O usuário pode estar a fim de comprar um produto, encontrar o endereço de uma loja ou comparar preços, por exemplo.

    Esse tipo de busca é valioso porque pode direcionar diretamente para a compra, já que o usuário está com a decisão mais avançada.

    Informacional

    Na pesquisa informacional, o usuário busca informações sobre algum assunto, produto ou marca. Aqui, ele ainda não sabe muito bem o que quer, o que mostra que ele está no começo da jornada de compra.

    A pesquisa abaixo, por exemplo, pode ser o início da jornada de compra de um tênis de corrida:

    infomarcial pesquisa palavra chave google
    Local

    Pesquisas locais são buscas com um componente geográfico, dentro de determinada região.

    Acontecem, por exemplo, quando o usuário busca por restaurantes, cinemas, lojas, hotéis, escolas, consultórios, entre outros tipos de estabelecimentos com uma localização física.

    local pesquisa palavra chave google
    Outros tipos de busca

    Existem ainda outros tipos de busca que os usuários podem realizar, como:

    • notícias;
    • institucionais;
    • músicas;
    • buscas acadêmicas;
    • informações pontuais (clima, data etc.);
    • imagens;
    • vídeos.

    Perceba que, para cada tipo de busca, o Google tem cada vez mais se esforçado para entregar resultados específicos.

    Nas buscas por produtos (transacional), já apresenta resultados do Google Shopping. Nas buscas por músicas, já traz o clipe no YouTube e a letra.

    A intenção é melhorar a experiência de busca com respostas mais ágeis e precisas para o usuário.

    Veja também:

    Como começar uma estratégia de SEO? via Rock Content

    Postado por Meme Digital | Agência de Marketing Digital & Desenvolvimento Web Campinas/São Paulo.
    Fotos/Reprodução

  • EmMarketing Digital

    5 Tipos de conteúdo para aumentar o tráfego orgânico

    Aumentar o tráfego orgânico está entre os principais objetivos das ações de marketing digital. E não é de se estranhar: um bom volume de tráfego orgânico reduz o custo para atrair visitantes e otimiza os resultados com a geração de leads.

    Entretanto, é preciso considerar que nem todos os tipos de conteúdo são criados iguais. Alguns impulsionam o tráfego de pesquisa, enquanto outros estão focados na conversão de leads ou na divulgação de notícias sobre sua empresa.

    Quando falamos sobre a atração de tráfego através da produção de conteúdos, estamos falando sobre a publicação de informações relevantes e atrativas para o seu público. Se produzir conteúdo de baixa qualidade, seus visitantes podem simplesmente encontrar o blog de um concorrente para obter conteúdo de qualidade.

    Como você já deve saber, quando seus clientes ou leitores começam a perder o interesse pelo conteúdo que você está divulgando, seu tráfego orgânico começa a sofrer. Então, aqui está uma questão a considerar: qual é o nível de poder do seu conteúdo para atrair visitas orgânicas ao seu site?

    5-Tipos-de-conteúdo-para-aumentar-o-tráfego-orgânico

    Neste artigo veremos 5 formatos de conteúdo que você pode explorar para aumentar o tráfego orgânico nas páginas da sua empresa. Acompanhe.

    Por que é importante aumentar o tráfego orgânico?

    O tráfego orgânico é o tráfego que chega ao seu website quando alguém faz uma consulta no Google e você é encontrado entre os resultados da pesquisa. Ou seja, é uma forma muito eficiente e gratuita de gerar visitantes para o seu site – sem a necessidade de pagar pelo impulsionamento nos mecanismos de busca.

    As empresas que conseguem aumentar o tráfego orgânico em suas páginas podem aproveitar diversas vantagens que impactam no sucesso de suas estratégias de marketing digital:

    Leads qualificados. Um usuário que encontra a sua página pesquisando por uma palavra-chave relacionada diretamente à sua empresa possui grandes chances de se transformar em uma oportunidade real de negócio.

    Tráfego orgânico é sustentável. Se você depende da busca paga para gerar tráfego, será preciso dedicar um orçamento mensal para o Google Ads. Já com o tráfego orgânico você garante bons resultados sem precisar se preocupar.

    Rentabilidade em longo prazo. Colocar uma página entre os primeiros resultados do Google pode ser uma tarefa complicada. Porém, em longo prazo você colhe ótimos resultados – gerando um grande volume de visitas diariamente sem fazer esforços.

    Vantagem competitiva. Em um mercado tão concorrido, qualquer diferencial pode colocá-lo à frente dos concorrentes. Aumentar o tráfego orgânico é uma ótima forma de ser encontrado de forma mais fácil pelo público.

    Combustível para a estratégia de marketing digital. Você deseja gerar mais leads através de e-books? Ou então criar campanhas de e-mail marketing e remarketing? O primeiro passo para isso é gerar um bom volume de visitantes – e aumentar o tráfego orgânico vai ajudá-lo nisso.

    5-Tipos-de-conteúdo-para-aumentar-o-tráfego-orgânico

    5 formatos de conteúdo que aumentam o tráfego orgânico

    Você ficou interessado em aumentar o tráfego orgânico nas suas páginas? Para colocar isso em prática, você pode apostar em alguns tipos de conteúdo que ajudam a ampliar a visibilidade do seu site nos mecanismos de busca:

    1. Postagens de “como fazer?”

    Conteúdos que estimulam a prática estão entre os formatos de conteúdo mais popular na web. Para visualizar isso, basta pensar nas suas próprias pesquisas. Você pode procurar pelas mais diversas informações dessa forma: como fazer arroz? Como consertar seu celular? Como criar uma planilha de fluxo de caixa? Como construir uma lista de e-mail marketing?

    Esses conteúdos são muito fáceis de criar e possuem um valor imenso, porque a maioria das pessoas vai aos motores de busca à procura de conselhos. A mágica nesse tipo de conteúdo é torná-lo rico e cheio de informações úteis. Caso contrário, você não conseguirá manter a atenção do público por muito tempo.

    2. Infográficos

    O mundo de hoje está constantemente em busca de dados, agora mais do que nunca. Ter dados relevantes e necessários dentro do seu conteúdo fará com que os rankings do mecanismo de busca sejam direcionados para você.

    Os infográficos ajudam bastante a resumir o conteúdo, utilizando representações gráficas e dados relevantes. Eles tornam divertido para os leitores assimilar os dados e compartilhar, porque combina visuais interessantes e informações úteis.

    Além de infográficos serem úteis para o leitor, muitas pessoas gostam de compartilhar esse tipo de conteúdo nas mídias sociais. Por isso, esse formato de conteúdo pode ser responsável por aumentar o tráfego orgânico em longo prazo.

    3. Resenhas de livros

    Antes de comprar um livro, você provavelmente analisa as recomendações de alguém que você admira ou de um especialista, não é? Esse é um hábito muito comum entre o público antes de fazer a compra de novos livros.

    É por essa razão que pode ser útil criar resenhas de livros sobre tópicos relacionados ao seu negócio. Além de ser encontrado por pessoas que pesquisam sobre esses livros ou autores, você ainda tem a oportunidade de demonstrar toda sua autoridade sobre o assunto.

    4. Reviews de produtos

    Os reviews de produtos são bastante semelhantes às resenhas de livros, entretanto, podem abranger vários aspectos – como itens físicos, softwares, ideias, serviços, entre outros.

    Os consumidores estão sempre procurando por avaliações de qualidade em qualquer produto antes de comprá-lo, certo? Você pode se posicionar como um conhecedor sobre o assunto e auxiliar o público na decisão de compra.

    Se você possui uma empresa de consultoria de marketing digital, pode escrever um artigo com prós e contras das principais ferramentas de pesquisa de palavras-chave. Geralmente, as pessoas que procuram por esse assunto também possuem interesse na solução que você tem a oferecer.

    https://memedigital.com.br/5-tipos-de-conteudo-para-aumentar-o-trafego-organico/
    5. Guest posts

    Uma das formas mais efetivas de aumentar o tráfego do seu site é fazer publicações em outros blogs confiáveis e com autoridade de domínio forte. Além de garantir vários cliques das pessoas que acompanham aquele blog, os mecanismos de busca avaliam positivamente esses links externos.

    Quando você cria um conteúdo que é útil o suficiente para ser publicado por um site com autoridade no mercado, você abre o caminho para um público mais amplo. E quando eles amam o que você mostrou, eles começam a pesquisar mais conteúdos na sua página.

    O que fazer depois de aumentar o tráfego orgânico?

    Você explorou esses tipos de conteúdo para aumentar o tráfego orgânico da sua empresa e obteve bons resultados. E agora? O que você deve fazer com base no aumento de visitantes que passam pelo site da sua empresa?

    A atração do público é apenas a primeira das etapas de uma estratégia de Inbound Marketing. Após isso, você deve se dedicar a converter os visitantes em leads, aumentar sua conexão com a base, identificar oportunidades para vendas e fidelizar os clientes.

    Veja também:

    5 Tipos de conteúdo para aumentar o tráfego orgânico via O Cara do Marketing

    Postado por Meme Digital | Agência de Marketing Digital & Desenvolvimento Web Campinas/São Paulo.
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    Links Patrocinados – Por que anunciar em tempos de crise?

    Quando se fala em links patrocinados, a ferramenta do Google logo vem à cabeça. Pudera, além de ser uma ferramenta que conecta você com a plataforma de busca mais utilizada no mundo, potencializando o alcance da sua marca, o Google Ads agrega ainda outros benefícios.

    Quer saber quais são eles? Confira a lista abaixo:

    1. É fácil começar

    O Google Ads (antigo AdWords) não exige grande burocracia para que você comece a criar campanhas. Não é necessário contrato, o que permite que uma campanha comece e termine a qualquer momento, sem ter de cumprir prazos e sem a possibilidade de multas. Saiba mais sobre Links Patrocinados.

    2. O retorno é rápido

    Diferentes de estratégias como blog ou mídias sociais, que normalmente demandam um prazo maior para começar a mostrar resultados, campanhas de links patrocinados geralmente têm efeitos mais rápidos ou até imediatos.

