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    As 5 verdades da temporada Black Friday

    Artigo escrito por José Melchert e Vicente Carrari (Google Brasil)

    Desde que chegou ao Brasil, há quase dez anos, a Black Friday ficou mais complexa. Ela não é mais apenas uma briga de preço e de produto em um só dia: outros fatores entraram em jogo. A jornada do consumidor ficou mais diversa, com mais pontos de contato; as marcas estão com objetivos de negócio que vão além do aumento de vendas na data; e a tecnologia ganhou um papel mais central do que nunca na relação entre pessoas e empresas.

    Escrevemos este artigo tendo em vista não apenas essas mudanças, mas também analisando dados do Google e de pesquisas, que geraram um insight crucial: cada empresa segue uma verdade na Black Friday.

    Nosso objetivo é apresentar nossas cinco verdades sobre a temporada Black Friday e auxiliar todo profissional de marketing e vendas a fazer um planejamento eficiente para alcançar os melhores resultados, sejam eles:

    • Vender mais
    • Ser multicanal
    • Aumentar e engajar a base de App
    • Expandir Sortimento e Serviços
    • Construir Marca e conquistar clientes
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    Verdade #1: a Black Friday é o momento de vender mais


    A Black Friday é o momento ideal do ano para se fazer volume e vender mais do que nunca. Os dados comprovam isso, seja o número de internautas que já compraram na data anteriormente, seja daqueles que pretendem comprar em 2019. Nossa pesquisa mostrou que quase todos os internautas já compraram na Black Friday, e este ano praticamente todos pretendem comprar.

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    Mas o ponto mais importante aqui é entender o que os consumidores já entendem: a Black Friday não é apenas um dia, mas uma onda. Compradores esperam uma semana de Black Friday, um mês de Black Friday. E também estamos falando do pós-data, que pode ser outro dia forte de vendas.

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    Mas nem todo mundo se prepara para isso. É fundamental que você consiga brigar na hora certa: não aposte tudo em um só dia. Divida as suas ofertas e posicione cada uma no seu momento ideal. Crie uma estratégia para estar presente de forma consistente nos momentos mais importantes dessa jornada de compras.

    Verdade #2: a Black Friday é o momento de ser multicanal

    O crescimento da Black Friday nas lojas físicas era um fenômeno que já vinha sendo notado nos últimos anos. Mas a pesquisa de intenção feita este ano pela Provokers surpreendeu em dois pontos. O primeiro é que, em 2019, o número de compradores em lojas físicas deve se igualar ao de e-shoppers.

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    A segunda surpresa foi o crescimento do consumidor omnichannel. Pouco interessa onde ele quer comprar. A história da divisão das compras por formato tem muito mais a ver com uma questão organizacional e cultural das empresas do que com o consumidor. Para ele, o que importa é praticidade e rapidez. A pessoa vai comprar onde e quando for mais conveniente.

    É por isso que a retirada em loja vem crescendo tanto, e é por isso que os aplicativos de entrega fazem tanto sucesso.

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    A lição aqui é: se sua marca tem um ponto físico, use isso a seu favor. Pense no upsell. Pense na experiência do consumidor quando for à loja. E se você não tem uma, talvez seja o caso de usar a data para algo diferente: criar uma pop-up store, por exemplo. Abra um quiosque em um shopping, ou faça uma parceria com um grande varejista. Os exemplos já existem: Ri Happy se unindo ao Extra, Carrefour em parceria com Magazine Luiza.

    Verdade #3: a Black Friday é o momento do app

    O celular hoje é quase um órgão do nosso corpo. Quando escolhemos instalar um app, é porque temos uma relação forte com essa marca, ou porque ela nos presta um grande serviço. Os números só comprovam o valor que os aplicativos têm para quem compra via mobile. E é por isso que todas as marcas, e não só as de varejo, querem na verdade ser um superapp.

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    Mas será que você está preparado para oferecer algo no seu app além de um desconto e frete grátis? Você sabe tratar o cliente do seu aplicativo como sendo o mais valioso de todos? Como você vai dar continuidade a esse relacionamento, e se manter relevante para essa pessoa?

    Nós do Google temos várias soluções interessantes não só em termos de download, mas também para aumentar o engajamento via aplicativo. Mas você precisa pensar bem no conteúdo que vai oferecer, com uma proposta de valor que seja interessante para as pessoas.

    Verdade #4: a Black Friday é o momento de expandir Sortimento / Produtos e serviços?

    Quando a Black Friday chegou ao Brasil, há alguns anos, apenas três categorias se destacavam: smartphones, eletroeletrônicos e moda e beleza. Hoje temos de tudo, de automóvel a diárias em motéis, de serviços financeiros a viagens.

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    As pessoas também não consideram mais o preço o atributo principal de uma compra na Black Friday. Os benefícios oferecidos pelas marcas e varejistas contam muitos pontos.