    Links Patrocinados - Por que anunciar em tempos de crise

    3. O controle está na sua mão

    Os anúncios podem ser personalizados de forma que você escolha cada palavra utilizada, aumentando as chances de transmitir exatamente o que deseja. Saiba mais sobre Links Patrocinados.

    4. O anúncio atinge o público certo, na hora certa

    O Google Ads (antigo AdWords) tem uma grande capacidade de segmentação, o que ajuda a fazer com que suas campanhas cheguem ao seu público-alvo, aumentando as chances de conversão.

    5. É uma ferramenta bastante mensurável

    Nada de se perguntar se a campanha está dando certo: o Google Ads exibe dados e estatísticas que possibilitam acompanhamento da performance em tempo real. Saiba mais sobre Links Patrocinados.

    6. É uma ferramenta flexível

    Alterar as palavras-chave ou otimizar as técnicas de segmentação são opções disponíveis a qualquer momento. Isso faz com que você tenha a chance de corrigir eventuais erros, testar possibilidades e melhorar estratégias, apostando sempre no que funciona melhor para a sua empresa.

    Links Patrocinados - Por que anunciar em tempos de crise

    7. Ótimo custo-benefício

    No Google Ads (antigo AdWords) é possível começar campanhas com um baixo investimento, e não há grandes surpresas na conta. Você pode definir o quanto quer gastar, estipulando um orçamento para o anúncio. Além disso, você paga apenas pelos cliques que o anúncio recebe.

    8. Pagar pela ferramenta não gera dores de cabeça

    Você pode escolher o método de pagamento que preferir: boleto bancário, cartão de débito ou cartão de crédito. Saiba mais sobre Links Patrocinados.

    Veja também:

    Por que anunciar no Google Ads em tempos de crise? via Meu Negócio

    Postado por Meme Digital | Agência de Marketing Digital & Desenvolvimento Web Campinas/São Paulo.
    Fotos/Reprodução

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    Quanto custa a publicidade no Google Ads? Você decide!

    O formato de anúncios no Google Ads tem ajudado empresas de todos os portes a alcançar suas metas de vendas no fim de mês. A facilidade na configuração das campanhas e flexibilidade no investimento são os fatores que fazem dessa mídia uma das maiores no mundo online de hoje. Mas como fazer, onde anunciar e quanto custa publicidade no Google?

    A resposta pra você que quer saber quanto custa anunciar no Ads é simples: você decide. É possível começar investindo R$10, R$50, R$1000 ou mais. Tudo vai depender de como está o planejamento da sua empresa para mídia paga e qual resultado deseja obter.

    Usar esse canal para trazer novos visitantes e clientes é uma estratégia complementar a outras que foquem em lugares onde anunciar na internet. E, para te ajudar a extrair o que essa mídia tem de melhor, vamos fazer um breve overview sobre a ferramenta nesse post. Quer saber mais? Continue lendo.

    Como funciona e quanto custa a publicidade no Google Ads

    O Google Ads é uma ferramenta de anúncios online que podem ser exibidos em três formatos principais: links patrocinados, banners (Google display network) e vídeos (Youtube).

    Todos as formas de campanhas seguem o mesmo raciocínio em sua estrutura de cobrança: o valor pago nos anúncios é baseado em um leilão online. Esse leilão acontece sem que o anunciante veja, em milésimos de segundos. No momento que se configura uma campanha no Ads, deve-se escolher o preço médio e máximo que você deseja pagar pela exibição daquele anúncio.

    Um preço médio muito abaixo do que os outros anunciantes estão oferecendo vai fazer com que seu anúncio não apareça, e no caso de ele estar muito alto, será um bom dinheiro que você estará desperdiçando.

    Fique atento a segmentação que será direcionada e otimize seu investimento nas campanhas.

    Links Patrocinados

    Os anúncios de links patrocinados são os mais comuns. Ao fazer uma busca no Google, você já deve ter reparado que os 3 ou 4 primeiros resultados aparecem com uma tag “Anúncio”, são eles.

    Essa opção de anúncio possui o formato de segmentação baseado principalmente em palavras chaves, podendo também ser segmentado por região, idioma, entre outros. Essas palavras não são nada mais que a forma como os usuários buscam a informação no Google.

    O poder de segmentação desse tipo de anúncio é enorme, imagine que você tenha uma loja online de produtos naturais. Você direcionar sua campanha para aparecer quando o usuário digitar “loja de produtos naturais online”, assim, você só irá pagar quando clicarem em seu anúncio, trazendo um público extremamente qualificado para sua loja online.

    Quanto custa publicidade no Google por campanhas de Links Patrocinados? Varia de acordo com a escolha das palavras chaves, quanto mais concorrida, mais caro será. Uma campanha direcionada para uma palavra com concorrência normal fica em média de R$0,30 a R$0,60 centavos o clique.

    Banners

    O Google possui uma rede de mais de 2 milhões de sites parceiros. Eles cedem espaço para anúncios de banners e ganham uma comissão do Google por isso.

    Para empresas que desejam anunciar, a opção de anúncios gráficos como banners comuns ou animados pode ser também uma boa alternativa. A campanha pode ser configurada para ser exibida somente em sites que alcancem seu público alvo, aposte na criatividade na hora de criar seu banner digital e tenha melhores resultados.

    Quanto custa a publicidade no Google através de campanhas de banners? Da mesma forma como os Links Patrocinados, vai depender da segmentação que você escolhe. Nesse tipo de anúncio, você pode escolher pagar por mil impressões (CPM) ou por clique (CPC). As campanhas com concorrência normal de CPM variam de R$0,10 a R$0,40 centavos, já as de CPC vão de R$0,35 a R$,70 centavos, em média.

    Vídeos

    Desde que o Google comprou o Youtube em 2006, ficou muito mais fácil anunciar nesse canal. Hoje é possível criar campanhas através da própria ferramenta do Google Ads, direcionada ao segmento que você deseja atingir. Com mais de 1 bilhão de usuários, pode ter certeza que o Youtube é uma mídia na qual as empresas devem estar.

    O que limita ainda a participação de novos negócios nessa mídia é que o principal formato de anúncio é o vídeo, ou seja, você precisar criar uma propaganda em forma de anúncio para atingir mais pessoas.

    O interessante desse tipo de campanha é que você pode optar por pagar os anúncios que somente sejam assistidos completamente por seu público, que é chamado de Custo por Visualização (CPV).

    Quanto custa a publicidade no Google através do Youtube? Por ainda ser pouco explorada, essa mídia possui um custo médio de R$0,05 a R$0,20 centavos por visualização.

    Dicas para otimizar seus custos de publicidade no Google

    Antes mesmo de iniciar criar campanhas no Google Ads, fique ligado nessas dicas que separamos para seu negócio alcançar os melhores resultados.

    • Melhore seu site: de nada adianta trazer milhares de visitantes se seu site não está de acordo com o anúncio e bem estruturado para conversões. Por isso, otimize as landing pages do seu site, deixe-as prontas para converter visitantes em leads e clientes!
    • Acompanhe os resultados: você poderá definir seu orçamento diário para as campanhas, assim, fique de olho (pelo menos) semanalmente quanto está seu custo por visitante, quais anúncios estão trazendo os melhores clientes e quais você pode pausar da campanha.
    • Ajuda profissional: se não tem tempo para acompanhar de perto os resultados, procure uma agência como a Links Experts para anunciar sua empresa no Google Ads, Facebook Ads, Instagram e outras mídias.

    Estamos prontos para esclarecer todas suas dúvidas e criar a melhor estratégia de mídia paga para seu negócio.

    Ficou alguma dúvida sobre quanto custa publicidade no Google? Deixe seu comentário aqui embaixo, vamos adorar te ajudar nessa!

    Veja também:

    Quanto custa a publicidade no Google Ads? Você decide! via Links Experts

    Postado por Meme Digital | Agência de Marketing Digital & Desenvolvimento Web Campinas/São Paulo
    Fotos/Reprodução

  • EmMarketing Digital

    Google Ads – O que é, como funciona e quanto custa anunciar?

    O Google Ads (Google AdWords) é a ferramenta do Google para anunciar produtos ou serviços na internet e no próprio buscador. Quando alguém faz uma pesquisa em google.com.br e os resultados patrocinados (anúncios) aparecem, é porque uma pessoa ou empresa usou o Google Ads para criar tais anúncios.

    O que é o Google Ads?

    De maneira simples, o Google Ads (antigo Google AdWords) é a ferramenta do Google para você anunciar seus produtos ou serviços no próprio Google. Ou seja, sempre que você faz uma busca no Google e os resultados patrocinados aparecem, alguém (pessoa ou empresa) usou o Google Ads para fazer com que este anúncio aparecesse para você.

    Os anúncios pagos, popularmente chamados de links patrocinados, são identificados por uma espécie de tarja verde, com o nome “anúncio” como mostro na imagem abaixo:

    Googles-Ads-O-que-é-como-funciona-e-quanto-custa-anunciar-1

    Observe que nesta imagem mostro dois resultados após a busca pela palavra “eletricista”, sendo um resultado pago (patrocinado através do Google Ads) e um resultado orgânico (nome que damos aos resultados que aparecem sem precisar pagar).

    A única coisa que diferencia um do outro é esta pequena tarja mostrando que é um anúncio. Em outras épocas o destaque para os links patrocinados no Google Ads já foram gritantes, com fundo laranja, bem chamativos. Era algo como dizer ao usuário: esses aqui só estão aparecendo porque estão pagando.

    Neste artigo você vai aprender:
    • O que é o Google Ads?
    • Se você tem um negócio local ou online, precisa anunciar
    • Por que anunciar no Google Ads?
    • Investir em marketing é um gasto, é jogar dinheiro fora
    • Mas já vi pessoas anunciando e jogando dinheiro fora
    • Vantagens em anunciar no Google Ads
    • Controle de investimento
    • Segmentação
    • Saber exatamente o que está trazendo resultados para a empresa
    • Como funciona o Google Ads?
    • O que acontece quando crio um anúncio?
    • Como meus anúncios aparecem?
    • Como serei cobrado e quanto vou pagar?
    • Quem tem mais dinheiro sempre vai aparecer primeiro?
    • Quanto custa anunciar, é gratuito?
    • Tenho medo de gastar mais do que eu posso
    • Não tenho site, posso anunciar?
    • Quanto precisa investir para ter resultados?
    • Onde os meus anúncios podem aparecer?
    • Rede de pesquisa
    • Rede de display
    • Youtube
    • Anúncios em aplicativos
    • Anúncios no Google Shopping
    • Remarketing
    • Criei a primeira campanha, começo a vender?
    • Como crio a primeira campanha no Google Ads?
    Googles-Ads-O-que-é-como-funciona-e-quanto-custa-anunciar1
    É como se a terra firme fosse o offline

    Se você tem um negócio local ou online, precisa anunciar no Google Ads

    Imagine que você tem um negócio, seja venda de produto físico ou serviço, e você precisa vender. O que você vai fazer? Será que as pessoas vão simplesmente descobrir que você abriu um negócio e vão começar a comprar de você? Claro que não.