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    Em um cenário tão competitivo, além de oferecer novos produtos ou descontos é hora de trazer novos serviços e fazer parcerias com marcas que tenham sortimentos diferentes do seu. Quem sabe um produto complementar? Que tal oferecer um celular com um plano de uso e mais um desconto em um meio de pagamento específico? Oferecendo cashback, talvez?

    Verdade #5: a Black Friday é o momento de conquistar clientes

    Quando nós conversamos com nossos clientes, uma coisa impressiona: as metas agressivas de dez entre dez marcas para conseguir novos clientes. Mas se coloquem no lugar do consumidor, que todos nós somos (mesmo que muitas vezes nos esqueçamos disso). De quem você compra? O que leva você a experimentar uma marca ou loja diferente?

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    A construção do interesse não acontece na hora da compra: ela ocorre bem antes, na fase da consideração. Conseguir despertar esse interesse e engajamento é chave para a sua marca. E você não vai conseguir fazer isso só trabalhando com descontos na Black Friday.

    Para construir uma marca forte, é preciso fazer o que ainda não foi feito, baseado no atributo que o diferencia. Essa construção não acontece só na data: ela ocorre na temporada inteira. O consumidor fornece o tempo todo sinais de intenção, então é fundamental criar a conexão com ele antes do evento para saber do que ele gosta, o que procura e o que achou do seu anúncio.

    O mundo do consumidor e das marcas muda com cada vez mais rapidez, e esse novo cenário tornou a Black Friday mais complexa. Fazer as mesmas coisas não vai trazer os resultados que você sempre esperava. É hora de arriscar, inovar e criar novas verdades para sua marca.

    As 5 verdades da temporada Black Friday via Think With Google

    Postador por Meme Digital – Agência Digital em Campinas

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    Marcas aproveitam o sucesso de Game of Thrones

    Não se fala em outra coisa nas redes sociais a não ser a volta de Game of Thrones, série baseada na saga As Crônicas de Gelo e Fogo, escrita por George R.R. Martin. Com a estreia da oitava e última temporada no último domingo (14), algumas marcas resolveram pegar carona no sucesso da série para conversar com os milhões de fãs e chamar atenção com suas campanhas.

    Confira algumas ações:

    Coca-Cola

    A Coca-Cola fez um crossover da série com sua campanha #VaiNoGás.

    Magazine Luiza

    A Lu, do Magazine Luiza, disse que é super fã e que estava ansiosa pro retorno dos dominGOTs (como se passa nos domingos, recebeu esse apelido com referência à sigla da série). “Lu do Magalu, a primeira de seu nome, nascida do 3D, Mãe dos unboxings, Khaleesi do Super App, Rainha do varejo, senhora dos descontos e protetora dos fãs e seguidores.”

    Burger King

    O BK aproveitou para divulgar seu #ComboDosReinos.

    iFood

    Já o iFood manda o recado: “Uma força descomunal. Avassaladora. É melhor começar escolher suas alianças. Porque ninguém conseguirá escapar dela. #AFomeChegou #PeloTrono”

    Giraffas

    A rede Giraffas postou bastante sobre GoT no domingo, mas um dos posts foi revelado praticamente junto com o final do primeiro episódio. A peça brinca com uma das cenas mais comentadas da estreia da oitava temporada.

    Fome de dois dragões? Mate no Giraffas. #GameOfLanchos

    Posted by Giraffas on Sunday, 14 April 2019


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    Postador por Meme Digital – Agência Digital em Campinas

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    5 Dicas valiosas para quem quer deixar a procrastinação de lado

    Há quase três anos eu comprei um computador novo. Quando transferi todos os arquivos do computador antigo para o novato, criei uma pastinha no desktop chamada “COMPUTADOR VELHO PFVR ARRUME”, assim mesmo, com tudo em caixa alta, para que eu organizasse meus documentos decentemente e sem demora. A pasta continua lá.

    Tudo bem que eu passo semanas sem ligar meu computador em casa, mas não posso dizer que não tive tempo de organizar os documentos. Admito aqui que isso acontece por um simples motivo: eu sou uma procrastinadora, arrumo desculpas para não precisar fazer algumas coisas e, no fundo, isso me incomoda.

    Uma publicação recente do The Wall Street Journal me deixou quase disposta a chegar em casa hoje e resolver esse problema. Ou a ligar para o consultório médico de uma vez e marcar aquela consulta que já está com uns dois meses de atraso. Por mais que eu saiba que sou procrastinadora, não significa que eu goste de procrastinar. Na verdade, eu odeio.