    Em outras palavras, se você tem um negócio, quer seja ele online ou local, você tem uma necessidade gigante que todo negócio tem: atrair potenciais clientes para o seu negócio e fazer com que eles comprem de você. Mas convenhamos, isso já é assim há muito tempo, não é necessariamente uma novidade do marketing digital e do Google Ads.

    Antes mesmo dessas tecnologias aparecerem, quando uma empresa surgia ou quando decidia buscar clientes através de anúncios, elas usavam diferentes formas: panfletagem, rádio, TV (esta bem cara comparada a outras mídias), entre tantas outras opções. Ou seja, as empresas têm buscado aparecer há muito tempo, pagando por publicidade em mídias específicas. Este processo popularmente chamamos de “comprar tráfego”, quando pagamos para anunciar e trazer pessoas para nosso negócio, online ou presencial.

    E falando em negócios locais, presenciais, é importante você saber que o Google Ads não foi feito apenas para negócios online, lojas virtuais ou algo parecido, foi feito para quem tem um negócio. Inclusive sequer você precisa ter um site para anunciar no Google, basta ter um produto, um serviço ou um negócio local.

    Por que anunciar no Google Ads?

    Neste exato momento, enquanto você está lendo este artigo, existem pessoas no Google procurando por produtos ou serviços, dispostas a comprarem. Por melhor que seja o seu produto ou serviço, o que vai acontecer se não existirem pessoas visitando sua empresa? Exato, você não vai vender.

    E se o que estas pessoas estão procurando você tem para oferecer, significa que você está deixando de aparecer para quem deseja comprar de você. É o famoso deixar dinheiro na mesa.

    Investir em marketing é um gasto, é jogar dinheiro fora

    Muitas pessoas ficam com medo ao anunciarem no Google, através do Google Ads. Entre inúmeras incertezas, a principal é que pagar para aparecer não trás resultados. Imagine quantas milhões de pessoas vão comprar alguma coisa na Internet em pouco tempo? Imaginou? Você realmente acredita que as pessoas só clicam em anúncios orgânicos e não nos pagos?

    Se você é do grupo que não acredita que investir para aparecer no Google pode te trazer resultados, me permita falar um pouco sobre isso. Além de administrar minhas próprias campanhas, eu administro várias contas de vários clientes da minha consultoria, onde em muitos casos as vendas praticamente parariam, da noite para o dia, se eles deixassem de anunciar no Google.

    Já vi casos em que cerca de 90% das vendas da empresa só aconteciam através dos anúncios do Google, consegue ter uma ideia do poder disso?

    Mas já vi pessoas anunciando e jogando dinheiro fora

    Sim, é perfeitamente possível que alguém tenha anunciado e não tenha tido resultados satisfatórios. Mas será que somente no marketing as coisas podem dar errado? Será que toda receita resulta em comidas maravilhosas? Claro que não, mas seria culpa da receita ou da falta de habilidade de quem a fez?

    Marketing não é algo totalmente sistemático, logo é perfeitamente possível que você anuncie para o público errado, que faça uma oferta errada, e com isso não tenha resultados satisfatórios. Mas jamais será o Google Ads que fará a venda por você, logo se um anúncio não consegue chamar atenção ou até chama atenção, mas não consegue converter os visitantes em clientes, várias coisas podem ser responsáveis por esta performance ruim. Sua campanha, seu anúncio, o público que você segmentou e até mesmo o seu produto que não é visto como necessidade pelo mercado.

    Vantagens em Anunciar no Google Ads

    Existem inúmeras vantagens para você começar a anunciar no Google hoje mesmo. Conheça algumas dessas vantagens que certamente farão você mudar ideia sobre o assunto.

    Controle de Investimento

    São poucas mídias que permitem você verdadeiramente controlar quanto quer investir em publicidade, o Google Ads é uma delas. Você está e sempre estará no controle sobre os gastos com links patrocinados.

    É possível investir qualquer quantia, como 10 reais por dia por exemplo. É possível, inclusive, determinar em quais horários do dia esses anúncios aparecerão, dependendo do horário de funcionamento da sua empresa.

    Você pode controlar os dias e horários de acordo com definições importantes para você. Imagine que você tem uma pizzaria e ela só começa a fazer entregas às 17 horas, todos os dias, porém exceto às segundas. Você consegue com o Google Ads criar um anúncio para aparecer somente em seu horário de funcionamento e nos dias ideais para você.

    Segmentação de Públicos

    Uma das grandes preocupações de quem está começando a investir é anunciar para o público errado, fazendo assim com que o pouco investimento que fez seja jogado no lixo.

    É possível escolher seu público (que chamamos de segmentar) através de diversas formas oferecidas pelo Google Ads. Embora isso pareça técnico demais, é algo simples e que com toda certeza você já sabe como funciona. Basicamente quanto mais você conhece sobre o seu cliente, mais informações você tem para segmentar.

    Vamos conhecer algumas possibilidades de segmentação de público na hora de anunciar.

    Segmentação por Dados Demográficos

    É possível anunciar somente para uma faixa etária específica e também para um gênero específico. Imagine que seu público está entre 25 e 34 anos e é do sexo masculino. O simples fato de escolher somente este público na hora de anunciar (segmentar), já fará com que você não jogue dinheiro fora anunciando para os demais públicos, que segundo seu entendimento, não comprariam de você.

    Segmentação por Dados Geográficos

    Se a sua pizzaria só faz entregas na sua cidade, é perfeitamente possível segmentar por local. Você pode escolher um país, um estado, uma cidade ou até mesmo um raio de quilometragem para anunciar.

    Segmentação por Dispositivos

    Se o seu público alvo só utiliza dispositivos móveis, você pode usar esta segmentação na hora de anunciar, evitando com que pessoas que estejam em computadores ou tablets vejam o seu anúncio.

    É importante, claro, que seu site seja otimizado para dispositivos móveis, tanto no design quanto na velocidade de carregamento, itens importante para os usuários de maneira geral e que certamente terão impacto nos seus resultados de venda.

    Segmentação por Palavras Chave

    Os termos que pesquisamos no Google revelam nosso interesse, não apenas sobre o produto, mas também se estamos buscando apenas informações sobre ele, algo mais informativo, ou se queremos comprar efetivamente. É possível exibir os seus anúncios apenas para que busca por palavras específicas, totalmente relacionadas com o seu produto ou serviço.

    Vejamos alguns exemplos. Imagine que você é um eletricista, residente em São Paulo e quer atrair mais clientes. Você pode anunciar para os termos:

    • eletricista sp
    • são paulo eletricista
    • eletricista telefone

    Todas as buscas acima indicam fortemente um interesse nos serviços de um eletricista, mas veja agora as palavras abaixo, não tão relevantes quanto as citadas acima:

    • vagas para eletricista
    • eletricista o que faz

    Por que não seria uma boa ideia anunciar para estes termos? O primeiro provavelmente é um profissional eletricista procurando emprego, enquanto o segundo é alguém querendo entender melhor o que faz a profissão. Mas nenhum deles indica o desejo de contratar um eletricista, logo não seria uma boa ideia anunciar para estas palavras.

    Percebeu? Os termos que pesquisamos indicam fortemente o que estamos procurando. Com o Google Ads é possível exibir anúncios somente quando a pesquisa usar termos relevantes com o que vendemos.

    Segmentação por Várias Segmentações

    O Google Ads permite ainda que você aplique diversas segmentações juntas, logo quanto mais você conhecer seu público, maiores são suas chances de criar anúncios para quem realmente vai comprar de você.

    Você pode criar, por exemplo, um anúncio para um público mais ou menos assim:

    • Idade entre 25 e 34 anos;
    • Sexo masculino;
    • Localizado em São Paulo;
    • Usuário de dispositivo móveis;
    • Pesquisando entre segunda e sexta, entre 8 da manhã e 18 horas;
    • E que pesquise por eletricista em são paulo.

    O poder de escolher diversas características sobre seu público, torna sua publicidade no Google muito mais direta e focada em seu público alvo comprador, evitando naturalmente que jogue dinheiro fora impactando diversos públicos que sequer se interessam pelo seu produto.

    Saiba exatamente o que está trazendo resultados para sua empresa

    Um dos maiores desafios e impedimentos ao mesmo tempo, que faz com as pessoas desistam de anunciar na internet, é não saber se seus investimentos estão trazendo retorno ou não. Algo como: como eu faço para saber se o investimento está trazendo clientes?

    Com o Google Ads você tem um conjunto gigantesco de métricas e informações, que permitem saber não apenas se está funcionando, mas saber exatamente o que está funcionando.

    É possível saber qual palavra chave trás mais clientes, qual faixa etária trás o cliente mais barato, qual anúncio vende mais, entre tantas outras informações.

    E com posse dessas informações, podemos a qualquer momento fazer ajustes e até interromper campanhas que não estejam trazendo o resultado esperado. Não é preciso gastar sua verba completa para que possa entender que não esteja performando bem.

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    Mas você parte em direção ao oceano de oportunidades: Online

    Como Funciona o Google Ads?

    Uma das grandes dúvidas de quem começa a anunciar é sobre a forma como o Google Ads funciona. O que acontece quando crio um anúncio? Como meus anúncios aparecem? Como serei cobrado e quanto vou pagar? Quem determina o valor que tenho que pagar para aparecer? Quem tem mais dinheiro sempre vai aparecer primeiro?

    Vamos entender cada um desses itens passo a passo agora.