    A publicação em questão me fez perceber o óbvio: essa coisa de deixar algumas tarefas para depois deve ter alguma explicação psicológica e, uma vez que exista a explicação, fica mais fácil descobrirmos como resolver o problema. Três experts no assunto, Timothy Pychyl, Piers Steel e Alexander Rozental, reuniram cinco passos fundamentais para quem quer deixar de empurrar as coisas com a barriga. Se você é do tipo que também quer resolver alguma coisa de vez, confira as dicas abaixo:

    1 – Seja específico

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    Tudo bem, você tem um grande plano e ele não dá certo. O ideal a fazer aqui é desmembrar esse objetivo em pequenas metas específicas e detalhadas. Em vez de dizer que amanhã você vai fazer determinada atividade, especifique como será, onde será, quanto tempo vai levar e em que horário acontecerá.

    2 – Faça de uma vez

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    Em vez de listar tudo o que precisa ser feito e esperar ter uma relação completa de tarefas antes de começar a fazer alguma coisa, simplesmente faça o que vier primeiro à sua mente na medida em que vai se lembrando de cada coisa.

    3 – Mude de ponto de vista

    deixar a procrastinação de lado - tentando alcançar

    Olhar situações por outras perspectivas é sempre um bom exercício. No que diz respeito à procrastinação, tente reclamar menos do que precisa ser feito e se apegar ao fato de que, no futuro, você vai agradecer a si mesmo pela iniciativa que tomou agora.

    4 – Encontre um jeito de sabotar a procrastinação

    deixar a procrastinação de lado - homer simpson com ele mesmo

    Se você é do tipo que, enquanto está fazendo uma pesquisa importante na internet, aproveita para deixar uma aba com aquele seu site favorito de jogos, mesmo sabendo que jogar, naquele momento, só vai atrapalhar todo o seu processo, experimente não deixar suas senhas salvas no site do jogo – acredite ou não, mas o “trabalho” de ter que digitar nome de usuário e senha pode fazer você desistir de jogar e, consequentemente, priorizar o que é mais importante.

    5 – Estipule uma recompensa

    deixar a procrastinação de lado - chuva de dinheiro no gato

    Da mesma forma que o cachorrinho aprende a fazer xixi no jornal depois de ganhar petisco sempre que acerta o alvo, você pode estipular uma recompensa para quando conseguir fazer algo que vinha adiando há muito tempo. Lógico que não estamos dizendo que pessoas são iguais a cachorros, mas a questão do “prêmio” funciona de maneira parecida em ambos os casos. Não custa tentar.

    Por que deixar de procrastinar?

    Ainda que todos sejam procrastinadores, em maiores ou menores níveis, é preciso entender que há questões emocionais por trás desse eterno adiamento das coisas, especialmente em procrastinadores crônicos. Quando a coisa vai além de uma pasta de computador ou de uma consulta médica, por exemplo, relações interpessoais, amorosas e profissionais podem ser prejudicadas.

    Uma das pessoas que estudam esse aspecto crônico e mais perigoso da procrastinação é a psicóloga inglesa Dra. Fuschia Sirois. Ainda não se sabe muito a respeito dos efeitos físicos sentidos por quem procrastina demais, mas já se sabe que os cardíacos e hipertensos são menos propensos a procurar maneiras de entender por que deixam tudo para depois, afinal, isso às vezes significa reavaliar informações pessoais delicadas. Em vez de buscar resolver os problemas, essas pessoas tendem a dar desculpas.

    Para os pesquisadores do assunto, o grande problema dos procrastinadores é que, diferente das demais pessoas, eles nem sempre conseguem enxergar aquilo que precisam fazer agora como algo que vai trazer benefícios no futuro e, de fato, se não vemos como algo poderá ser útil um dia, podemos perder o interesse nesse assunto.

    Vale sempre lembrar que já é comprovado que procrastinadores são pessoas mais ansiosas, mais depressivas e que reportam sensações de mal-estar com mais frequência. Se você acha que o seu caso é mais grave e não pode ser resolvido com as dicas acima, a recomendação é a de procurar ajuda psicológica. Autoconhecimento não faz mal a ninguém nem é qualquer demérito, hein!

    P.S: Terminei este texto e, antes mesmo de revisá-lo, marquei a consulta médica que estava adiando. Penso seriamente em encarar a pasta do computador quando voltar para casa.

    5 Dicas valiosas para quem quer deixar a procrastinação de lado via Mega Curioso

    Postador por Meme Digital – Agência de Marketing Digital em Campinas / São Paulo

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    Empresas Com Maturidade Digital Lucram Mais e Gastam Menos

    Jornada do cliente, interações multicanal, conteúdo programático, personalização. Se você trabalha com marketing data-driven, certamente já usou ou ouviu esses termos. Hoje em dia, todas as empresas – dentro e fora do Brasil – adotam o discurso digital, incluindo esses nomes em apresentações, reuniões e seminários. Mas será que elas estão preparadas para essa realidade? Elas são data-driven de verdade?

    Para entender esse cenário, o Google se uniu ao Boston Consulting Group (BCG), uma empresa global de consultoria de gestão e líder em estratégia de negócios, para fazer um estudo inédito sobre o nível de maturidade das empresas brasileiras no campo do marketing data-driven.

    Esse estudo, chamado “Uma Perspectiva Brasileira: A Jornada do Marketing Orientado por Dados”, foi feito junto a algumas das principais empresas do país, muitas delas líderes nos seus ramos de atividade. A ideia era entender como elas interligam dados, como buscam a automação de processos e como fazem a tecnologia trabalhar para melhorar resultados.

    Como vamos ver, esse levantamento deixa claro que a busca da maturidade data-driven pode trazer resultados concretos, com mais lucro e menos despesas. Só que as empresas do Brasil ainda têm um longo caminho pela frente até aproveitar todas essas oportunidades.

    Maturidade traz oportunidade e resultados

    O marketing digital pode não ser novidade no Brasil, mas os investimentos feitos por aqui ainda são tímidos, se comparados com os de outros países.

    Empresas com maturidade digital lucram mais e gastam menos 1

    Isso ocorre mesmo quando as oportunidades do digital são imensas. Uma pesquisa feita há pouco tempo com mais de 3 mil brasileiros, por exemplo, mostrou que as pessoas são muito receptivas aos anúncios digitais, especialmente quando são de temas do seu interesse.

    Empresas com maturidade digital lucram mais e gastam menos 2

    E qual é o motivo para não se investir mais? Parte da resposta está na falta de maturidade das organizações de marketing, que não estão 100% preparadas para ações digitais eficientes.

    Para olhar mais fundo dentro desse problema, o Google e o BCG desenvolveram um modelo que situa as empresas em termos de marketing data-driven. Antes de ser trazido ao Brasil, esse modelo foi aplicado no mercado europeu. Uma série de workshops ajudou a definir essa estrutura, e cerca de 40 especialistas foram entrevistados para testá-la.

    Segundo esse modelo, existem quatro estágios diferentes de maturidade em que as empresas podem estar quanto ao uso de dados em marketing:

    1. Nascentes: nível mais básico, em que empresas fazem campanhas usando dados de clientes gerados e mantidos por terceiros, com baixa ligação a resultados;
    2. Emergentes: empresas fazem campanhas baseadas em dados de consumidores gerados e mantidos pela própria empresa, além da compra de mídia programática;
    3. Conectadas: empresas mantêm dados integrados e ativados ao longo de múltiplos canais, com conexão clara a ROI e resultados de vendas;
    4. Multimomento: nível mais evoluído, em que empresas têm execução otimizada e personalizada baseada no resultado individual de cada cliente, em todos os canais.

    A partir do estudo feito no mercado europeu, o Google e a BCG apuraram que as empresas que avançam até o estágio Multimomento podem ter um aumento de 20% nas receitas e uma redução de até 30% nos custos.

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    Brasil, um país de emergentes

    Aqui no Brasil, esse estudo foi feito em 2018 com pesquisas quantitativas e qualitativas junto a executivos de mais de 60 das principais empresas do país, dentro de 10 setores: Automotivo, Alimentos & Bebidas, Cuidados Pessoais, Educação, Empresas Digitais, Serviços Financeiros, Telecom & Mídia, Varejo, Viagens & Turismo e Vestuário.

    O resultado mostrou que as companhias têm espaço para evoluir. Das participantes, 61% ainda são Nascentes ou Emergentes. A maioria (55%) foi classificada como Emergente, enquanto 37% ficaram em Conectado, 6% em Nascente e apenas 2% em Multimomento.

    A distribuição das empresas pesquisadas em cada estágio de maturidade é semelhante entre Brasil e a Europa, onde o estudo foi feito antes. A principal diferença fica no número de emergentes, que, entre as europeias, chega a quase metade das participantes do estudo.

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    O maior destaque em termos de maturidade no Brasil ficou com as empresas consideradas “nativas digitais” – ou seja, que têm mais de 90% de suas vendas em canais online. Em seguida, vêm a indústria automotiva e as empresas de serviços financeiros. Já as dos setores de Viagens & Turismo e de Alimentos & Bebidas foram as menos adiantadas.

    Desafios a superar, barreiras a ultrapassar

    Alguns dos números levantados pelo Google com o BCG deixam claros alguns desafios que as companhias brasileiras precisam superar em termos de marketing data-driven. Aqui estão os principais itens a melhorar, segundo o estudo:

    • Targeting baseado em dados

    Interligar informações online e offline é fundamental para gerar insights e fazer um acionamento preciso dos consumidores de uma maneira data-driven. Mas 77% das empresas participantes do estudo fazem interligações apenas parciais de dados, ou não têm dados interligados.

    Os executivos explicam que um dos motivos dessa baixa integração é a pulverização de informações dos clientes em bases diferentes. Para as empresas, isso torna mais difícil ter uma visão abrangente dos consumidores na sua jornada de relacionamento.