    O que acontece quando crio um anúncio no Google Ads?

    A primeira coisa que acontece quando criamos um anúncio é que ele entra em um processo de revisão e aprovação. Por que isso acontece? Porque o Google possui várias políticas (regras) sobre o que pode e o que não pode anunciar no Google. Isto é necessário para garantir a ética, seriedade e transparência de todos que anunciam e também para proteger o consumidor de anúncios falsos ou ofertas boas demais para serem verdade.

    Por exemplo, você não pode anunciar um produto proibido por lei, não pode mentir para o seu usuário com ofertas que não consiga cumprir, entre outras regras. Exatamente por isso que seu anúncio entra em revisão sempre que criamos. Em média em até 3 dias, se estiver tudo dentro das regras do Google, seu anúncio é aprovado e começa a aparecer no Google.

    Como meus anúncios do Google Ads aparecem?

    Três coisas precisam acontecer para que seus futuros clientes comecem a ver os seus anúncios. A primeira é sua conta ter saldo financeiro suficiente, quer seja via boleto bancário ou via cartão de crédito. A segunda é ter um anúncio aprovado pelo Google. E a terceira é que sua segmentação seja atendida por algum usuário.

    Exemplo: se você segmentou sua campanha para pessoas que pesquisam pela palavra “curso de inglês”, quando alguém fizer esta pesquisa seu anúncio poderá ser exibido.

    Se você adicionou esta segmentação de palavra-chave e várias outras segmentações em conjunto (como idade, sexo, local, etc), quando todas elas forem atendidas seu anúncio aparecerá.

    Exemplo: se você segmentou sua campanha para pessoas que pesquisam pela palavra “curso de inglês”, que moram em São Paulo e apenas para horário comercial, somente quando tudo isso acontecer é que seu anúncio será mostrado para o futuro cliente.

    Como serei cobrado e quanto vou pagar por minhas campanhas?

    O Google trabalha com duas formas de pagamento, cartão de crédito e boleto bancário. Você pode decidir qual a melhor forma de faturamento para você no momento de criação da sua conta no Google Ads.

    O coração do Google Ads se chama “LEILÃO”. Como assim Adriano? Vamos entender, pois é super simples. A forma mais conhecida de cobrança do Google é chamada de PPC (Pague por Cliques). Em outras palavras, você não paga quando seu anúncio aparece, mas sim quando alguém clica nele. Logo, se seu anúncio aparecer um milhão de vezes e absolutamente ninguém clicar, você não pagará um centavo.

    Não existe um valor fixo, tabelado, de quanto devemos pagar por um clique para aparecermos na primeira página. Esse valor é definido através de um leilão que acontece e está sempre acontecendo no Google Ads. Vamos detalhar um pouco mais.

    Por dentro da cobrança do Google Ads

    Imagine que hoje é o primeiro dia do Google Ads e não existe absolutamente ninguém anunciando. Como o valor que eu quero pagar para aparecer é um leilão, eu resolvo dar um lance de um centavo por cada clique que eu receber. Isso já seria suficiente para eu aparecer em primeiro, afinal ninguém mais está oferecendo um lance maior no leilão, certo?

    Mas então você decidiu entrar no leilão, oferecendo dois centavos por clique, o dobro de mim. Quem tem mais vantagens em aparecer agora? Exato, você.

    É exatamente assim que o Google Ads funciona, com leilões de palavras-chave. E qual o valor então que você vai pagar? Isso vai depender do seu modelo de negócio/nicho. Já vi mercados onde o custo por clique está abaixo de R$ 0,10 e já vi o CPC (sigla comum que usamos para representar custo por clique) a R$ 150,00 (isso mesmo, cento e cinquenta reais por um único clique).

    Quanto mais concorrido é o mercado, maior é o valor que se paga por um clique. Mas fique tranquilo, esse processo é extremamente claro e transparente. Você já saberá quanto vai pagar no começo, estipulando o valor máximo por clique que está disposto a investir.

    Quem tem mais dinheiro sempre vai aparecer primeiro no Google?

    Não, definitivamente não. Existe um item, dentro do Google Ads, chamado Índice de Qualidade do Anúncio. É uma escala de 1 a 10, onde dez indica que seu anúncio é extremamente relevante, já um indica que seu anúncio é pouco ou quase nada relevante.

    Este índice é medido pela junção da análise de três coisas.

    1. Taxa de cliques esperada – o quanto o Google espera que seu anúncio receba de cliques;
    2. Relevância do anúncio – o quanto o público considera seu anúncio relevante;
    3. Página de destino – o quanto o público considera a sua página de destino relevante.

    Perceba que o valor que você está disposto a investir por clique NÃO É BASE para determinar se seu anúncio é relevante ou não. Anúncios com classificações muito baixas (3 ou menor por exemplo) raramente aparecem, não importa o valor que o usuário esteja disposto a pagar.

    Já anúncios com classificações ruins, mesmo aparecendo, pagarão mais caro que os demais por não terem um anúncio tão relevante. Se pensar bem, no final das contas o Google está preocupado com os consumidores que procuram empresas e produtos na Internet. Ou as empresas criam anúncios sérios, éticos e transparentes e buscam ser relevantes ou pagarão mais caro por anúncios, ou até não terão seus anúncios exibidos.

    Quanto custa anunciar? É gratuito?

    O Google Ads NÃO É GRATUITO. Embora criar uma conta no Google Ads seja um processo gratuito, é preciso pagar para anunciar. Como a gente viu aqui neste artigo, você paga sempre que alguém clica no seu anúncio. Esse valor pode ser de centavos, reais ou algumas dezenas de reais. Depende muito do nicho em que você atua e do quão concorrido ele está.

    Mas é perfeitamente possível controlar o investimento que você quer fazer. Por exemplo, imagine que você quer começar anunciando 300 reais por mês, algo em torno de 10 reais por dia. É perfeitamente possível. Você pode distribuir a verba para o mês inteiro ou até mesmo escolher anunciar por um intervalo de dias. Digamos que as duas primeiras semanas são as melhores em vendas, seu orçamento de R$ 300,00 pode ser usado apenas nestes dias, para ter melhores resultados.

    Tenho medo de gastar mais do que eu posso

    Fique tranquilo, embora seja possível sim gastar mais do que você desejaria, se seguir todos os passos que ensino isso não acontecerá. Você pode definir quanto quer gastar e ainda usar boleto bancário como opção de pagamento, ao menos até se sentir seguro para usar cartão de crédito por exemplo.

    A vantagem é que quando usamos boleto bancário, ao acabar seu saldo todas as suas campanhas serão automaticamente pausadas.

    Não tenho site, posso anunciar?

    É perfeitamente possível anunciar sem ter um site. Você pode criar anúncios focados apenas em receber chamadas (ligações telefônicas) ou até mesmo usar uma fan page do Facebook como endereço.

    É claro que se você utilizar a segunda opção, fan page, é importante que ela tenha informações claras sobre seu negócio, produto ou serviço e principalmente um contato fácil e visível para os clientes.

    Quanto precisa investir para ter resultados?

    Pense em verba de marketing como a gasolina que você coloca em seu carro. Se você colocar 10 reais de gasolina todos os dias, o que dá pra fazer? Talvez resolver um problema ou outro (perto), ir ao supermercado e só. Agora se você colocar 100 reais de gasolina todos os dias, dá pra fazer muito mais coisas ao longo de um dia, concorda?

    Com verba de marketing é a mesma coisa. Quanto mais você colocar, maior será seu alcance e, se bem feito, maior será o resultado. Para quem está começando, honestamente não recomendo ficar preocupado com quanto precisa investir para ter resultados. Recomendo que destine uma verba fixa todos os meses para investir, um valor que seja confortável ao ponto de você não parar de investir no mês seguinte, caso não tenha resultado.

    Pode ser 200 reais, 500 reais, enfim. O importante é que comece e não pare. A cada mês que não conseguir bons resultados, aprenda mais sobre seu público alvo e como encontra-lo da maneira que transforme eles em clientes.

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    E tem modo melhor do que o Google?

    Onde os meus anúncios podem aparecer?

    Muito se fala sobre o buscador do Google (que chamamos de rede de pesquisa) como principal rede do Google para anunciar. Entretanto, hoje temos várias outras opções, chamadas de Rede de Publicidade do Google. Abaixo explicarei cada uma delas.

    Rede de Pesquisa

    A rede de pesquisa nada mais é que o famoso buscador do Google. Quando você acessa google.com.br e faz uma busca, está usando a rede que chamamos de rede de pesquisa. Nada mais claro que isso, afinal é uma imensa rede onde você faz buscas para encontrar o que deseja (produtos, serviços, locais, informações para aprendizado, etc).

    Cerca de 90% dos usuários do Google utilizam o buscador para se informarem e também para fazerem compras online. Um dos motivos pelos quais a grande massa de anunciantes prefere anunciar na rede de pesquisa, é que podemos entender o momento de compra do usuário pelo que ele busca.

    Em outras mídias, que citarei abaixo, até conseguimos impactar nosso público alvo, mas nada que se compare a intenção e momento de compra como a rede de pesquisa. Tanto que é comum falarmos que se você quer aumentar as vendas da noite para o dia, a rede de pesquisa é o lugar certo para isso.

    Rede de Display

    Esta rede é um conjunto de milhões de sites parceiros do Google, que exibem anúncios do Google em troca de uma espécie de comissão. Explicando de outra maneira. Imagine que você tem um site, esse site recebe milhares ou milhões de acessos todos os dias, mas você não faz muita ideia de como monetizar esta audiência. Através do Google AdSense, programa de sites parceiros do Google, você pode ceder espaço em seu site para que o Google exiba publicidade nele.

    De maneira simples, o Google recebe dos anunciantes um valor X e paga um valor Y para você, que não deseja se preocupar com toda a logística comercial de negociar espaços publicitários. Bom para todos no final das contas.

    Sendo assim, a rede de display é o conjunto de sites parceiros do Google, e esse conjunto é gigante, estamos falando de milhões de sites. Nesta rede temos duas grandes peculiaridades.