    • Ativação automatizada e personalizada

    As empresas brasileiras ainda usam muito os processos manuais para comprar mídia e entregar mensagens personalizadas. Dois terços das empresas fazem algum tipo de compra programática de mídia, mas só 13% delas usam técnicas avançadas de automatização, como bids automatizados com dados de níveis de estoque, por exemplo.

    Quanto à customização, 67% não personalizam seu principal canal online, e apenas 9% usam técnicas avançadas de personalização. A maioria tem pouca ou nenhuma automação nas mensagens personalizadas, seja em display, vídeo, search, e-mail ou redes sociais.

    • Mensuração e atribuição de valor

    Uma das maneiras de maximizar retorno é medir, atribuir e gerenciar a performance ao longo de todos os touch points com o consumidor. Mas isso aparentemente ainda não é uma realidade para as empresas brasileiras.

    A maioria das empresas entrevistadas usa métodos tradicionais e menos sofisticados de mensuração. Enquanto 52% delas dizem adotar modelos de atribuição, a maior parte recorre a métodos simples, que podem distorcer resultados.

    • Organização e colaboração

    O ambiente de negócios exige cada vez mais velocidade de reação e atuação conjunta entre as diferentes áreas das empresas. Ainda assim, 70% das companhias que participaram do estudo dizem que a coordenação entre seu marketing e os demais times não é boa.

    Além disso, 42% das empresas indicaram que a maior parte de suas operações de marketing é executada por suas agências. Essa dependência dificulta o controle da execução das ações digitais e prejudica o desenvolvimento de competências dentro das empresas.

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    Os seis viabilizadores da maturidade

    Como as empresas brasileiras podem superar esses desafios e viabilizar a sua maturidade data-driven? Os autores do estudo do Google e do BCG apontam alguns caminhos.

    1) Conectar dados online ou off, entre diversas áreas da empresa, para se ter uma ideia mais completa de quem são os consumidores. Plataformas de gestão e estruturas data lake – repositórios de todos os tipos possíveis de dados em “estado bruto” – são alguns dos caminhos possíveis para chegar a esse objetivo.

    2) Viabilizar a automação e tecnologia integrada, construindo ferramentas que levem à automação dos dados e disponibilizem conteúdos customizados em escala. Entre as soluções usadas pelas empresas maduras, estão web analytics capabilities, tecnologia de publicidade integrada e automação para personalização de mensagens.

    3) Ter métricas acionáveis para que anunciantes identifiquem o valor das ações das pessoas ao longo da jornada de compra. Assim, as ativações dos clientes são conectadas com os resultados da empresa, como impacto nas vendas e lucro, permitindo, por exemplo, medições de ROI em tempo real dos investimentos em publicidade.

    4) Fazer parcerias estratégicas, buscando uma colaboração entre empresa, agências e provedores de tecnologias. Algumas empresas adotam mesas de performance dentro de suas sedes, com profissionais das agências trabalhando lado a lado com suas equipes.

    5) Desenvolver competências estratégicas, identificando, contratando e treinando talentos como data scientists e especialistas, e fazendo-os trabalhar junto dos demais membros das áreas de marketing e negócios, como verdadeiros times multifuncionais e integrados.

    6) Criar a cultura do “testar e aprender, falhar rápido”, buscando ciclos mais curtos de planejamento e execução de projetos. Nisso, a prática de teste e aprendizado pode trazer uma execução mais eficiente: a ideia é aprender, falhar, otimizar e seguir em frente.

    Evoluindo de estágio em estágio

    Já vimos que buscar a maturidade no marketing data-driven traz resultados, e que alguns fatores viabilizam essa jornada. Mas no nível organizacional, como as empresas precisam se estruturar para passar de um estágio a outro? Os autores da pesquisa usaram os dados levantados para criar um roteiro de três etapas, com metas que precisam ser atingidas.

    1. Do nascente ao emergente: crie as fundações. Para mudar a forma de trabalhar, é fundamental o apoio da alta gestão e o envolvimento de áreas que ajudem a adotar práticas data-driven, como RH, jurídico e financeiro. Pode haver a busca de apoio externo, como consultorias. Já as áreas técnicas precisam identificar os problemas atuais e viabilizar que os dados virem planos.
    2. Do emergente ao conectado: construa conexões. Essa fase exige que as empresas comecem a coordenar vários canais, gerando receita e buscando executar melhor a mídia. Na maioria dos cases de sucesso, equipes multifuncionais combinam especialidades como criação, conteúdo, operações e redes sociais, com uma colaboração entre online e off.
    3. Do conectado ao multimomento: faça cada momento valer. Para acompanhar a velocidade do digital, as empresas precisam ser ágeis, com ações coordenadas. As que fazem isso da maneira certa impulsionam as vendas usando vários canais e personalizando as experiências de clientes, além de reduzir custos através de tecnologias sofisticadas, como técnicas de automação. Aqui, os objetivos técnicos precisam entrar nos KPIs do negócio.