    Rede Reativa

    Ao contrário do buscador do Google, onde as pessoas estão propositalmente procurando por algo (e totalmente receptivas a publicidade paga), na segunda isso não acontece. As pessoas podem estar lendo uma matéria, estudando sobre um determinado assunto, e seu anúncio simplesmente interromperá a experiência dele. Falando um português mais claro ainda: você não é bem vindo, logo precisamos criar anúncios que além de chamativos, façam muito sentido com as dores e desejos do nosso potencial cliente.

    Encontrar quem não Procura por mim

    Uma grande vantagem da rede de display é que podemos impactar um público que não necessariamente está procurando por você. Quando sabemos o que o nosso cliente busca é relativamente simples criar uma campanha. Escolhemos as palavras-chave, criamos os anúncios e pronto, campanha no ar. Mas e quando meu cliente não pesquisa pelo meu produto?

    O fato do seu cliente não pesquisar por você, não impede você de impacta-lo. Quanto mais você souber sobre seu cliente, mais opções de alcance na publicidade do Google nós temos.

    Por exemplo, imagine que seu público costuma ler sites sobre alimentação saudável, é possível encontrar sites parceiros do Google sobre esse assunto e exibir seus anúncios lá.

    No bom e velho português, se você está em um restaurante japonês, há uma grande chance de você gostar de comida japonesa certo? Se meu produto é para quem gosta de comida japonesa, faria todo sentido anunciar em um restaurante japonês. Voltando para nossa realidade, o restaurante japonês seria o site parceiro do Google, exibindo meu anúncio para o meu público alvo.

    Youtube

    O Youtube, a rede de vídeos do Google, é uma rede gigante e que cresce a cada dia exponencialmente. Segundo pesquisa, 70% dos usuários preferem vídeos. As pessoas utilizam o Youtube para diversos fins: estudar, ver filmes, distração, avaliar produtos ou marcas, ver opiniões de consumidores, entre outras. Não há muito como negar, vivemos a era dos vídeos.

    Se prestar bem atenção, em vários desses momentos sua marca pode aparecer, influenciando a decisão de compra do consumidor. Por exemplo, se você vende câmeras digitais, você pode anunciar seu produto em vídeos onde usuários fazem review de câmeras que você vende.

    No Youtube conseguimos anunciar de diversas formas, são elas:

    • Busca do youtube – anúncio por palavras chave, sempre que alguém fizer uma pesquisa por um assunto, você pode exibir seu anúncio;
    • Anúncio em vídeo do YouTube (chamado In Stream) – anúncio que aparece antes do vídeo que queremos assistir, com um botão PULAR disponível, caso o usuário não queira ver a publicidade;
    • Em um vídeo do YouTube, sem a opção de pular (chamado Bumper) – anúncio de 6 segundos que aparece antes do vídeo que queremos assistir, neste caso sem o botão PULAR disponível. O usuário é obrigado a ver a publicidade.
    Anúncios em Aplicativos

    É possível anunciar em aplicativos parceiros do Google. Da mesma forma que na rede de display você consegue anunciar em sites parceiros, buscando pessoas que não estão procurando por você, mas que podem se interessar pelo seu produto, nos anúncios em aplicativos podemos fazer mesmo.

    Podemos anunciar tanto produtos e serviços, quanto aplicativos em geral (até jogos). O que faz todo sentido concorda? Se um usuário tem o aplicativo Uber, é possível que se interesse também por outros aplicativos desta categoria. Sua campanha pode ser focada em levar o usuário para o site ou baixar e instalar o seu aplicativo.

    Anúncios no Google Shopping

    O Google Shopping é a rede do Google exclusiva para lojas virtuais (e-commerces) com produtos físicos para venda. Sempre que buscamos algo no Google e esta busca é por produtos, antes dos anúncios tradicionais vemos os anúncios do Shopping, que contém foto do produto e preço.

    A grande vantagem dos anúncios do Shopping é que não precisamos clicar para ver as duas informações mais relevantes em uma busca: o produto e o preço. Veja um exemplo de resultado do Shopping:

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    Remarketing no Google Ads

    Segundo pesquisa, somente 3% das pessoas compram na primeira vez em que acessam um site. Com isso, impactar novamente quem acessou seu site, mas não comprou, pode ser uma estratégia que traga boas vendas para você.

    Imagine que você estava no Shopping da sua cidade e entrou em uma loja de tênis. Você olhou um modelo, provou, gostou, mas por alguma razão não comprou naquele momento. Você pode voltar e comprar? Sim, mas as chances são pequenas. Agora se algo te lembrasse dessa loja, por qualquer lugar que você andasse, seria mais fácil concorda?

    Isso é o remarketing, é impactar novamente alguém que já teve contato com você (ou seja, que já visitou seu site). Se você já entrou em algum site, especialmente algum que tenha algo pra vender, deve ter visto um anúncio do mesmo produto por onde quer que você fosse na internet. Algo como: este anúncio está realmente me seguindo? (sim, está…rsrs).

    Criei a primeira campanha no Google Ads, as vendas acontecem rápido?

    Não, infelizmente não é assim que funciona na realidade. Muitas vezes vemos nosso concorrente vendendo e achamos que é simples, algo como isso até eu faço. Mas o que não aparece para você, é o quanto ele já entendeu sobre o público alvo dele, sobre as dores e problemas que a audiência dele tem, que os motivam a comprar, e o principal: qual oferta feita por ele mais conectou ao ponto de começar ou explodir de vender.

    Se você é um iniciante em Google Ads, seu desafio não é vender, mas sim chamar atenção do seu usuário e fazer com que ele clique em seu anúncio. Ahh Adriano, mas isso é básico demais. Exato, a sua primeira missão é a mais básica de todas e poucos conseguem.

    Se você não consegue fazer o seu anúncio receber cliques, isso é um sinal grave de que você sequer sabe chamar atenção da sua audiência, como quer começar a vender desse jeito? Em outras palavras, comece aprendendo a andar, depois você pode correr.

    Escrito por Adriano Gianini

    Veja também:

    Googles Ads – O que é, como funciona e quanto custa anunciar? via Adriano Gianini

    Postado por Meme Digital | Agência de Marketing Digital & Desenvolvimento Web Campinas/São Paulo.
    Fotos/Reprodução

  • EmMarketing Digital

    A tática de remarketing do Google Ads que você não está usando

    A tática de remarketing do Google Ads que você não está usando mas deveria usar!

    Não há dúvida sobre o poder do bom remarketing. É uma segunda, terceira ou quarta chance de converter esse visitante perdido há muito tempo. Mas o simples remarketing de toda a sua origem de tráfego é uma maneira infalível de gerar taxas de conversão medíocres.

    Mesmo a segmentação de visitas específicas à página não proporcionará grandes ganhos. Felizmente, isso não é mais todas as ferramentas que temos à nossa disposição.

    Embora esse seja um bom começo, você pode estar deixando grandes oportunidades em cima da mesa. E se você nunca ouviu falar do remarketing de anúncios do Google por meio de Ações do usuário no Google Analytics, provavelmente está.

    Veja como remarketing o tráfego do Google Ads por definições de público específicas para obter melhores resultados.

    O que são definições de público/ações do usuário e como você pode revendê-las?

    O remarketing geral geralmente consiste em uma das seguintes medidas de segmentação:

    • Redirecionamento de visitas ao site
    • Redirecionamento de todo o tráfego
    • Redirecionamento de URLs específicos

    Embora esse seja um ótimo começo, ele produz apenas uma taxa de conversão de 1 a 2% em média.

    Isso está muito abaixo do que você pode produzir, segmentando fatores mais detalhados e combinando esses fatores com o conteúdo ou a oferta certa. O remarketing geralmente falha porque lança uma ampla rede – assim como o marketing de entrada.

    O marketing de entrada geralmente tem baixas taxas de conversão. Apenas alguns por cento ou mais. Por quê? Porque nos concentramos em lançar uma rede enorme para atrair clientes e converter apenas o melhor deles. Nem todos serão receptivos à mesma oferta ou desejarão as mesmas coisas.

    E é por isso que o remarketing geral é péssimo: você assume que todo o seu tráfego deseja a mesma oferta ou está no mesmo estágio de decisão. Mas aqui está a verdade: eles não são. Então, como você cria essas listas de remarketing de ação do usuário? Você pode fazer isso no Google Analytics com definições de público-alvo.

    As definições de público-alvo permitem que você aproveite a grande quantidade de dados que o Google Analytics possui e o Google Ads não possui. Os dados do Google Ads podem fornecer apenas algumas medidas de remarketing. Mas o Google Analytics possui dados sobre praticamente toda e qualquer métrica existente.

    As definições de público são sequências personalizadas de variáveis ​​que você alinha para criar coortes (grupos de usuários com comportamento semelhante). Veja como utilizá-las para listas de remarketing mais específicas e poderosas. Vamos mergulhar.

    Consultas de remarketing por pesquisa no site para peças criativas fáceis

    As consultas de pesquisa no site são minas de ouro para dados sobre o que os clientes estão pesquisando:

    Estes são detalhes específicos do que seus clientes desejam. O conteúdo que eles querem consumir, ler e curtir. Aproveite isso!

    Aproveite essas informações criando um público de remarketing de pesquisa no site no Google Analytics. Você pode literalmente segmentar todos os que pesquisaram consultas específicas e, em seguida, fornecer o conteúdo exato (ou conteúdo / ofertas relacionados) a eles. Essa é uma maneira infalível de personalizar seu remarketing. Está mirando exatamente o que eles querem.

    Aqui está como fazê-lo. Para começar, vá para a seção de administrador do painel do Google Analytics e localize a guia “Definições de público-alvo”:

    Clique em “Definições de público-alvo” e selecione “Públicos-alvo”.

    A partir daqui, crie um novo público:

    Isso criará uma nova definição de público, onde você poderá começar a personalizar diversos públicos. As seleções básicas serão as que você costuma ver no Google Ads: todos os usuários, novos usuários, usuários recorrentes etc.

    Pule estas definições básicas e crie um novo público:

    Criar uma nova definição de público irá exibir o construtor de públicos. Role para baixo até a seção de condições avançadas do seu construtor de público-alvo. Em seguida, digite “pesquisa no site” na barra e selecione “Categoria de pesquisa no site” como sua condição:

    Na caixa de texto, digite uma consulta de pesquisa de site comum que você deseja direcionar. Em seguida, salve seu público:

    Lembre-se: verifique os relatórios de pesquisa do site na sua conta do Google Analytics antes de atingir esse público. Concentre-se em termos populares o suficiente para ter um público decentemente grande.

    Se você ainda não possui uma “pesquisa no site” , está perdendo oportunidades de ouro para entregar literalmente manualmente o conteúdo que os usuários estão solicitando. Você deve habilitá-lo imediatamente.

    Depois de salvar seu público, você verá a seguinte qualificação:

    Verifique se ele está ativado para a exibição em anúncios do Google e o público da RLSA.

    Agora, como você coloca esse público no Google Ads? Vá para a etapa três: Destinos de audiência. A partir daqui, você pode selecionar a conta específica do Google Ads para a qual deseja importar seu público-alvo:

    Voila! Você conseguiu! Agora, comece a usar o criativo e gerará enormes taxas de conversão com base em uma ação detalhada do usuário.

    Pronto para outro?

    Desenvolva sequências complexas para remarketing semelhante a laser

    O melhor do construtor de público-alvo personalizado no Google Analytics é o que seu nome promete: personalização. Você pode usá-lo para criar públicos-alvo muito mais complexos do que no Google Ads. Em vez de encadear visitas de URL, você pode encadear ações de comportamento.

    Aqui estão algumas sequências impressionantes de remarketing semelhante a laser que você pode replicar em apenas alguns minutos no criador de público-alvo. Redirecione os visitantes que retornaram originalmente originários do tráfego de referência. O tráfego de referência é o padrão-ouro de tráfego. Você sabe – visitantes de backlinks ou menções de marcas em outros sites.

    Esses são alguns dos melhores clientes em potencial e leads que você obterá (supondo que o site de referência esteja em seu nicho ou fale com seu público). Porém, as pessoas geralmente não conseguem maximizar o sucesso no tráfego de referência.

    Eles apenas assumem que ele será convertido. O que não vai. A menos que você realmente trabalhe para isso. Em vez de permitir que seu tráfego de referência visite e saia, faça a remarketing com anúncios.

    No criador de público-alvo, selecione “Origem / mídia” e insira a fonte de referência de tráfego para remarketing:

    Se você quiser obter ainda mais detalhes, poderá selecionar um caminho de referência exato, como em um link específico que mencionou você:

    Em seguida, clique em “e” para inserir um novo filtro. No novo filtro, selecione “Tipo de usuário contém visitante recorrente”.

    Isso garante que você esteja direcionando o melhor dos melhores: Visitantes de referência que vieram de fontes específicas e voltaram ao seu site mais de uma vez. É um tráfego de alto nível e interessado.

    Recupere o tráfego da página de destino para celular que não foi convertido em metas específicas. O tráfego para celular é complicado: se você não tiver uma página de destino perfeitamente otimizada para celular, ela provavelmente não será convertida.

    Os sites para computadores parecem terríveis no celular, e tentar convertê-los é um pesadelo em termos de UX. Mesmo que o tráfego mostre interesse, eles ainda podem não ser convertidos devido apenas a más experiências. Cabe a você mudar a opinião deles.

    Usando uma sequência detalhada no criador de público-alvo, você pode criar um segmento que permita direcionar o tráfego para uma página de destino móvel personalizada:

    • Crie um público de remarketing baseado primeiro na categoria do dispositivo. Para fazer isso, selecione “móvel”.
    • Selecione uma página de destino específica para segmentar que obtenha tráfego para celular.
    • Por fim, selecione uma meta de conversão do Google Analytics e defina o valor como 0, o que significa que não há conversões.
    • E assim, você criou um público móvel de usuários que não fizeram conversões em páginas de destino específicas.

    Agora você pode ajustar o criativo e a estratégia para se concentrar na otimização móvel e na melhor experiência móvel. Seja trazendo-os para uma nova página específica para celular ou para o download de um aplicativo, você os converterá com facilidade.

    Remarketing por profundidade de página para segmentar o tráfego quente

    Conhecer métricas de tráfego generalizadas, como visitas e KPIs de tempo de permanência, é um bom começo para segmentar o tráfego. Mas você não pode fazer o remarketing direto daqueles no Google Ads.

    Além disso, as taxas de rejeição às vezes podem ser enganosas. As durações médias da sessão também podem ser enganosas. Só porque alguém passou dez minutos no seu site, isso não significa que eles realmente gostaram. Talvez eles tenham passado dez minutos lutando para descobrir o que você estava dizendo ou onde eles poderiam localizar as informações que eles queriam. Além disso, as taxas de rejeição do tráfego orgânico do blog são ruins. Portanto, os usuários de remarketing são difíceis.

    Mas há uma métrica que pode produzir grandes vitórias: profundidade da página. Quantas páginas eles visitaram em uma sessão ou em várias sessões. Eles visitaram dezenas de páginas no seu site? Eles provavelmente acharam seu conteúdo interessante e é a sua vez de dar o próximo passo. E agora você pode segmentar a profundidade da página diretamente no Google Ads através dos públicos-alvo do Analytics.

    Ao criar seu novo público-alvo no criador de público-alvo, selecione a profundidade da página como sua métrica comportamental de ação do usuário:

    Na caixa de texto, você pode decidir quantas páginas deseja definir para o seu destino. À medida que você aumenta a profundidade da página, seu público-alvo diminui de tamanho. Eu recomendo criar entre um e três públicos diferentes com base em diferentes profundidades da página.

    Por exemplo, começando com duas ou três páginas e criando um público altamente específico de quatro a cinco páginas. Isso permite que você converta menos tráfego quente e ferva o tráfego quente que vem vasculhando seu site como um louco.

    Avançado: remarketing de usuários por ações incompletas do formulário

    Os formulários são críticos para a conversão de leads para a maioria de nós no espaço de marketing de entrada. Eles são uma das maneiras mais fáceis de coletar informações do cliente. Mas isso não significa que os clientes sempre as completem. É como o abandono do carrinho de comércio eletrônico: as pessoas não se comprometem totalmente e você fica na poeira sem uma venda ou um lead.

    Os formulários podem ser imprevisíveis. E até fatores simples podem impedir que alguém os preencha. Talvez você não tenha otimizado seu formulário no celular. Isso pode estar fazendo com que as pessoas saiam no meio do caminho. Ou talvez seus visitantes simplesmente tenham se distraído e se tenham esquecido de terminar o formulário. Até as menores coisas podem atrapalhar o sucesso das formas. Mas isso não significa que você precisa se sentar e deixar isso acontecer.

    Veja como configurar um público de remarketing com base naqueles que não preencheram seus formulários. Essa configuração pode ficar um pouco complexa. E, graças ao Analytics Mania, você pode seguir as instruções exatas de configuração com seu próprio código HTML personalizado.

    Para resumir as instruções, você usará o HTML personalizado do Analytics Mania para criar uma nova tag no Gerenciador de tags do Google. Depois de fazer isso, você pode importar essa tag de rastreamento de formulário para o Google Analytics e usá-la para desenvolver um novo público de remarketing.

    Essencialmente, você copiará e colará o código HTML em uma nova configuração de tag HTML personalizada:

    Em seguida, você configurará o gatilho com base nas visualizações de página de uma página de destino com um formulário.

    Em seguida, você copiará um segundo código e criará mais duas variáveis ​​de dados.

    Embora isso seja complexo e exija algum tempo e esforço, você pode concluí-lo em apenas 15 minutos. E confie em mim: vale a pena. O guia deles para no momento de integrar esses novos dados de rastreamento no Google Analytics, mas você não deve sair agora. Isso seria bom e elegante para rastrear dados. Mas queremos capitalizar esse segmento de público.

    No criador de público-alvo, selecione a nova ação do evento e crie uma audiência de remarketing a partir dela:

    Com base na codificação, isso segmentará os abandonadores de formulários que não preencheram todos os campos do formulário. Deseja dar um passo adiante? Depois de direcionar as conclusões do formulário à remarketing na sua lista de abandono de formulários, compile esse segmento de público em uma campanha de email para enviar emails personalizados com o conteúdo que eles desejam.

    Como os formulários podem não ser o seu forte (com base no comportamento anterior), combine remarketing com esforços de email. Por exemplo, você pode criar uma planilha simples no Google Docs com itens de personalização:

    Em seguida, execute uma campanha rápida no Gmail e selecione os parâmetros exatos de personalização:

    Para direcionar o abandono de formulário, você pode personalizar sua oferta com base nos formulários que eles abandonaram no meio do caminho. Personalize sua oferta com base no conteúdo que achou interessante.

    Vamos recapitular o plano:

    • Etapa 1: crie um público de remarketing com base no abandono do formulário.
    • Etapa 2: segmente-os em uma lista de email.
    • Etapa 3: combine esforços de remarketing do Google Ads e segmentação por e-mail para obter grandes vitórias.

    Conclusão

    O remarketing pode ser eficaz. Mas as taxas de conversão geralmente não são nada para levar para casa e colar na geladeira. Em vez de optar por um desempenho ruim, porque é a norma, tente remarketing por ações do usuário.

    Esses recursos detalhados e extremamente personalizáveis ​​no Google Analytics são perfeitos para remarketing. Você pode ir tão simples quanto as consultas de pesquisa do site até as sequências complexas do comportamento do usuário.

    As ações do usuário ajudam a restringir seu foco e direcionar o conteúdo certo para o usuário certo. As visitas a páginas da Web só podem lhe dizer muito. Uma análise mais profunda da profundidade da página e do preenchimento do formulário (ou falta de preenchimento) informa mais.

    Teste as ações dos usuários em sua própria campanha de remarketing e veja a diferença.

    Veja também:

    A tática de remarketing do Google Ads que você não está usando (mas deveria usar) definições de público-alvo do Analytics via Go Marketing School

    Postado por Meme Digital | Agência de Marketing Digital & Desenvolvimento Web Campinas/São Paulo.
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  • EmMarketing Digital

    6 Erros no Google Ads Para Você Evitar

    O Google Ads é uma ferramenta extremamente útil para o marketing digital de uma empresa. Por outro lado, utilizar a ferramenta sem o conhecimento necessário pode trazer prejuízos e atrapalhar sua campanha. Neste texto, você vai conhecer alguns dos erros mais comuns e aprender como evitá-los.