    Com as experiências digitais mudando cada vez mais rápido, e com clientes mais e mais exigentes, manter relacionamentos digitais é um desafio e tanto. Trabalhar melhor os dados pode ajudar nisso, mas vimos que esse esforço exige mudanças, muitas vezes causando verdadeiras revoluções na cultura das empresas. O estudo que apresentamos mostra um caminho para isso. Você está pronto para segui-lo?

    Empresas com maturidade digital lucram mais e gastam menos via Think With Google

    Postador por Meme Digital – Agência Digital em Campinas

  • EmMarketing Digital

    87% deixam de comprar por atendimento ruim, diz estudo da Neoassist

    O atendimento ao cliente é realmente um assunto delicado. A central tem como objetivo dar suporte ao cliente e solucionar as questões que são necessárias. Trazer uma experiência positiva ao consumidor está se tornando cada vez mais imprescindível. Segundo a NewMediaVoice’s, 75 bilhões de dólares foram perdidos por conta de um atendimento ruim.

    87% deixam de comprar por atendimento ruim

    Algumas práticas e atitudes podem ser evitadas para que o cliente saia mais satisfeito com o atendimento.

    Mentir parece algo óbvio, mas a realidade é um pouco diferente. 26% das mentiras no local de trabalho são contadas com o objetivo de agradar um cliente. Mesmo que a situação seja crítica, ser transparente é um dos pontos principais para um atendimento. É de extrema importância construir uma relação de confiança com o cliente para que ele possa se manter engajado.

    Não oferecer canais para que o seu cliente entre em contato, é algo que irrita bastante o consumidor. Ser inacessível pode intensificar a probabilidade de perder o cliente. A falta de canais pode fazer com que o consumidor procure a concorrência. Aliás, segundo o estudo A Percepção do Consumidor sobre o Atendimento, realizado pela NeoAssist, 87% dos entrevistados deixaram de comprar uma marca por conta de um atendimento ruim.

    87% deixam de comprar por atendimento ruim

    Deixar o cliente sem atualizações. O importante é deixá-lo a par de toda a situação. Caso ele necessite esperar, é preciso explicar o porquê. Explicar os procedimentos que estão sendo realizados, pode ajudar a diminuir a ansiedade e assim a conversa poderá fluir de uma forma mais assertiva.

    Segundo o estudo Percepção do Consumidor sobre o Atendimento, um dos pontos que mais frustra o consumidor é quando o atendente não consegue resolver o seu problema. Uma forma de amenizar a questão é treinar os operadores. Empoderar a equipe pode passar mais credibilidade e confiança.

    87% deixam de comprar por atendimento ruim

    A retenção do cliente está se tornando cada vez mais importante para a saúde financeira de uma empresa. Garantir uma experiência positiva é um passo muito importante para fidelizá-lo e, além disso, engajá-lo.

    O texto foi baseado no artigo publicado pelo Customer Think.

     

    87% deixam de comprar por atendimento ruim, diz estudo da Neoassist via E-Commerce Brasil

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  • EmArte e Cultura

    Engrenagens: animação brasileira da Ford é mais um bom exemplo de produção de conteúdo

    Sempre interessante ver exemplos bem feitos de produção de conteúdo feita por marcas, uma iniciativa nem sempre bem sucedida. Marcas que há décadas foram treinadas a pegar carona em produções alheias agora se aventuram em criar, elas próprias, entretenimento suficiente para encantar clientes. E ainda vender imagem, serviços e produtos.

    Engrenagens: animação brasileira da Ford é mais um bom exemplo de produção de conteúdo

    Engrenagens: animação brasileira da Ford é mais um bom exemplo de produção de conteúdo

    A animação foi criada para Ford Caminhões pela GTB e produzida pelo premiado Zombie Studio, especialmente para as mídias sociais, que são cada vez mais usadas pelos caminhoneiros na sua rotina de viagens.

    Mais que cargas. Levamos histórias

    Essa animação é uma homenagem da Ford ao caminhoneiro e uma forma de destacar a importância do seu trabalho, lembrando que ele entrega muito mais que mercadorias: ele carrega o progresso, os sonhos e o futuro de todas as pessoas

    Oswaldo Ramos, diretor de Vendas, Marketing e Serviços da Ford Caminhões

    Gears é um bom exemplo. Uma animação de 3 minutos que tem roteiro e usa o universo mecânico para expor a marca Ford. E como toda animação do circuito “oficial” do entretenimento, essa também tem cartazes, making-offs, etc.

    Segundo Rodrigo Strozenberg, diretor de criação da GTB Brasil, a produção é 100% voltada para os caminhoneiros, mas tem potencial para emocionar todo mundo pela história e estética. “Esse filme é um grande agradecimento por tudo que os caminhoneiros fazem pelas pessoas e que, por vezes, eles mesmos não se dão conta”, comenta.