    É difícil falar de marketing digital sem mencionar o Google Ads. A plataforma de anúncios é, certamente, uma das melhores ferramentas que podem ser utilizadas por uma empresa para aumentar a geração de leads e potencializar o seu volume de vendas na internet.

    Para tirar proveito dos benefícios disponíveis, porém, é necessário entender como aplicar boas práticas e evitar erros comuns que podem comprometer toda uma estratégia.

    Em um ambiente competitivo, como é a disputa por espaço na era da transformação digital, todo detalhe importa.

    Pensando nisso, compilamos neste artigo 6 erros no Google Ads que são cometidos com frequência por empresas de todos os tamanhos.

    Vamos explicar o impacto negativo que podem causar e indicar o caminho para não repeti-los. Aproveite a leitura!

    erros no Google Ads para você evitar marketing digital campinas são paulo

    #1 – Não explorar a segmentação de público

    Uma das grandes vantagens de usar uma plataforma como o Google Ads é a possibilidade de realizar uma segmentação, ou seja, definir o perfil do público que você quer atingir na campanha.

    Além de um grande desperdício, não explorar essa função pode representar um prejuízo considerável para a sua estratégia.

    Isso porque a segmentação é parte essencial para o sucesso da campanha. Você pode investir uma grande quantia para criar o anúncio perfeito, oferecer os melhores produtos do mercado e, ainda assim, não ser bem-sucedido.

    Para que isso não aconteça, é preciso exibir a peça para as pessoas corretas, no momento certo e no canal adequado.

    Então, antes de lançar sua campanha, tenha a certeza de realizar uma segmentação eficiente.

    Para facilitar o processo, a ferramenta permite filtrar os visualizadores do anúncio de acordo com diferentes características:

    • informações demográficas: com base no desempenho de seus produtos e serviços com usuários em determinados locais, sexo, idade etc.;
    • palavras-chave: com base em palavras-chave e termos relacionados ao público que tem maior potencial de engajamento;
    • remarketing: direcionado aos usuários que já interagiram com seus produtos ou serviços no passado e têm possibilidade de retorno;
    • público semelhante: direcionado a usuários com características semelhantes aos integrantes da sua lista de remarketing.

    #2 – Realizar uma pesquisa de palavras-chave ineficiente

    As palavras-chave são os termos que identificam usuários mais propícios a se engajar com sua campanha.

    Como têm relação direta com a forma que a sua persona realiza suas buscas no Google, é fundamental dar atenção especial a elas.

    Se a sua campanha foca a palavra-chave X, mas a audiência pesquisa sobre Y, a efetividade é comprometida.

    Vamos imaginar que você quer lançar uma campanha para divulgar o lançamento de um novo creme de barbear.

    É crucial entender quais são os termos de busca utilizados por potenciais consumidores do produto. Só assim, é possível criar um anúncio capaz de alcançar a audiência bem no momento em que ela busca por produtos do tipo.

    Parece simples, mas o erro cometido aqui é que muitos anunciantes definem suas palavras-chave com base em suas intuições ou pesquisas muito rasas.

    Não adianta imaginar o que o consumidor está pesquisando — é preciso ter completa certeza.

    Portanto, faz-se necessário um verdadeiro estudo, que pode ser embasado pelo uso de planejadores de palavra-chave, como o Google Keyword Planner.

    Essa ferramenta traz insights valiosos para a definição dos termos mais relevantes para o seu caso.

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    #3 – Não contar com um planejamento bem definido

    Por mais que seja simples de operar, o Google Ads não faz todo o trabalho pela sua empresa.

    Apenas você é capaz de traçar um planejamento que esteja alinhado com suas metas e, ao mesmo tempo, dentro do orçamento disponível para tal investimento.

    Então, um dos erros no Google Ads mais comuns é a falsa impressão de que é possível atingir resultados do dia para a noite.

    Assim como acontece com um bom plano de marketing, o planejamento aqui passa pela definição do público que você quer atingir e da quantia que está disposto a investir, devendo terminar com o estabelecimento de metas que podem ser mensuradas.

    O que seriam essas metas? Vamos imaginar: sem levar em conta outros fatores, uma campanha que alcançou um alto número de cliques deve ser considerada bem-sucedida?

    A resposta é não. Por mais que sejam atrativos, cliques não significam sucesso.

    Se o seu anúncio gera um aumento no número de cliques, mas esse crescimento não se reflete em mais leads e vendas, seu dinheiro está sendo desperdiçado.

    Tendo isso em vista, é essencial contar com uma meta real e bem definida, como a atração de novos clientes ou o aumento no número de leads gerados. Entender essa diferença é essencial para manter o seu ROI em um nível satisfatório.

    #4 – Não mensurar os resultados

    Se um dos erros mais comuns é não realizar um planejamento com metas mensuráveis, outro é ignorar a análise dos resultados.

    Essa etapa é fundamental para avaliar o sucesso de uma campanha e decidir o que precisa ser ajustado e o que pode ser mantido da maneira como está.

    Para que essa etapa seja realizada, é fundamental que você e sua equipe estejam na mesma página sobre o objetivo final de sua campanha.

    Assim, é possível sentar e analisar se os investimentos estão valendo a pena ou não. Ignorar essa etapa pode levar a sua empresa a gastar dinheiro com campanhas inefetivas sem nem mesmo notar.

    A análise dos resultados é facilitada pelos insights fornecidos pela própria plataforma.

    Basta definir as métricas mais importantes para sua campanha, observar os relatórios e cruzar com o que você esperava antes de realizar o investimento.

    Sem a realização dessa etapa, o uso do Google Ads perde grande parte do seu sentido.

    Com isso em mente, estabeleça datas para analisar os resultados. Como está o ROI? O número de clientes está aumentando? E o de leads? Quantos clientes foram adquiridos por meio do investimento no Google Ads?

    As respostas para essas perguntas servem como norte para ajustar e otimizar a eficiência da sua estratégia de marketing digital.

    #5 – Criar apenas uma variação de anúncio

    Outro dos erros no Google Ads é criar apenas uma variação de anúncio. Se o seu objetivo é — e deve ser — potencializar a taxa de conversão e minimizar os custos envolvidos, é crucial gerar diversas variações da mesma peça.

    O objetivo? Testar e definir aquela que exerce maior eficiência sobre a sua audiência.

    Mesmo que sejam usados o mesmo título e descrição, variar o conteúdo do anúncio permite que você observe qual obtém uma taxa de conversão mais relevante.

    Lembra que falamos da importância de sempre acompanhar e mensurar os resultados? Esse é mais um motivo.

    Após um bom período de testes, você será capaz de definir o tipo de conteúdo que melhor engaja seu público.

    Então, é possível deixar de lado as outras variações e focar seus esforços em criar variações mais semelhantes ao “vencedor”.

    Mesmo assim, é importante continuar realizando testes e mais testes. Trata-se de um processo contínuo que tem como objetivo otimizar seu investimento.

    erros no Google Ads para você evitar marketing digital campinas são paulo

    #6 – Focar apenas o fundo de funil

    O fundo do funil de vendas trata do momento em que a sua persona já descobriu que precisa adquirir algum produto ou serviço, e está pronta para tomar a decisão de compra.

    É o momento mais esperado pelos profissionais de marketing e vendas, mas focar apenas ele em campanhas do Google Ads é um erro comum e prejudicial.

    Isso acontece porque, em muitos casos, o visualizador do anúncio ainda não está pronto para fechar o negócio — ou seja, se encontra em outra etapa do funil.

    Assim, a campanha não o atingirá da forma correta, diminuindo bastante as chances de conversão. Esse processo gera um sentimento de frustração no anunciante, que se vê obrigado a realizar mudanças no anúncio.

    A ocorrência desse erro, então, é consequência direta da falta de um planejamento bem definido.

    Antes de definir sua campanha, certifique-se de que seu conteúdo está condizente com o estágio do funil em que sua persona se encontra. Caso contrário, mesmo um anúncio bem elaborado terá dificuldades em converter.

    Utilizar as ferramentas de anúncios do Google é fundamental para a criação de campanhas efetivas de marketing digital para a sua empresa.

    A plataforma permite a segmentação do público, o disparo de campanhas personalizadas, e fornece insights valiosos para a avaliação da efetividade dos anúncios.

    Contudo, a ocorrência de erros no Google Ads é maior do que se imagina. Esses desvios podem comprometer toda uma estratégia de marketing digital e causar prejuízos financeiros para a empresa.

    Utilizando as informações apresentadas neste post, você pode otimizar suas campanhas e tornar o investimento muito mais lucrativo.

    6 erros no Google Ads para você evitar via Rock Content

    Veja também:

    Postado por Meme Digital | Agência de Marketing Digital & Desenvolvimento Web Campinas/São Paulo.
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  • EmSites

    Compensa ter um site profissional com tanta rede social por aí?

    Atualmente, as relações pessoais e profissionais estão convergindo nas mídias sociais, como os populares Facebook e Instagram. Até o WhatsApp – que não é rede – exerce função importante e molda o comportamento de empreendedores e consumidores. É comum conversar com colegas na empresa que encontraram uma marmitaria, ou tantos outros negócios, em uma rede social e fizeram um pedido para o almoço pelo aplicativo de troca de mensagem.

    Talvez você se pergunte: “Com tantas redes sociais, ainda é importante ter um site?” A resposta é sim. Melhor do que ser encontrado nas redes é ser encontrado no Google. Vou mostrar alguns dados do Sebrae, em pesquisa com micro e pequenas empresas, que vão convencê-lo a criar um site e fortalecer seu negócio na internet.

    Buscar no Google é o primeiro recurso

    De acordo com a pesquisa, o Google é o primeiro site que os empreendedores procuram quando precisam de ajuda. Entre os MPEs, 63% pesquisam fornecedores e preços na plataforma antes de contratar serviços. Se você está buscando aumentar sua clientela, chegou a hora de fortalecer sua presença online.

    Mesmo com esses dados, apenas 27% dos empreendedores têm sites para seu negócio. Pense bem: você sai na frente da concorrência só por estar presente no Google, maior buscador da internet.

    Você pode manter WhatsApp e redes sociais, que seus clientes atuais certamente amam. Agora, como os novos clientes vão encontrar você? De acordo com uma pesquisa interna realizada com clientes da HostGator:

    • 78% dizem que ter um site expõe o negócio de maneira mais profissional
    • 70% afirmam que o marketing digital ajuda a trazer novos clientes
    • 69% dizem que a presença online ajuda a se destacar da concorrência

    Soluções a um clique de distância

    Comecei o texto com o exemplo da marmitaria, em que muitos colegas do trabalho compram, diariamente, por meio de WhatsApp. Falei de um segmento de ticket médio baixo, com capacidade de escalar. Neste caso, “escalar” é ir além do seu círculo de contatos (aqueles que já são clientes e conhecem sua loja) e chegar até novas pessoas. Já parou para pensar no volume de buscas no Google, diariamente, para “entrega de marmita” ou “delivery de marmita”? Garanto que são milhares.

    Fiz uma busca por esses termos e o resultado foi interessante. Os primeiros resultados são os que estão na minha região e, certamente, vou optar por um deles para meu almoço. Enfim, além de redes sociais e do “boca a boca”, um site tem potencial para aumentar significativamente as vendas de uma empresa.

    Existem algumas soluções básicas para mudar esse cenário e ajudar a fortalecer a presença da sua marca na internet:

    Criador de sites: essa ferramenta cria um site, automaticamente, a partir da sua página profissional do Facebook. Veja bem, 40% das MPEs estão na rede social e apenas 27% têm site. Que tal se destacar dando alguns cliques a mais?

    WordPress: um terço da internet usa esta plataforma. Além de simples para criação de sites, ela conta com templates (modelos prontos) de páginas para os mais diversos tipos de negócio. Seus clientes vão ficar impressionados com a qualidade do seu site.

    Google Ads: essa solução pode trazer resultado rapidamente. A plataforma de anúncios do Google apresenta seu site para o público certo. Você pode selecionar palavras-chave e investir em tráfego.

    Não há desculpas para deixar seu negócio no anonimato. Dê o primeiro passo: comece sua presença online de maneira profissional e aproveite ao máximo a credibilidade que as ferramentas de buscas podem oferecer.

    Escrito por Luiz D’Elbooux (Diretor de Marketing da HostGator América Latina)

    Você pode criar seu próprio site numa boa e sei que ele vai ficar lindão, mas se quiser algo mais robusto e especializado, fale com a gente, ficaremos felizes em bater um papo com você!

    Nossa agência é especializada e premiada em Desenvolvimento Web, estão não se preocupe, você estará em boas mãos!

    Ainda vale a pena ter um site profissional com tantas redes sociais por aí? via DigiTalks
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  • EmMarketing Digital

    As 5 verdades da temporada Black Friday

    Artigo escrito por José Melchert e Vicente Carrari (Google Brasil)

    Desde que chegou ao Brasil, há quase dez anos, a Black Friday ficou mais complexa. Ela não é mais apenas uma briga de preço e de produto em um só dia: outros fatores entraram em jogo. A jornada do consumidor ficou mais diversa, com mais pontos de contato; as marcas estão com objetivos de negócio que vão além do aumento de vendas na data; e a tecnologia ganhou um papel mais central do que nunca na relação entre pessoas e empresas.

    Escrevemos este artigo tendo em vista não apenas essas mudanças, mas também analisando dados do Google e de pesquisas, que geraram um insight crucial: cada empresa segue uma verdade na Black Friday.

    Nosso objetivo é apresentar nossas cinco verdades sobre a temporada Black Friday e auxiliar todo profissional de marketing e vendas a fazer um planejamento eficiente para alcançar os melhores resultados, sejam eles:

    • Vender mais
    • Ser multicanal
    • Aumentar e engajar a base de App
    • Expandir Sortimento e Serviços
    • Construir Marca e conquistar clientes
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    Verdade #1: a Black Friday é o momento de vender mais


    A Black Friday é o momento ideal do ano para se fazer volume e vender mais do que nunca. Os dados comprovam isso, seja o número de internautas que já compraram na data anteriormente, seja daqueles que pretendem comprar em 2019. Nossa pesquisa mostrou que quase todos os internautas já compraram na Black Friday, e este ano praticamente todos pretendem comprar.

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    Mas o ponto mais importante aqui é entender o que os consumidores já entendem: a Black Friday não é apenas um dia, mas uma onda. Compradores esperam uma semana de Black Friday, um mês de Black Friday. E também estamos falando do pós-data, que pode ser outro dia forte de vendas.

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    Mas nem todo mundo se prepara para isso. É fundamental que você consiga brigar na hora certa: não aposte tudo em um só dia. Divida as suas ofertas e posicione cada uma no seu momento ideal. Crie uma estratégia para estar presente de forma consistente nos momentos mais importantes dessa jornada de compras.

    Verdade #2: a Black Friday é o momento de ser multicanal

    O crescimento da Black Friday nas lojas físicas era um fenômeno que já vinha sendo notado nos últimos anos. Mas a pesquisa de intenção feita este ano pela Provokers surpreendeu em dois pontos. O primeiro é que, em 2019, o número de compradores em lojas físicas deve se igualar ao de e-shoppers.

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    A segunda surpresa foi o crescimento do consumidor omnichannel. Pouco interessa onde ele quer comprar. A história da divisão das compras por formato tem muito mais a ver com uma questão organizacional e cultural das empresas do que com o consumidor. Para ele, o que importa é praticidade e rapidez. A pessoa vai comprar onde e quando for mais conveniente.

    É por isso que a retirada em loja vem crescendo tanto, e é por isso que os aplicativos de entrega fazem tanto sucesso.

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    A lição aqui é: se sua marca tem um ponto físico, use isso a seu favor. Pense no upsell. Pense na experiência do consumidor quando for à loja. E se você não tem uma, talvez seja o caso de usar a data para algo diferente: criar uma pop-up store, por exemplo. Abra um quiosque em um shopping, ou faça uma parceria com um grande varejista. Os exemplos já existem: Ri Happy se unindo ao Extra, Carrefour em parceria com Magazine Luiza.

    Verdade #3: a Black Friday é o momento do app

    O celular hoje é quase um órgão do nosso corpo. Quando escolhemos instalar um app, é porque temos uma relação forte com essa marca, ou porque ela nos presta um grande serviço. Os números só comprovam o valor que os aplicativos têm para quem compra via mobile. E é por isso que todas as marcas, e não só as de varejo, querem na verdade ser um superapp.

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    Mas será que você está preparado para oferecer algo no seu app além de um desconto e frete grátis? Você sabe tratar o cliente do seu aplicativo como sendo o mais valioso de todos? Como você vai dar continuidade a esse relacionamento, e se manter relevante para essa pessoa?

    Nós do Google temos várias soluções interessantes não só em termos de download, mas também para aumentar o engajamento via aplicativo. Mas você precisa pensar bem no conteúdo que vai oferecer, com uma proposta de valor que seja interessante para as pessoas.

    Verdade #4: a Black Friday é o momento de expandir Sortimento / Produtos e serviços?

    Quando a Black Friday chegou ao Brasil, há alguns anos, apenas três categorias se destacavam: smartphones, eletroeletrônicos e moda e beleza. Hoje temos de tudo, de automóvel a diárias em motéis, de serviços financeiros a viagens.

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    As pessoas também não consideram mais o preço o atributo principal de uma compra na Black Friday. Os benefícios oferecidos pelas marcas e varejistas contam muitos pontos.

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    Em um cenário tão competitivo, além de oferecer novos produtos ou descontos é hora de trazer novos serviços e fazer parcerias com marcas que tenham sortimentos diferentes do seu. Quem sabe um produto complementar? Que tal oferecer um celular com um plano de uso e mais um desconto em um meio de pagamento específico? Oferecendo cashback, talvez?

    Verdade #5: a Black Friday é o momento de conquistar clientes

    Quando nós conversamos com nossos clientes, uma coisa impressiona: as metas agressivas de dez entre dez marcas para conseguir novos clientes. Mas se coloquem no lugar do consumidor, que todos nós somos (mesmo que muitas vezes nos esqueçamos disso). De quem você compra? O que leva você a experimentar uma marca ou loja diferente?

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    A construção do interesse não acontece na hora da compra: ela ocorre bem antes, na fase da consideração. Conseguir despertar esse interesse e engajamento é chave para a sua marca. E você não vai conseguir fazer isso só trabalhando com descontos na Black Friday.

    Para construir uma marca forte, é preciso fazer o que ainda não foi feito, baseado no atributo que o diferencia. Essa construção não acontece só na data: ela ocorre na temporada inteira. O consumidor fornece o tempo todo sinais de intenção, então é fundamental criar a conexão com ele antes do evento para saber do que ele gosta, o que procura e o que achou do seu anúncio.

    O mundo do consumidor e das marcas muda com cada vez mais rapidez, e esse novo cenário tornou a Black Friday mais complexa. Fazer as mesmas coisas não vai trazer os resultados que você sempre esperava. É hora de arriscar, inovar e criar novas verdades para sua marca.

    As 5 verdades da temporada Black Friday via Think With Google

    Postador por Meme Digital – Agência Digital em Campinas

  • EmEspecial do dia

    O Google Plus está sendo fechado hoje

    O Google deve fechar seu site de rede social “Google Plus” hoje, depois que o projeto foi um fracasso completo para a empresa. O Google notificou seus usuários por meio de e-mails e do próprio site do Google Plus em relação ao desligamento da rede social.

    “No dia 2 de abril, sua conta do Google+ e todas as páginas do Google+ que você criou serão desativadas e começaremos a excluir o conteúdo das contas do consumidor do Google+”, afirmou a empresa em um comunicado oficial na Central de Ajuda do Google.

    O Google havia parado de criar novas contas desde fevereiro e deve começar a deletar seus dados a partir de hoje. Dito isso, a empresa levaria alguns meses para que os dados fossem excluídos completamente. Portanto, os usuários ainda poderão acessar algumas partes do site do Google Plus após o dia 2 de abril.

    Google Plus is shutting down today via iLounge

    Postador por Meme Digital – Agência Digital em Campinas