    Engrenagens: animação brasileira da Ford é mais um bom exemplo de produção de conteúdo

    Engrenagens: animação brasileira da Ford é mais um bom exemplo de produção de conteúdo

    Engrenagens: animação brasileira da Ford é mais um bom exemplo de produção de conteúdo

    Engrenagens: animação brasileira da Ford é mais um bom exemplo de produção de conteúdo

    Paulo Garcia, cofundador e Chief Creative do Zombie Studio, conta que essa animação foi um dos desafios técnicos e narrativos mais difíceis já assumidos pela produtora. “Harmonizar histórias totalmente emocionais e transformar as engrenagens do motor de um caminhão em um mundo de imaginação foi uma tarefa que exigiu muito talento e carinho. Foram quatro meses de trabalho com uma equipe de 60 pessoas dedicadas, muita pesquisa e vontade de transformar esse roteiro numa história linda de se ver.”

     

    Engrenagens: animação brasileira da Ford é mais um bom exemplo de produção de conteúdo via Update Or Die

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  • EmMarketing Digital

    98% das empresas brasileiras não aproveitam o marketing digital, diz Google

    Um estudo feito pela The Boston Consulting Group e apoiado pelo Google apontou que mesmo as principais companhias nacionais estão longe de aproveitar o poderio total do marketing digital. A pesquisa, realizada com mais de 60 empresas em dez segmentos diferentes, confirmou que o marketing digital ainda requer um longo caminho no país para ser totalmente eficaz.

    BCG e Google conduziram estudo com 60 empresas

    A maioria das empresas (55%) ainda encontra-se em estágio emergente, enquanto 37% são apontados como conectados, 6% nascentes e, em pleno aproveitamento (ou multimomento), somente 2%. “Apenas 23% das empresas integram os dados on e offline. 59% delas sequer possuem integração dos dados online”, afirmou Eduardo Leone, sócio do BCG.

    empresas classificadas em 4 níveis de maturidade

    De acordo com a pesquisa, uma das principais barreiras para o investimento na evolução do marketing digital está na habilidade e na automação para a entrega das mensagens — 96% das empresas relatou dificuldade na automatização das entregas, 91% não possui personalização avançada nos sites e 44% funciona sem uma personalização sequer na página.

    “Isso apenas reforça a urgência de as empresas atenderem as exigências do novo consumidor dentro do ambiente online”, disse Dan Reicher, diretor do BCG e um dos principais responsáveis pelo estudo.

    Outra dificuldade identificada envolve a ausência de métodos efetivos para a mensuração dos resultados. Dos participantes, 52% afirmaram utilizar modelos de atribuição, entretanto, apenas 20% utilizam ferramentas sofisticadas capazes de contribuir para uma tomada de decisão baseada em dados confiáveis.

    Hoje, os algoritmos trabalham de maneira mais produtiva, com maior escalabidade. Pode-se dizer que eles são os responsáveis por solucionar os grandes problemas do novo consumidor da era da assistência — curiosos, exigentes e impacientes.

    “Atualmente, os produtos pesquisados no buscador pelo consumidor digital precedem a palavra ‘melhor’. É um dado novo, assim como os 304% de aumento de busca relacionada a ‘onde comprar’. Quando o cliente chega ao ponto de venda, ele já está decidido sobre o que vai levar. Afinal, sua questão já foi respondida no digital e ele não tem dúvidas sobre o que comprará”, acrescentou Flávia Verginelli, diretora de produtos e inovação do Google Brasil, sobre a importância do entendimento dos dados na estratégia das empresas.

    3 tipos de consumidor

    De acordo com o estudo, a evolução na jornada do marketing orientado pelos dados requer grandes esforços. E eles são divididos em quatro principais dimensões:

    Targeting baseado em dados – impulsionar fontes de dados a fim de gerar insights para captar consumidores;

    Ativação automatizada e personalizada – agilizar a compra de mídia e entregar mensagens personalizadas em larga escala;

    Mensuração e atribuição – realizar a medição, atribuição e o gerenciamento dos resultados em todos os pontos de contato, para potencializar o retorno;

    Organização e colaboração – fazer a integração dos profissionais de forma ágil, por meio de teste e aprendizado.

    Desafios

    Os desafios para essa nova era do marketing digital, segundo Reicher, vão muito além da tecnologia em si. Barreiras dentro da organização e mudanças impostas com a evolução digital têm a mesma relevância. “73% das empresas sofrem devido à coordenação inadequada de equipes multifuncionais, e 70% deles não têm objetivos alinhados em todos os canais. Sem contar que quase a metade dos pesquisados tem a maior parte do marketing feito por empresas terceirizadas”, pontuou.

    Verginelli finalizou a apresentação referindo-se ao perfil do novo consumidor visto pela gigante buscadora. “Não somos nós [Google] quem respondemos às perguntas do consumidor, como ‘qual o melhor produto’, mas sim as empresas, que anunciam seus produtos e realizam o marketing sobre eles”, orientou. “Se elas não estiverem preparadas para essas respostas, perderão muito de seus investimentos em marketing”, ressaltou, acrescentando que a velocidade de carregamento do site, assim como a experiência de compra, também são enquadrados como fatores-chave dessa otimização.

    98% das empresas brasileiras não aproveitam o marketing digital, diz Google via E-Commerce Brasil

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  • Emcuriosidades

    4 áreas de atuação mais valorizadas no mercado de trabalho em 2018

    Todo ano a maioria das pessoas planejam algumas mudanças, traçando novos objetivos pessoais e profissionais. Entre eles, cuidar melhor da saúde, ganhar mais dinheiro e se destacar no mercado de trabalho são os mais comuns. Trago aqui um assunto que pode ajudar direto e indiretamente a realizar alguns destes objetivos: Ensino superior e as áreas de atuação mais valorizadas no mercado de trabalho.

    É comprovada a importância de escolher bem um curso superior. Estudantes que investem numa boa faculdade, conseguem entrar no mercado de maneira mais efetiva, por apresentarem um perfil inicialmente mais competitivo. Para quem já trabalha, é possível melhorar ainda mais tecnicamente para ganhar um salário maior, além de proporcionar uma maior qualidade de vida à medida em que conquista melhores posições na sua área de atuação.

    Se você planejou algo relacionado as coisas que acabei de escrever até aqui, continue lendo este artigo e descubra:

    4 áreas de atuação mais valorizadas no mercado de trabalho em 2018

    Desenvolvimento de aplicativos e software

    Tecnologia de modo geral é uma das áreas que sofreu menos com a crise econômica. Afinal, é através da tecnologia que presenciamos mudanças significativas nos processos de comercialização de produtos e serviços. Principalmente com o aumento do poder de processamento e armazenamento dos smartphones. Basta pensar em como você ouvia música, filmes, séries e conversava com seus amigos na sua infância e como tudo isto é feito hoje.

    Formação: Ciências da Computação, Engenharia da Computação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas são os cursos mais comuns entre os profissionais que se destacam nesta área.

    Jogos Digitais

    Em 2016, a Indústria de jogos digitais superou o faturamento do cinema. Fazendo com que video games seja hoje a forma de entretenimento que mais movimenta dinheiro em todo o mundo. Existem diversos perfis profissionais que atuam dentro de uma empresa desenvolvedora de jogos digitais, passando por profissionais de design, comunicação, e desenvolvimento, até profissões menos imaginadas neste mundo, como pedagogia e psicologia.

    Formação: Jogos Digitais, Ciências da computação e design são os cursos mais valorizados.

    Marketing Digital

    Toda empresa deve entender muito bem o seu público-alvo. Além de saber o que ele gosta de consumir, existe também a importância de saber entrar em contato com este público onde ele estiver. Principalmente na internet, que vem se consolidando como o lugar com a maior possibilidade de interação entre marcas e consumidores.

    Diante disto, torna-se cada vez mais importante o trabalho de profissionais que saibam planejar e gerenciar a imagem da empresa ou do produto, com o objetivo de atrair novos negócios, criar relacionamentos e desenvolver uma identidade de marca.

    Formação: Marketing, Publicidade, Jornalismo, Administração são os cursos mais valorizados nesta área de atuação.

    Controlador financeiro

    A crise econômica desencadeada no Brasil nos últimos anos aumentou a necessidade das empresas do setor privado de melhorar o desempenho e as margens de lucro. Para isto, é necessário planejar, monitorar e controlar as atividades financeiras da empresa. Nos últimos anos, em razão da sanção da Lei Anticorrupção (n.º 12.846/2013) em 2014, empresas de diversos setores começaram a dar maior atenção também a profissionais para a área de compliance, visando o aumento dos controles internos e externos, além de todas as políticas e diretrizes estabelecidas para o negócio.

    Formação: Administração, Gestão financeira e Ciências contábeis são os cursos mais valorizados.

     

    Artigo via Geek Café

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  • EmMarketing Digital

    Adidas deixará de investir na televisão para focar nos canais digitais!!!

    Adidas deixará de investir na televisão para focar nos canais digitais e ter maiores resultados.

    Em entrevista à NBC, Kasper Rorsted, CEO da adidas, afirmou que “não há mais publicidade na tv” e o público-alvo no curto e médio prazo se envolverá muito mais através dos dispositivos móveis e web, que acaba por entregar um ativo fundamental para o seu objetivo: o engajamento.

    Invista no mundo digital!!!

    Meme Digital – Agência Digital em Campinas